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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Brasil | Compras dos últimos meses (que a coisa anda fraquinha)

Já não me lembro da última vez que escrevi algo sobre as compras que tinha feito recentemente. Deve ter sido há algum tempo, que estes foram meses de muito poucas aquisições, muitas reflexões e bastantes exercícios de organização mental. No meio disto tudo, aliado às condições pouco propícias ao gasto em coisas de beleza e afins (confesso que a relação preço/qualidade me barrou quase sempre que vi algo que me interessava), ficou de lado o blog e a minha singela incursão por estas coisas que me atraem e que me divertem, de beleza e afins. Enfim, posto o desabafo, vou mostrar-vos algumas coisas que decidi experimentar, principalmente de marcas nacionais, para verem que ainda não perdi totalmente o gás.

A foto está assim, assim, mas com pouca  luz e tempo foi o que se pôde arranjar. As minhas desculpas.
Assim que vim para aqui, perguntei na página do facebook se alguém aconselhava um produto ou marca para comprar aqui. Clara Alva, muito simpática, falou-me de um pó finalizador, da Payot, que, comparável com os das grandes marcas de luxo. por trinta e poucos reais (equivalente a uns 10 euros) achei que não custava nada tentar, já que, na minha colecção, ainda não está ocupado o lugar para tal pó que me agrade a 100 % (a busca continua).Ultramicronizado, este pó HD Translucent veio substituir o aconselhado pela Clara, sendo, supostamente, ainda melhor, por estar preparado para alta definição. À primeira vista, e esquecendo o ar simples e de pouca qualidade da embalagem, num plástico muito fraquinho (já se partiu e tudo), parece-me um pó interessante, embora peque pelo excesso de purpurinas. Vamos continuar a testar a ver como e onde resulta, depois contar-vos-ei tudinho. 

No mesmo dia, veio comigo, do Shopping do Leblon, o baton da Boticário no tom Guaraná Tropical da colecção Torcida Linda. À semelhança do vizinho da Payot, a embalagem peca pelo ar rasco (francamente poderiam fazer algo melhor, mais elegante e resistente, mesmo em plástico), e não sou a maior fã do cheiro tipo baton do cieiro deste produto, mas a cor seduziu-me e vou dar-lhe mais umas voltas até um veredicto final pormenorizado. Custou-me por volta de 15 reais, uns 5 euros, mais coisa, menos coisa.

Da Contém 1gr, singelamente, trouxe apenas uma sombra, num tom azul (Azul Real Opaco) que me seduziu à primeira. Ao ponto de estar para a comprar num quarteto de outras cores da bandeira do Brasil (mais uma colecção para o Mundial), onde constava um amarelo e um verde que dificilmente eu iria usar. A menina, muito simpática, alertou-me para o facto de poder comprar o azul individual e olhem, aqui está ele, merecedor de um post futuro sozinho. Tenho alguma pena que os produtos da marca sejam, para mim, caros para o que me parecem. Fico com receio de me aventurar por algo desconhecido e ficar muito frustrada. Esta sombra, para terem uma noção, custou 44 reais, cerca de 15 euros.

Hoje, finalmente, depois de telefonemas à Sephora e à transportadora, que parecia não dar com a casa, chegou a minha encomenda com dois produtos que achei interessantes.  Um sabonete em forma de gelado/ picolé da Feito Brasil, colecção Dom Tropical, com cheirinho de coco e pedacinhos de casca da fruta para exfoliar, que estou em pulgas para experimentar, e um verniz da Revlon cujo tom tinha de ser meu, o Fashionista, um azul/verde/petróleo, daqueles que eu tenho muita dificuldade em categorizar concretamente e de forma assertiva. O sabonete foi 22 Reais, cerca de 7 euros, e o verniz 18, uns 6.  

Por aqui não há os saldos maravilhosos que encontramos aí nas perfumarias e lojas de roupa. Pelo contrário, mesmo com saldo, vejo cada preço na etiqueta das coisas que de facto me captam o olhar que me dá vontade de cair para trás à gargalhada. Pensando positivo, pode ser que ainda haja algo de interessante por Portugal no mês que vem porque estou a chegar!

Como têm sido as vossas compras? Algo de interessante?

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Pastinha de Sardinha

por Carol Vannier

Mais uma receita campeã do My Paris Kitchen, uma pastinha, fácil como toda pastinha deve ser, e sem maionese, como alguns desejam que toda pastinha fosse. Eu não tenho nada contra maionese, mas acho legal dar uma variada. A receita original pede cream cheese com um pouco de manteiga, mas achei que o requeijão era uma substituição razoável. Na verdade fiquei de pão durice porque desde que descobri as embalagens de 1kg de cream cheese no atacado, não consigo pagar o equivalente a metade delas num potinho de 200g (às vezes 150g!) Mas também não queria ter 800g de cream cheese na minha geladeira me pedindo loucamente pra fazer cheesecake, porque já ando fazendo estripulias o suficiente. Então vamos de requeijão, que tava em promoção no mercado e ficou ótimo.

Não sei se é comum em outros lugares do mundo, mas aqui no Brasil temos sardinha em lata com molhos (tomate por exemplo), além das simples com óleo. Já fiz essa pastinha com essas também e achei que ficou legal. Pastinha é isso, né? Ajuste como gostar, os temperos, as quantidades, não vai solar!

Quem acompanha a Salinha já deve ter percebido que eu gosto de dar receita de patês e pastinhas. De fato, acho que ficam numa área pouco explorada, porque sinto que os mais empolgados da cozinha se concentram em pratos mais complicados, e os que têm medo de cozinha nem sempre percebem como é fácil fazer uma boa seleção de entradinhas. Pegue uma ou outra receita de pastinha dentro da tag Petiscos, coloque um bom queijo gorgonzola com palitinhos de cenoura e aipo, ou um brie ou um queijo duro com uvas ou figos ao lado, e a coisa pode ficar interessante sem muito trabalho.




PASTINHA DE SARDINHA

Ingredientes:
1 lata de sardinha 
100g de requeijão (ou cream cheese com um pouco de manteiga amolecida)
2 cebolinhas (a verde e comprida, não cebolas pequenas) picadas
1 c. de sopa de alcaparras, lavadas, escorridas e picadas
suco de meio limão
sal, pimenta do reino e pimenta cayena (ou baniwa!) a gosto

Preparo:
Escorra a sardinha e retire as vértebras e sujeirinhas. Coloque numa vasilha e amasse com o garfo, adicionando os outros ingredientes e misturando tudo. 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

*TILT!*

Lembram-se, naqueles jogos de pinball, de quando se tentava "influenciar" o curso da bola, de modo a que ela não caísse, nem perdêssemos a vez? Aparecia um grande TILT e o jogo travava. 

Tenho a sensação que é isso que o meu cérebro faz quando o forço a ler textos sem coerência, sem coesão, completamente desorganizados e sem ponta por onde se lhes pegue. O esforço que faço para extrair dele pontos e não cair no vazio é impressionante; ele treme e trava. *Caramba!*

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Sou esquisitinha, sou! # 4

Não gosto de invertebrados. Não dos do chão, animais, que rastejam pela sobrevivência, por mais feios que sejam, mas daqueles que, em duas pernas, se erguem de forma escorregadia, adaptando a sua forma à dos demais, que querem agradar, sem coerência. Desses. 

Dos que não se preocupam em cuidar daquilo que são, desde que o sejam naquele momento, com aquele fim, independentemente de terem sido outra coisa, noutro contexto. Dos que não assumem. Dos que não têm o que assumir, que a própria existência é um grande ponto de interrogação pronto a servir as vontades momentâneas de outros, para os outros. Mesmo que se contradigam.  

Dos que não têm coluna vertebral de ideias, convicções, opiniões e pensamentos. Porque defender algo pode trazer inimizades. Dos que são um enorme boneco fugidio no qual não se pode confiar, nem esperar algo de lógico. Desses. 

Inglot | O meu conjunto de beringelas (e um para complementar)

Estou aqui a pensar, a pensar, e não me lembro de como conheci a Inglot. Deve ter sido, provavelmente, num blog de maquilhagem ou num site internacional, mas nem me recordo onde nem com quem. Na realidade, a primeira vez que fui à loja, no Colombo (infelizmente ainda não a encontramos espalhada pelo país, embora eu acredite piamente que  uma Inglot em Coimbra faria muito sucesso), a quantidade de cores, o sistema livre (genial, especialmente para quem percebe da poda) e a diversidade de acabamentos e opções deixaram-me meio atordoada, sem saber bem o que escolher. Enquanto não me sinto à vontade em determinado campo, escolher assim, no impulso, é sempre algo que me desnorteia um bocadinho. 


Entretanto, passados alguns meses, e com a sábia orientação da A. do C&C, lá me aventurei eu pela compra de um quarteto de beringelas, para complementar os meus olhos avelã. Se foi tarefa fácil? Não foi, não senhor. Demorou algumas horas, foi um processo de selecção e exclusão (para o qual eles têm umas placas nas quais podemos colocar as várias combinações que idealizamos, que dão imenso jeito), de muitas amostras, o braço todo pintado, várias vezes, com várias cores, até que me decidi pelas quatro sombras que trouxe. Uma, a mais escura, tem um acabamento com purpurinas e as restantes três são acetinadas (não faço a menor ideia porque não trouxe nenhuma totalmente mate, mas, pelo tempo que lá estive, e como gosto muito do toque mais amanteigado destas, não devo ter conseguido um conjunto que me agradasse tanto quanto).  Então vejamos, da esquerda para a direita, de cima para baixo, na foto de cima (esquerda para direita em baixo):



154 - É um ouro velho, com um ligeiro toque rosado, perceptível de alguns ângulos e luzes, que comprei para complementar as outras. É acetinada e extremamente pigmentada. Com primer aguenta no olho o tempo que quisermos. 

445 - É o beringela mais claro do conjunto, quente, e com um suave toque lilás, muito pigmentado. Também é de acabamento acetinado e parece manteiga, quando se passa o dedo. A duração é tão boa quanto a do vizinho do lado. 

452 - Dentro no mesmo leque de tons, a 452 é um beringela mais escuro, mais frio, a fugir para o vinho. Tem menos brilho que as anteriores, mesmo sendo acetinada, mas é igualmente pigmentada e amanteigada. 

615 - Este beringela, frio, a fugir para o roxo, é o pior em termos de pigmentação do conjunto. Não é totalmente mate, já que tem purpurinas, mas não tem nada de acetinado, pelo que perde no quesito suavidade e densidade da cor. Para atingirmos um grau de opacidade das outras, precisamos de trabalhar a sombra com mais vontade e intensidade, já que é mais poeirenta. Com um primer aguenta ainda umas boas horas, mas não tem a prestação que as outras têm.

Quando não encontramos à venda um conjunto que nos agrade, se quisermos umas sombras de qualidade a um preço mais acessível, e se formos até Lisboa (ou qualquer outra cidade onde encontramos a marca), este sistema da Inglot pode ser uma excelente opção. Cada sombra, que tem 2,7 g (daquelas que nunca mais acabam), custa 6€ e as paletas também não são caras (não me recordo do preço, mas consegui a minha numa promoção em que a ofereciam na compra das sombras). Fica, sem dúvida, a um preço mais acessível do que outras quartetos de marcas de luxo, e com uma qualidade às vezes até superior (sem generalizar, que não acontece nem com todas as cores da Inglot, nem com todos os conjuntos das outras marcas). 

Assim que estiver com um tempo (que tem de ser longo porque à Inglot não convém ir com pressa), vou passar pela loja, mais uma vez, e ver se algum outro produto -- um blush, ou os novos pós de contorno -- me agrada. Vamos ver o que trarei de lá.

Há algum produto da Inglot que vos tenha realmente seduzido, com qualidade comprovada, e que recomendem?

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