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terça-feira, 22 de abril de 2014

Produtos acabados e Impressões-Flash # 2


Nesta leva de produtos acabados e primeiras impressões, temos principalmente tamanhos de viagem e amostras que acabei por utilizar apenas para teste simples, por curiosidade, ou porque andava em busca de algo semelhante. Confesso, desde já, que, apesar de alguns me terem interessado bastante, acabei por não comprar nenhum em formato grande, apesar de, pelo menos em dois casos, estarem na lista de possíveis futuros, quando acabarem os que tenho ou quando o meu bolsinho diminuto crescer consideravelmente. Que fazer? A minha pele tem tanta tendência pelo mais caro, quanto os olhos em lojas de roupa.

São, sublinho uma vez mais, apenas primeiras impressões que, como eu disse no primeiro post desta série, poderiam, caso se prolongasse o uso, acabar por se consolidar ou, quem sabe, até mudar (embora duvide que mudasse muito). Mas, vamos lá, porque, se forem como eu, há coisas das quais, assim que usam, já sabem se têm potencial para amar ou não. 

Kiehls Ultra Light Daily UV Defense - Este protector da Kiehls deve ser, provavelmente, o mais badalado nos blogues e sites de beleza que eu leio. É adorado por quase todas as pessoas que falam dele, como se fosse imprescindível e insubstituível na bolsa de quem se quer proteger convenientemente do Sol. A amostrinha deu-me para quatro aplicações, na cara, espalhando bem e, sim, é um bom protector solar. Leve como apregoam e sem deixar rastos (aquelas partículas brancas irritantes que ficam na minha cara quando usava o Anthelios da La Roche Posay deixou-me com algumas reticências no quesito protector solar diário para o rosto, mas este ajudou-me a ultrapassá-lo), é um produto que, parece-me, pode ser usado tanto por peles mais secas, quanto por mais oleosas. Não o usei em ambos os casos, mas o meu medo era mesmo como se portaria em França, com o clima seco, e não senti a pele a puxar uma única vez. Por ser tão fluido, acredito que em climas húmidos não pesará nem um pouco. O conselheiro da Kiehls, pelo menos, disse-me que é o que leva para a Índia (ele era indiano) e que o usa sempre na altura das monções (haja humidade!), sem problema algum. A grande desvantagem é o preço. Em França, custava cerca de 37 euros e, mesmo nos Estados Unidos, ficava muito mais caro do que aquele que acabei por escolher, da Filorga.

Guerlain Super Aqua-Eye Serum - É totalmente impossível (digo eu, mais uma vez) avaliar os resultados de um produto deste género apenas com uma semana de utilização, que foi o tempo que esta amostrinha durou. Eu adoro os produtos da Guerlain e acredito piamente que este serum tenha mais efeitos do que os que senti, especialmente quando promete redução de linhas, papos e olheiras. Senti, inegavelmente, a região ao redor dos olhos, onde o aplicava e na qual eu me desleixo mais (shame on me!, eu sei, eu sei), muito mais hidratada e luminosa. Dias houve em que estava tão mais bonita, que nem foi necessário aplicar umas pinceladas de Touche Eclat para iluminar o rosto cinzento do Inverno. Outros resultados não posso confirmar, nem desmentir. Está, sem dúvida, na minha lista de futuros tamanhos integrais, quando der para este e outros, da linha. Entretanto, os cerca de 73 euros (que, na Balvera, serão, muito provavelmente, uns 50-55 euros), estão muito acima do meu campeonato. 

Rimmel BB Cream Matte - Não sei se foi por estar com a pele mais seca, mas este produto não me agradou rigorosamente nada. Em primeiro lugar, porque a textura me pareceu, nas três utilizações (sim, tentei que me conquistasse, que não sou mulher para desistir à primeira), demasiado líquida (como me parece bem visível na foto, pela minha falta de jeito a retirar o produto da saqueta) e dificílima de espalhar convenientemente. Tinha sempre a sensação que ficava a notar-se perfeitamente, já que não camufla os poros como promete, e que estava a usar algo na pele que não assentava como deveria assentar. Noutra utilização, agora com menor quantidade na mão (que eu poderia ter ido com demasiada sede ao pote na primeira vez), foi quase imperceptível a cobertura dele, sem ser, mesmo assim, confortável.  Se eu o compraria, mesmo custando apenas nove euros, na ASOS? Nem pensar. Mas, como tudo na vida, o que não me convence a mim até vos pode agradar a vocês.  

Clarins Crème Eclat du Jour hidratante - Supostamente, a linha de cremes (por oposição às texturas gel) da Clarins é para peles normais a secas, mas a minha pele, mista a oleosa, só se adapta bem a essas texturas. Detesta tudo o que é mais fluido, por mais que, invariavelmente, me tentem convencer nas lojas que o melhor é mesmo levar algo do género. A verdade é que ninguém conhece melhor as reacções da nossa pele do que nós, consciencializemo-nos disso. Logo, quando levei este creme para uma viagem de 16 dias por climas mais quentes, nos quais a pele teria tendência a ficar mais oleosa, já sabia que teria hidratante à medida. É um produto principalmente, acredito, para peles mais jovens, nos seus vinte anos, bom na hidratação, pequenas imperfeições e manchas mais escuras suaves, das borbulhas. Se procurarem num creme mais do que isso, vão achá-lo realmente ineficaz, mas ele também não se pretende a mais. Dá, igualmente, alguma luminosidade (discreta) à pele, que, no meu caso, ficou muito bonita com um tom mais moreno. Por ser um hidratante mais básico, não é, de todo, inacessível. Um boiãozinho com 30 ml, que durará, provavelmente, alguns meses, custa cerca de 26 euros a preço normal, que, pelo menos em Portugal, pode ser ainda mais reduzido com as promoções que frequentemente encontramos em algumas perfumarias, como a Perfumes & Companhia ou a Balvera. Na Loja Glamourosa encontram-no a R$68.

Garancia en Deux Coups de Baguette - Este creme desmaquilhante e de limpeza da Garancia foi uma surpresa (das boas) total. Em primeiro lugar, foi o único produto com aroma ligeiro a rosas (até agora!) que eu consegui suportar. Para não questionar totalmente a minha integridade olfactiva e gosto pessoal, assumi que fosse o corte dos tons enjoativos da rosa com o de baunilha suave (vá-se lá entender) que o fazem suportável (até agradável). Depois, foi o primeiro creme do género que alguma vez experimentei e gostei bastante. Nota-se que deixa a pele realmente limpa, sem a agredir, nem a irritar e remove a maquilhagem até nos olhos (não a à prova de água, que essa só com o bifásico). É, de facto, um dois em um para quem quer saltar etapas ou não tem tempo e/ou paciência, à noite, para todo o processo. Tem ainda a vantagem de se limpar, preferencialmente, com o paninho preto que vem com cada bisnaga, que eu tenho tendência a apreciar cada vez mais. Sinto que esse processo é o que deixa a minha pele ainda mais limpa.  No quesito anti-idade, como promete, não sei aferir, de facto, os seus efeitos. Entre seruns e cremes que uso, o que posso dizer é que limpa a pele, deixando-a  realmente suave, mas não mais do que isso, já que outros produtos poderiam estar a ter resultados anti-idade muito mais notórios. De qualquer forma, pelos 18,9 € /ca R$58 que custa uma bisnaga de 200 ml (que durará seguramente largos meses, dado que este tamanho de viagem durou umas três semanas), para usar à noite, na Cocoon Center, será provavelmente um produto de limpeza que vou considerar no próximo Inverno.   

Entre totais decepções a amores surpresa, julgo que até teve um balanço positivo esta minha leva de produtos em tamanho de teste. Para mal dos pecados da minha carteira, já que aguça vontades e curiosidade. Um dia, testarei os que mais me agradaram com tempo e calma, podem apostar.  

domingo, 20 de abril de 2014

Boa Páscoa!

foto: arquivodereceitas.com

Comam uma fatia (ou mais) de folarzinho torradinha com manteiga por mim, que deste lado a tradição são (apenas) os ovos de chocolate e a canjica. :)

Semanagram # 2

Aqui no Rio, a Páscoa este ano foi sinónimo de alguns feriados próximos, que facilmente se tornaram num "feriadão" propício a um passeio mais longo. Muita gente dos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais vieram até à região dos Lagos, Búzios, Arraial do Cabo ou, onde temos família, Cabo Frio, para fugirem da chuva que teima em cair por esses lados e aproveitarem as praias de água claríssima e areia fina, branca, e este Sol fantástico que temos apanhado.

Nós, como não poderia deixar de ser, deixámo-nos seduzir não apenas pela paisagem mas também pelas iguarias da região, apresentadas pelos nossos anfitriões. Fui mostrando tudo, no Instagram. Ficam alguns momentos por lá partilhados, mais uma vez. :) 

O maior pastel de já comi, no Festival de Lulas de Arraial do Cabo / Pôr do Sol no Canal  
Uma fruta de cacto de um vermelho lindo
A ler Game of Thrones na rede = momento de relax total / Uma aldeia piscatória / A melhor cocada

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Guacamole

por Carol Vannier

Sexta-feira santa, cadê a receita de bacalhau? Pois é... vai ficar pra uma próxima vez. Mas para quem, como eu, não é a dona da cozinha onde se dará o almoço de páscoa, o post de hoje pode vir a calhar. É sempre bom ter na manga aperitivos ou sobremesas gostosos para levar e ajudar o(a) anfitriã(o).

Aproveitando que abacate está na época, e que ganhei um de presente do quintal do vizinho, resolvi tentar a sorte com o guacamole. Eu já tinha feito uma vez antes, sem achar assim fantástico. Dessa vez pude concluir algumas coisas: uma é que o abacate estar maduro faz ficar bem mais gostoso, pelo menos para mim. Outra é que não gosto de exagerar no limão, mas posso pesar a mão no coentro. Então se você já comeu/fez um guacamole que não te despertou grandes interesses, tente ajustar essas variáveis, porque faz muita diferença! E não esqueça do sal. Pra um abacate grande a quantidade certa de sal pode parecer muito, mas não economize porque não vai ter graça nenhuma!




GUACAMOLE

Ingredientes:
1 abacate grande maduro
2 tomates maduros e firmes
1 cebola roxa
meio maço de coentro (ou quanto você preferir)
1 pimentas dedo de moça (pra quem gosta bem apimentado, pode ser mais, mas prove antes!)
1 limão
sal e azeite a gosto.

Preparo:
  • Pique no menor tamanho que você tiver paciência a cebola e os tomates sem sementes. A proporção de cebola e tomate para o abacate pode ser difícil de reproduzir, dado que eles variam muito de tamanho. Se achar que é muito, guarde a cebola e o tomate picados pra um molho à campanha.
  • Abra o abacate, tire a polpa e amasse com um garfo.
  • Pique o coentro e a pimenta e misture tudo, espremendo o limão e temperando com sal e azeite.
  • Prove para acertar as quantidades de tempero.


quinta-feira, 17 de abril de 2014

MISAKO | Companheiros de viagem


Se, por um lado, viajar,  conhecer novos espaços e lugares, é extremamente interessante e toca o que mais de profundo há em mim e que me faz desejar fazer da vida isso, como uma globe trekker, por outro, ter a mesma vida em malas e necessaires não é nem fácil, nem animador. Escolher a roupa consoante os dias, prevendo momentos e climas, adivinhando necessidades futuras e, muitas vezes, esquecer aquela coisinha que, naquele lugar, seria essencial, é, ao mesmo tempo, um processo cada vez mais célere e frustrante. Por mais que se teste o desapego, e se faça dos dias um libertar constante daquilo que deixámos para trás, noutros cantos, há sempre aquele momento em que desejamos poder andar com tudo atrás, sem limite de peso, sem dificuldade. 

Mas, enquanto isso não acontece (que as companhias aéreas têm limite e as minhas costas -- e as do meu companheiro de viagens -- também),  ando sempre à procura de sacos e saquinhos, dos maiores aos mais pequeninos, que auxiliem na organização de algo que, à partida, já desorganiza o quotidiano. Nesta última viagem, descobri os sacos de mão da MISAKO.

Embora tenhamos sempre malas de porão tão cheias quanto nos for permitido, levamos sempre uma mala de mão, de cabine, com roupa, electrónicos, ou outro item mais delicado que não pode andar aos trambolhões. Gostamos, igualmente, que esta seja fácil de colocar no espaço por cima dos assentos e maleável, para que ninguém deixe de pôr a sua. Confesso que uma das coisas que mais me irrita, especialmente em viagens com mala de porão incluída, é a desfaçatez de algumas pessoas que levam bagagens enormes para a cabine (quando sabem que não há a rigidez de regras como em companhias low cost, então, é vê-las a crescer e a  engordar), que ocupam, quase sozinhas, os compartimentos devidos. Resultado: em voos cheios, os desgraçados que entram depois no avião, andam feito baratas tontas à procura de um espacinho para a sua mala, engarrafando o corredor e, por vezes, atrasando a descolagem. Agradável? Garanto-vos que não. 

Mas voltemos às malas da MISAKO que é esse o foco deste post e não a minha total desacreditação de quem se acha sozinho no mundo. Conheço a marca desde que abriu no Colombo e, quando quero uma mala engraçada, não muito cara, é a primeira que procuro. Não são malas para durarem uma vida, mas servem para nos acompanharem durante alguns (não muitos, vá) anos, enquanto o tamanho do bolso não permite a compra de melhores, com designs divertidos e com feitios para todos os gostos.  

A duas mais recentes aquisições na loja, que há uns meses abriu também no Fórum, em Coimbra, foram um satchel camel (o meu modelo favorito de malas, admito, mesmo que sejam supostamente para homens; que espero que aguente até eu conseguir comprar uma em cabedal da Ted Baker que, essa sim, aguente anos e anos) e uma mala de viagem, grande o suficiente para os essenciais, mas no tamanho certo para não ocupar todo o espaço na cabine. A MISAKO tem, entre 30 a 40 euros, vários modelos entre os quais podem escolher e que servirão na perfeição para uma viagem de avião ou para um passeio de fim de semana. A minha, a das girafas, tem dois compartimentos, um maior, onde coloco roupa e as minhas necessaires (sim, tenho várias) e outro, para os sapatos, secador e instrumentos que tal, e é toda de um material impermeável. Além da alça curta, vem ainda com uma mais longa para pormos ao ombro, caso nos apeteça, embora não seja das mais confortáveis para esse fim. 



No site da marca espanhola podem encontrar todas as opções, ao mesmo preço (se não estou enganada) das lojas físicas. A grande desvantagem, para quem não tem MISAKO próxima, são os 15 € de portes para a Europa, que pesam e muito, na hora de comprar. A minha favorita era, sem dúvida, a das flores e borboletas azuis, mas, além de ser  menor do que a que acabei por comprar, não havia na loja onde fui. Seria impensável comprá-la online com os portes que tem. 

    


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