Se hoje não conseguir publicar um post, desculpem-me. Estou a organizar uma festinha. :)
sábado, 12 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Era uma vez um queijo com banana
por Carol Vannier
Há alguns anos, durante a minha graduação, num dia bem chuvoso e frio, varrido de vento, eu fui num intervalo de aulas até o trailer mais próximo para lanchar. Antes mesmo de chegar no trailer, senti um cheiro quente de canela e açúcar queimado, e fui igual a um ratinho, atraída pela fonte do cheiro, até ver o que tinha na chapa: algumas fatias de banana cheias de açúcar e canela por cima, e que depois ainda receberam queijo e foram parar dentro de um sanduíche. Pronto, amor à primeira vista (e cheirada)! Claro que pedi imediatamente um igual pra mim, e desde então virou meu lanche favorito na faculdade.
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| O trailer do Adriano na sua localização atual |
O autor dessa pérola culinária é o dono desse trailer, o Adriano. O sanduíche original leva tanto açúcar e canela que chega a escorrer uma calda. Quando eu não estou tão afim de algo tão doce, peço pra reduzir o açúcar, e é assim também que o reproduzo em casa, normalmente sob grande aclamação :)
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| Por etapas |
O sanduíche não é nada complicado, por mais que alguns familiares gostem muito de me pedir pra fazer alegando que não sabem, ou não fica igual...
As fotos acima mostram bem todo o processo (fora colocar as fatias de pão na torradeira, que pode ser feito antes de tudo):
- Uma banana prata fatiada em 3, ao longo do comprimento, começa a ser frita na manteiga.
- Depois de virar as fatias de banana (esse primeiro lado não precisa ficar muito tempo, porque o outro vai ficar mais), polvilhar açúcar e canela a gosto por cima da banana.
- Arrumar fatias de queijo muçarela ou prato (ou o que você preferir) sobre a banana e deixar derreter. Você pode colocar uma tampa na frigideira se quiser acelerar o processo. Lembre de nunca usar fogo muito alto.
- Arrumar o recheio em cima de uma das fatias de pão já torrado e fechar o sanduíche. No trailer o sanduíche fechado ainda fica na chapa, o que deixa o pão bem crocante (ele não usa a torradeira, só a chapa mesmo). Eu me satisfaço com ele torrado na torradeira, mas se for demorar pra comer, o pão pode absorver umidade e ficar mole, então um tempinho na frigideira pode fazer bem a ele.
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| Nhac! |
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Palette i-Divine de Outono da Sleek - Vintage Romance
A palette de Outono da Sleek já saiu há algum
tempo, mas só agora chegou a mim. A Vintage Romance é uma adição perfeita para
todas as pessoas que queiram fazer looks
com os tons quentes desta estação, a um preço bastante acessível.
Apesar de
haver alguns tons que eu não usaria no dia a dia, a Vintage Romance tem várias
tonalidades de bronze, das quais sou fã para o ano inteiro. Os burgundy e
ameixa são lindos para o Outono e a sombra matte
dá um contraste harmonioso à maioria dos tons acetinados ou brilhantes da
palette. Mais uma vez, a Sleek lança uma combinação de cores que me agradam imenso (já tinha adorado a Lagoon).
Vou partilhar convosco a minha opinião, sombra a sombra, para terem uma noção de
como são.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Coffrets de Natal da Clarins - Várias opções, várias prendas
A Clarins lança sempre coffrets fantásticos por altura do
Natal. Seja para oferecer, ou para aproveitar para comprar aquele produto que
já está a acabar e ganhar, de brinde, outros para experimentar, serão sempre
uma excelente escolha. Os produtos são bons, os preços não são exorbitantes e,
se aproveitarem algumas promoções (como na Balvera ou na P&C), poderão
encontrar boas prendas, bastante acessíveis.
Este ano, a marca vai lançar várias opções, que separei por
utilidade. Eu uso normalmente o Multi-active, que adoro, e, para viagem, comprei o Eclat du Jour, cujo cheiro gosto imenso e é perfeito como creme de dia.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Vista Alegre? Worten? Façam listas (mesmo que não apreciem).
Eu nunca fui de Vista Alegre, nem
Atlantis, nem nada que fosse de decoração do género. Não é o meu estilo,
pronto. Afinal, há anos que ando de casa às costas, sem pouso fixo, e não
antevejo que a situação mude nos próximos anos. Por isso, desde muito nova, que
sempre recusei (e continuo a recusar) tudo o que seja prendas para casa e afins (que
não tenham utilidade quotidiana).
Mas o casamento desperta,
naturalmente, nos convidados a vontade de comprar coisas para a casa (mesmo a
casa ou o estilo de vida tradicional que não se tem). O que eu não sabia. Como nem eu, nem o noivo
(muito menos ele) gostamos de artigos de decoração de cerâmica (por ele,usava
só pratos e copos de plástico colorido e resistente), nem equacionámos essa
opção. Quando a minha mãe me perguntou se eu não queria fazer uma lista, eu
disse imediatamente que não, porque foi sempre a minha reacção a esse tipo de objectos,
mas, no final, ela tinha razão.
Decidimo-nos, então, por algo diferente. Como
a nossa vida é nómada, optámos por algo alternativo e abrimos uma lista numa
agência de viagens para que, quem quisesse, pudesse contribuir para a lua de
mel. A opção mais divertida, acessível e que mais combina connosco. A verdade é
que, além das pessoas mais jovens e com uma mentalidade diferente (mais
parecidos connosco), poucos foram os que alinharam. E arrisco a dizer que, em
Portugal, talvez essas alternativas não resultem de todo.
A verdade é que acabámos, mesmo
assim, por ter algumas coisas para a casa, algumas que vamos usar por serem
extremamente práticas e/ou pequenas (ou que foram pedidas directamente, como um
leitor de Blu-ray 3D) e outras que vão ficar na cave da minha mãe durante anos
e anos. É pena? É pois. É verdade que
muitos pais têm armários cheios de coisas que os filhos, que casaram há anos e
anos, nunca quiseram? É pois. A verdade é que isso acontece, mesmo que tentemos
encontrar alternativas.
Por isso, e depois de todos estes
testemunhos caóticos, digo-vos: Façam listas. Nem que seja de coisas que querem
menos, mas façam. Coloquem uma ou outra opção para as pessoas serem
direccionadas na hora de comprar e tentarem evitar os armários com coisas que
não se adaptam ao que vocês são. Escolham artigos de diferentes preços que vos
dêem jeito, vos sejam úteis e dos quais gostem, obviamente. Para que as pessoas
possam escolher livremente dentro das opções que lhes dão. Todos ficarão mais
felizes; vocês porque recebem prendas que quiseram, os convidados porque sabem
que a prenda deles será bem recebida por vocês (porque acredito que ninguém
gosta de oferecer coisas que nunca serão usadas ou apreciadas).
No meu caso, felizmente, isso não
aconteceu com muitas coisas, e já passou. A cave da minha mãe não ficou assim
tão mais cheia e, como nos meus aniversários, as pessoas próximas sabem que eu
não sou do estilo de gostar de cerâmicas, porcelanas e afins, normalmente não
me oferecem esse tipo de artigos.
Claro que são questões
extremamente subjectivas, dependem dos gostos e vontades de cada casal, mas
achei que seria bom partilhar convosco a minha experiência. Pode ser que alguém
pense como nós e tenha convidados semelhantes. Não queremos ninguém pego de
surpresa (porque até pode correr bem, como foi o caso das prendas de alguns amigos nossos, que acertaram, ou não). :)
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