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terça-feira, 18 de março de 2014

Desmistificando Diversidades # 1

1. As fotos de bico em riste não são, normalmente, as que mais favorecem. Pelo contrário, a mim, um bico feio causa-me gargalhadas, além de uma pitadinha de vergonha alheia, se muito acentuado. Não é sexy e, se até à Keira Knightley chamam a atenção para reduzir a intensidade do biquinho que fazia com os lábios, porque acharão algumas pessoas que ficam bem assim? 

2. Também se pode trabalhar em frente ao computador, e não, não é em campos de cultivo virtuais, ou plataformas de campanhas em rede. E sim, também se pode ficar cansado, e muito, por um trabalho essencialmente mental, por mais que estejamos sentados. 

3. As portuguesas não têm bigode, as francesas tomam banho e as brasileiras não são "mulheres da vida", nem são todas bombas sexuais. Get used to it! São estereótipos que não fazem bem a ninguém e o resto é conversa, que não serve nem para adormecer (apenas para me entediar horrores).  

4. Falar, escrever e gostar de produtos de beleza e maquilhagem não faz da pessoa (seja homem ou mulher) fútil e superficial. Se conhecessem algumas cabeças que estão por detrás de alguns blogs perceberiam isso facilmente. A igualdade e a liberdade estão na escolha de usar, não usar, gostar, não gostar, ser, ou não ser, e, francamente, ninguém tem que julgar o que quer que seja. Especialmente quando, e voltamos ao anterior, é uma opinião baseada principalmente em preconceitos e estereótipos infundados e que corroem mais do que constroem. 

5. Podemos ter interesses diferentes, desde a cena mais comercial e cliché do mundo, ao som que só meia dúzia de pessoas apreciam. Ver filmes de bilheteira e o mais escondido cinema independente, non-sense ou não. Ler livros brilhantes e outros apenas pelo entretenimento da coisa. Ser eclético é bom e recomenda-se.

6. Há quem goste do filme Sweeney Todd, mesmo com o Johnny Depp a cantar (por sinal, há quem goste do JD desde a Rua Jump 21 e não seja groupie ou adolescente).  

segunda-feira, 17 de março de 2014

MUFE | HD Blush, no tom 335 Fawn

Quanto mais me conheço, mais me convenço que os meus blushes favoritos são os neutros, nudes, naturais, como lhes quiserem chamar. Aliada a tal cor uma textura que não seja demasiado poeirenta, daqueles que migram e nem dão tempo para despedidas, nem colante, como alguns blushes cremosos me parecem, temos uma relação duradoura. Foi o que aconteceu com o meu novo blush HD da Make Up Foverer.


A MUFE garante ter criado, com esta fórmula, um produto que se “funde com a pele para um rubor natural da pele, com um resultado duradouro”. Com uma textura fácil de misturar na pele, permite ainda uma “aplicação controlada”, supostamente perfeita para quem tem medo de, desajeitadamente, abusar do blush. Ando há semanas a usá-lo (não diariamente, mais o suficiente para o ter posto à prova) e é, actualmente, aquele no qual pego quando quero algo simples, fácil, natural e sem brilho ou confusões.


O que veio morar comigo foi o 335 Fawn, um castanho rosado, o que me pareceu o mais neutro de todos e que veio colmatar uma lacuna na colecção. A escolha pareceu-me ser bem segura, dado que, se eu, por acaso, não gostasse da textura, ao menos tinha um tom que não precisaria de muita mestria na aplicação, dado que era dos mais discretos que vi. Mas apercebi-me logo que os meus receios eram infundados.

De facto, é um produto que tem uma consistência cremosa ao toque, mas que se esbate e funde perfeitamente na pele, sem se notar as linhas de onde foi aplicado. Comparando com o Le Blush Crème da Chanel, o mais próximo que tenho dele, consigo facilmente dizer-vos com toda a certeza que parece menos pigmentado ao toque, mas que, depois de aplicado, tem um ar muito mais natural do que o primeiro, como se o tom fosse vosso, e não criado com maquilhagem. Não que não aprecie o da Chanel, pelo contrário, o meu coração é grande o suficiente para os dois, cada um na sua área de especialização e expertise, mas o da MUFE tem sido o mais recorrente, especialmente quando coloco apenas o BB da Missha, blush, rímel, um bálsamo e mais nada.


O facto de parecer natural deixou-me bastante confusa relativamente à sua duração logo no primeiro dia em que o usei. A determinada altura, já não sabia se era a minha pele que estava com um toque de cor bonito, ou se era o produto em si. Foi só na altura da desmaquilhagem que me apercebi que ele ainda estava na pele, quando dei por mim a ficar mais pálida em frente ao espelho, e o “calor” da minha pele a ir embora com o disco de algodão. Percebi que, efectivamente, estava perante um senhor produto, cumpridor de promessas.   

Consoante a cor que escolherem, parece-me portanto uma boa aposta para quem gosta de um rubor natural na pele, e que não sai de casa sem uma base ou um BB cream. O blush HD criará, discretamente, esse efeito. Sublinho, discreto. Não esperem ter um ar tcharam com este produto, arrisco-me a dizer que tal não será conseguido (se bem aplicado) independentemente da cor. Este é, como o nome indica, para dar o efeito de segunda pele, o mais natural possível, que fique, como garante a linha, bem em fotos e vídeo. 

Encontram este blush HD nas Sephoras por aí, provavelmente entre 25 e 30 euros (comprei o meu com promoção, muito mais barato, na loja francesa, onde a MUFE é, normalmente, mais acessível). Nos Estados Unidos são, mais uma vez, mais baratos do que noutras paragens. Já estamos habituadas a isso, nada a fazer. 

domingo, 16 de março de 2014

Dicas que dão jeito # 11 - Salinha vai à Laurinha

Quando a página de facebook da Laura Mercier Paris nos informa que teremos, à nossa disposição, para tirar dúvidas, mostrar como um ou outro produto se usa e qual a melhor maquilhagem de pele para nós, um maquilhador internacional, conceituado, é óbvio que ficamos interessadas e, no meio do nosso horário (felizmente, no meu caso, mais flexível, este ano), lá pegamos nós no telefone para marcar uma horinha para um “me time”. Foi assim que, esta semana, tive uma horinha muito interessante no Bon Marché, na companhia da Rania (conselheira LM do balcão do BM) e de Benjamin Ruiz, o especialista da vez.


Levei a minha Luxe Wardrobe, porque, afinal, já que era para tirar partido dos produtos da Laurinha, que eu adoro, mais valia começar pelos que já tinha. A cara ia sem nada, nem uma base, nem corrector de borbulhinhas, para que pudessem avaliar, assim a nu, o que melhor se adequaria à minha pele (Gostava de acordar à la filme, maquilhada e perfeita, mas, confesso, o meu acordar é muito mais primitivo do que isso). Cheguei à hora, até uns minutos antes, depois de meia hora de caminhada, que bem me soube. Estava prontinha.

Em jeito de tópicos, que é mais prático, farei a listagem dos passos e produtos, especialmente para pele, que usaram em mim, com uns pequenos comentários. Relembro que eu tenho pele normal a mista (aqui em França, mas mista a oleosa, no Verão ou climas húmidos), sensível e, neste momento, ligeiramente desidratada (estava a testar um produto que não será o mais adequado para o clima seco, mas sim para o húmido, e já o larguei), portanto, os produtos serão sempre os mais indicados para este tipo:

1. Em primeiro lugar, aplicaram-me o primer mineral, por considerarem o mais adequado para peles sensíveis. Claro que, se fosse comprar um dos famosos e, pela minha experiência com este, francamente bons, primers da marca, compraria o oil free, por conhecer a minha pele o ano inteiro, mas gostei de experimentar este.

2. De seguida, mais uma novidade. Eu, que sempre achei que o melhor seria a base silk cream, levei com uma base Oil-free Supreme, no tom Blush Ivory. Eu sou de sub-tom quente e, provavelmente, depois de uns meses sem sol aqui em França, um NC 20. Gostei francamente de como assentou na pele e, especialmente, de não se ter mexido o dia todo. Pelo que me disseram, a silk cream seria melhor para peles mais secas, e se quisesse uma cobertura maior. Para um clima húmido e quente, aconselharam, por exemplo, um tinted moisturizer oil-free ou um pó mineral. Disseram-me, novamente, que a base deve ser exactamente no nosso tom de pele, o que faz que tenhamos de ter sempre dois tons distintos; um para o Verão e um para o Inverno, que possamos misturar para tons intermédios, por exemplo.

3. Para camuflarem as regiões menos perfeitas da minha pele, como algumas manchas de borbulhas antigas, ou zonas mais escuras, usaram os dois pesos pesados da marca; o Secret Camouflage e o Undercover pot, no tom 3. Ambos são absolutamente fantásticos, não acumularam, ficaram perfeitos o dia todo e cumpriram a sua função, naturalmente, sem efeito de reboco, com mestria e dignidade. Não serei eu a falar mal destes tão adorados produtos, pelo menos não nas duas ou três vezes que os experimentei. Parece-me que teremos relação mais próxima brevemente.  

4. Um passo que sublinharam que nunca deveria ser descurado (e que, confesso, não faço muitas vezes) foi a aplicação do pó, por cima da base. Em primeiro lugar, usaram o Invisible loose setting powder universal, translúcido, que é a coisa mais leve e aérea que alguma vez vi. Não sei como se porta com fotos de flash, mas confesso que, nesta primeira abordagem, é muito mais fininho e de toque mais perfeito do que o da Make up Forever que tenho. De seguida um pózinho perlimpimpim para aquecer uma cara acinzentada do Inverno, mas não demasiado, um matte radiance powder, aplicado com a finishing brush, que lhe deu um ar muito leve e natural. Com aquele tom e brilho que vêm de dentro, se é que me entendem. Segundo me explicaram, o primeiro pó é essencial para os outros pós de cor assentem de forma natural, sem se agarrarem aos produtos líquidos e formarem aquelas manchas mais pigmentadas que algumas vezes vemos por aí. A verdade é que esta filosofia do flawless skin, a pele perfeita, da Laurinha é uma das melhores que já tive a oportunidade de experimentar e, não fossem todos os produtos de acesso mais dificultado, sem existir balcão em Portugal e sempre sem promoções, podem crer que já estavam todos com o seu lugar devido, no grupo dos mais queridos, na minha colecçãozinha de maquilhagem. Até o pincel foi apreciado pela minha pele, que se pela (salvo o trocadilho) por umas carícias com cerdas das boas.

5. De seguida, passaram para a maquilhagem. Nos olhos, um Caviar Stick em Sandglow, lindíssimo, um cobre com toque caqui, que fica perfeito como base de uma série de sombras, ou sozinho, no Verão. Já pus à prova os meus mini caviar sticks em ambientes bem húmidos, como jacuzzi e piscina aquecida, e os meninos não mexem, de todo. Daqui a nada, testo-os na humidade brasileira e, se forem tão bons quanto estou a pensar, toca a exigir a Laurinha por esses lados que serão, sem dúvida, produtos indispensáveis para dias em que a maquilhagem menos resistente escorre pela cara. Por cima uma sombra, um eyeliner, um rímel e já está, bem simples.

6. Como blush, aplicou o Barely Pink, um Second Skin Cheek Colour que fica discreto e muito natural, com um pincel cheek colour da marca, que eu adoro (mais uma vez, confesso). Segundo Benjamin Ruiz, a Laurinha não gosta do blush “esticado” para cima, como se faz para dar um efeito lifting, mas sim esbatido, de forma muito natural, nas regiões onde normalmente enrubesceríamos, sem subir muito.   

7. Para iluminar o rosto usou o Golden Shimmer, o pó que vem na Luxe Wardrobe, por toda a cara, com o pincel finishing também. Admito que tremi quando ele disse que se poderia fazer assim, dado que, com todos os pincéis que tenho, o resultado ficaria mais próximo do dourado Xerxes, do 300, do que de um glow natural. Mas com o pincel que usou, tiro o chapéu, ficou muito bem.

8. (Já me ia esquecendo) Nos lábios, depois de um creme de hidratação SOS, de tão secos que estavam, que até me pareceu interessante, mas usá-lo-ia apenas à noite, se o comprasse, aplicaram aquele que, provavelmente, é o baton mais parecido com o tom dos meus lábios, o crème smooth lip colour em Spiced Rose . É, por isso, um nude perfeito para lábios naturais, mas embelezados, com ar de hidratados. Estava a usá-lo numa das fotos que publiquei no Instagram, para ver do que falo. Não é um baton de longa duração, devendo ser reaplicado ao longo do dia, já que aguenta umas quatro horas nos lábios, sem comer nem beber, e não mais. A mim isso não me incomoda, mas há quem prefira fórmulas mais duradouras.  

No final, ainda ficámos a falar das maravilhas dos Shimmer Blocs, dos mais apreciados pelo Benjamin Ruiz. Tanto servem como sombras de olhos, iluminadores ou blush, sempre com um pó fininho e luminoso, sem glitter em demasia. A minha adoração é pelo Golden Mosaic, que virá morar comigo muito em breve, mas os outros são igualmente bonitos.  Para quem gosta de produtos multi-facetados, que sirvam para vários propósitos, especialmente o de manter uma bolsinha de maquilhagem simples e eficaz, e não se incomode com algum brilho, palpita-me que este deva ser um daqueles produtos que vos faria muito feliz.  

A Laura Mercier, cujo balcão ainda não chegou a Portugal, pode ser encontrada em alguns espaços parisiences, entre os quais o Bon Marché, ou, online, na Space.nk, com entrega em terras lusas. Os preços nos Estados Unidos são os mais convidativos, pelo que, se forem até lá, ou se conhecerem alguém que vá, aproveitem. Só há o grande inconveniente de não conseguirem ver os produtos para a pele que vos assentarão na perfeição, mas, com alguma pesquisa na net e algum conhecimento sobre tons e texturas, talvez acertem à primeira. 

Entretanto, vamos pensando positivo e com força para que a Laurinha decida comercializar para Portugal e Brasil, a preços simpáticos, próximos aos dos Estados Unidos. As peles lusófonas agradecerão com pompa e circunstância, embelezando-se alegremente.


sexta-feira, 14 de março de 2014

Utilidades de cozinha

por Carol Vannier

Existem alguns equipamentos de cozinha que considero de grande ajuda, mas por um motivo ou outro não são tão populares aqui no Brasil. Como não estão em toda cozinha, viram artigo de luxo e quando dão as caras nas lojas, muitas vezes são vendidos a peso de ouro.

Muitos deles são simples bugigangas feitas na China, só que algumas chegam aqui bem mais caras do que nos sites chineses. Então antes de comprar é sempre bom dar uma olhada na internet pra ter uma ordem de grandeza. Se você encontrar nas lojas por um pouco só a mais, pode valer a pena por não ter que esperar os longos prazos de entrega. Mas às vezes a economia é tão grande que é melhor esperar com o bolso mais feliz ;)

Vou citar aqui alguns itens que considero pouco apreciados, mas se você está querendo alguma outra coisa que eu não mencionei, procure por ela em sites como o Ali Express ou o Deal Extreme e veja se tem sorte.

Balança digital

fonte: Extra
Fonte: Deal Extreme
Pra mim nenhuma outra forma de medir ingredientes faz mais sentido do que na balança. Talvez minha formação científica reforce minhas neuroses naturais, mas eu realmente acho que todo mundo devia ter uma balança na cozinha. Não é que seja impossível medir bem de outras maneiras, mas é bem mais complicado. Você precisa de recipientes de volume conhecido, e precisa saber a densidade das coisas que vai medir, sendo que essa densidade pode variar. Já deu pancadinhas no pote de farinha pra caber mais? Pois é. E experimente ver quantos gramas de água cabem nas xícaras medidoras padrão. Elas dizem que têm 240ml mas nunca achei uma que coubesse 240g de água, nem duas que tivessem o mesmo tamanho. Claro, não estou dizendo que o seu bolo vai virar um alien só porque você usou uma xícara meio pequena pra medir, mas que mal tem ser um pouco mais preciso? Você ganha um controle melhor sobre suas experiências culinárias e ainda suja menos potes, porque pode botar uma única tigela em cima da balança e ir adicionando cada ingrediente e tarando a balança antes do próximo.


Antigamente era mais difícil encontrar por aqui balanças de cozinha que não fossem uma fortuna. Agora as opções mais baratas ficam em torno de R$50 com frete. Nos sites chineses dá pra conseguir por valores entre US$10 e US$20 dependendo do modelo, com frete incluso (normalmente o frete é incluído no preço então dá na mesma para qualquer lugar no mundo).


Termômetro de forno

fonte:  Deal Extreme
Eu acredito que existam fornos que dispensem o uso de um termômetro. Infelizmente é difícil topar com um desses no Brasil. Alguns (mais honestos eu diria) têm opções simplesmente de muito alto, alto, médio, baixo e muito baixo. Outros dão faixas de temperaturas que na maioria das vezes são mentirosas. Por essas e por outras um termômetro de forno pode ser muito útil. Infelizmente ainda me deparo com outro problema: a não-uniformidade da temperatura. Eu sempre tenho que girar os tabuleiros no forno pra tentar garantir um cozimento uniforme. Esse tipo de problema é resolvido por uma ventilação de forno, mas aqui no Brasil é preciso dar pelo menos um dos olhos da cara por um forno com ventilação.



Outros termômetros


fonte: AliExpress
fonte: AliExpress
Ok, aqui já é um pouco de exagero, mas o que vocês esperavam de alguém que escreve uma coluna de culinária? Pois é...
Eu já tive um termômetro digital com uma sonda que você podia mergulhar numa panela ou espetar numa carne, e adorava. Infelizmente ele quebrou e agora estou pensando em comprar um que fica preso na panela e é analógico (eu me acho incrivelmente azarada com equipamentos digitais). Mas para espetar carnes, o mais comum é digital mesmo, só que acho menos útil. Se bem que depois de tanto trabalho assando um pernil ou peru, é bem reconfortante ter certeza que o interior já atingiu a temperatura adequada, e que você não precisa deixar ele lá esturricando só por medo de talvez comer carne crua.

E como todo post das sextas-feiras termina com receitinhas, e mantendo a linha de utilidades de cozinha, compartilho duas receitas de produtos de limpeza feitos em casa (os dois testados e aprovados!) para você economizar uns trocados pra comprar bugigangas super úteis ;)


DESENGORDURANTE DE COZINHA

2L de água
500ml de detergente líquido de lavar louça
100ml de amônia*

Misture tudo num balde e guarde em garrafas PET. Para usar, reaproveite um desses vaporizadores dos produtos de limpeza para esguichar o desengordurante.


SABÃO PARA MÁQUINA DE LAVAR LOUÇA

(as partes são em peso, não em volume, então use sua balança!)
2 partes de borax* (borato de sódio)
2 partes de bicarbonato de sódio*
1 parte de ácido cítrico em pó*
1 parte de sal

Misture tudo e guarde em recipientes de boca larga, tipo pote de sorvete, porque ele absorve umidade e fica empedrado com o tempo. Então aquelas garrafinhas do sabão comprado pronto não são a melhor opção. 

*A amônia é vendida em frasquinhos na farmácia por menos de R$2, mas não fica exposta, tem que pedir no balcão. Já os ingredientes pro sabão da máquina foram comprados numa loja especializada em produtos químicos a varejo no centro do Rio, a B. Herzog. Pelas nossas contas custa entre 40% e 50% do preço do sabão no supermercado.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Pergunta da Salinha # 2

És pessoa de sabonete ou gel de duche?

Sou menina de gel de duche, assumidíssima, e, apesar das tentativas, não consigo voltar ao sabonete. Actualmente, estou a usar uns da Bourjois, que vos mostrei num post sobre saldos, depois de ter experimentado outros, como o da Caudalie, Yves Rocher, Rituals, The Body Shop ou o da Dove que ganha, sem dúvida alguma, o lugar de favorito em termos de hidratação. O sabonete cujo cheiro mais gosto, e é o que a outra pessoa cá de casa usa (ele sim, menino para preferir, sem pestanejar, uma barra a um creme), é o Fleur de Figuier da Roger Gallet (suposto favorito, também, da Penélope Cruz, a quem interessar a informação).  


Se este post vos interessa, vejam a primeira pergunta, da semana passada, na Salinha. Partilhem connosco as vossas respostas, que o diálogo é sempre extremamente interessante. Obrigada! :) 


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