UA-40840920-1

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Verniz da semana # 11


Nas unhas, esta semana, usei mais um produto da Bourjois. Na realidade, eu consegui fazer umas compras no site francês da marca com uma promoção muito boa e, por isso, aproveitei para lhe dar mais atenção. Entre os vernizes da encomenda, veio o 1 Seconde, no tom 16 Bleu Moonlight.

Num azul muito escuro com um micro glitter azul, apenas perceptível em algumas luzes, o verniz tem uma textura Silicone Gel, que fica opaca na primeira passagem, caso não queiram um tom bem escuro. Na foto, vêem-no com duas camadas e um top coat da Maybelline.


Aplica-se na perfeição, com um pincel largo e espalmado, panorâmico, como a Bourjois lhe chama, embora seja impossível, nas minhas, pelo menos, de pintar unha a unha apenas com uma pincelada, num segundo, como promete esta gama. Arrisco-me a dizer, até, que, a menos que tenham umas unhas bem estreitinhas, tal promessa é muito difícil de ser cumprida.

Fora isso, pensando nele como um verniz normal, o Bleu Moonlight secou bastante rápido, mais do que outros, mais comuns.  Após um minuto de espera (já depois da segunda camada dada em todas as unhas) estava, efectivamente, pronta para sair. Passei um transparente de protecção et voilá, perfeito.

Com as duas camadas e um top coat aguenta, na boa, uns cinco a seis dias. Até que uma pessoa se farte dele. Sem lascas, sem defeitos, bonito com um ar de gel, como promete. Tem um pequeno desgaste na ponta, mas muito reduzido, nada que nos envergonhe em público.

De todos os vernizes da Bourjois que experimentei, este é, sem dúvida, o que mais me impressionou. Vou tentar comprar mais um, de outra cor, da mesma linha, para ver se é qualidade verificável noutros, e não apenas neste.

Alguém já usou algum 1 Seconde noutra cor?

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Dicas que dão jeito #5

Desde que comecei o blog, tenho estado mais atenta não só a tudo o que diz respeito a maquilhagem, mas também, e devo dizer principalmente, à necessidade de cuidar da pele correctamente. Ainda esta semana disse a uma amiga minha e acredito piamente que, se não tivermos uma tela limpa, cuidada, na qual possamos trabalhar a maquilhagem em todo o seu esplendor, não vale a pena gastarmos rios de dinheiro em produtos bons que não se adaptarão como deviam. Há que reconhecer as falhas, ver o que precisamos e corrigir desequilíbrios da nossa pele. Para mim, bases, correctores, ou, num limite extremo, os botox, peelings e afins, são meras ajudas imediatas, que servirão para corrigir um problema naquele momento, mas não o previne, de raiz. E nunca ficarão tão bem como uma pele bem tratada.

Posto isto, e relembrando que sou apenas uma amadora (não sou profissional de saúde, nem de estética ou semelhantes), que gosta de se informar e de tratar da sua pele, decidi que esta era uma boa altura para partilhar uma dica de quem sempre teve pele mista a oleosa e que, com a obsessão do mate, acabou por criar problemas a uma pele boa e nada esquisita. Sei que há várias pessoas, especialmente em países mais húmidos, que fazem exactamente o mesmo que eu fazia e, em vez de repetir o meu caso um a um, mais vale torná-lo logo um post e pronto.

Há uns cinco anos eu, como tantas outras pessoas, cuidava apenas na medida do necessário da pele, com a gama Normaderm, da Vichy, para peles mistas a oleosas com tendência a acne (mesmo só tendo acne no queixo, de vez em quando), coisa que havia feito desde que me lembre de começar a cuidar da pele. Muitas vezes, até “esquecia” da parte do hidratante porque, pensava eu, “não deve ser necessário”. Nada de confusões, nada de complicações, e nada de rotinas.

Morando há um ano num país quente, mais próximo do Equador, vi-me sem creme e, não estando prevista nenhuma viagem a Portugal nos tempos seguintes, fui forçada a comprar algo que não conhecia, acreditando na “expertise” da pessoa que me atendeu (sim, sim, agora não o faria, não). Pedi-lhe o que considerava mais indicado para a minha pele, mesmo que não fosse dos produtos mais baratos. Ela olhou para mim e deu-me a coisinha mais fluida (mas supostamente das melhores marcas) para quem sofre de oleosidade. Extrema, pelos vistos, que o que ele fez à minha pele foi do pior.

Passados meses a lavar a cara com um gel de limpeza profunda, esquecendo muitas vezes o tónico e usando um hidratante fluido (que acho que nem deveria ser chamado de hidratante) o resultado foi uma pele massacrada. Poros abertos, sensibilidade, irritação, secura, escamações… E aquela sensação constante de que a pele estava cada vez mais oleosa, por mais que a limpasse.

A única solução passava, na altura, por confiar nos anos de experiência da minha mãe, que me alertava frequentemente para a importância de usar cremes de qualidade, e ler tudo o que pudesse sobre o assunto, na internet, para ver se, não podendo fechar os poros abertos, nem corrigir as consequências da falta de cuidado (pois é, achamos que não, mas há coisas que não voltam atrás, por mais botox que injectemos na pele), evitava a continuação do massacre. Em SOS, ela conseguiu enviar, por um amigo meu que, por acaso, veio a Portugal, um Super Aqua Day da Guerlain (caro, mas salvador da pátria) para tratar a minha pele com o carinho que ela precisava, sem me esquecer dos passos necessários: limpar, tonificar, hidratar. Sempre, independentemente do tipo de clima.

Desde então que tenho reconhecido os desequilíbrios da minha pele e, com muita pesquisa e consulta de amigas, profissionais e amantes do mundo da Beleza, lhe tenho dado óleos, bálsamos, , máscaras  de limpeza, hidratantes, e tudo o que seja necessário para me sentir confortável. Sem que a pele (que é mista a oleosa, sublinho uma vez mais) fique a brilhar o dia todo e sem que as glândulas sebáceas disparem a produção de sebum à louca. 

Tudo isto para chegar ao ponto principal e à minha humilde dica de hoje. Uma pele desidratada não é sinónimo de uma pele seca. E uma pele oleosa não significa que está hidratada. A minha, quando tem picos de desidratação, produz sebum em excesso e, aos olhos dos demais, parece extremamente brilhante, incapaz de reter qualquer maquilhagem. Mas lavá-la e usar produtos matificantes à toa não é a solução, no meu caso. Muito menos limpá-la profundamente, sem mais nada. Isso é convidar os meus poros a abrirem-se para o mundo, sem lhe dar o tónico e o hidratante que precisam para se recompor. Já ouvi imensa gente a afirmar que usa excelentes produtos de limpeza, exfoliantes de acção profunda e que não percebe porque continua a produzir tanto óleo e porque os poros estão cada vez mais abertos. Quando lhes pergunto: Mas o que usas depois da limpeza?, a resposta é, invariavelmente, “Nada! Credo, o clima é tão húmido que nem preciso”. Falácia comum. Infelizmente.

É, sim, preciso um cuidado com a pele mais consciente do que isto. As melhores marcas têm gamas de produtos hidratantes à base de água para quem tem a pele mais oleosa, pelo que há oferta no mercado para cada tipo de pele. Informem-se. A leitura e pesquisa na net pode ajudar-nos a clarificar muito sobre como tratarmos dela e não a massacrarmos. Antes de ter lido os alertas da Caroline Hirons sobre o Effaclar Duo, já sabia que não era produto para aplicar em toda a cara, só porque se acha que ela tem tendência a acne, mesmo quando não está em fases problemáticas. Há óleos hidratantes para peles mistas a oleosas (isso, óleos! Acreditem, funciona. Uso todas as noites um óleo da Clarins e adoro-o); Há máscaras variadas, enzimáticas, mecânicas, com ácidos, de argila, etc; existem blogues que falam com conhecimento de causa, cientificamente, sobre ácidos, produtos, técnicas, etc. (Se não os conhecem, sigam já o Make Down e a Bola de Sabão e consultem os posts anteriores, com certeza aprenderão muito.); Há pessoas, amadoras, como eu, como nós, que partilham as opiniões e experiências (mas saibam analisar criticamente o que lêem, o que significa não correr atrás de um produto-maravilha para uma pele seca que não serve para uma pele oleosa); há todo um mundo que está disponível a esclarecer dúvidas e a aconselhar, na medida do possível. 

Mesmo que estejam em climas húmidos, a pele precisa de ser cuidada e, vão por mim, há sensações de desconforto que surgem de faltas que podem ser facilmente nutridas, com uma rotina de cuidado de pele diário adaptada a nós (que não será, nunca, apenas lavar a cara e retirar-lhe todo o óleo sem a hidratar). Invistam em produtos de tratamento e cuidado da pele, mais do que tudo o resto. A maquilhagem vem depois, é secundária, sob pena de parecer reboco numa pele que queremos camuflar a todo o custo. E, também ela, deve adaptar-se ao que somos e não ao que bloggers ou youtubers que gostamos são. Nas alturas de desidratação grave da minha pele (em que produz mais óleo) posso usar uma base líquida (por mais que alguém famoso a adore)? Claro que não! Um pó é suficiente e mais do que recomendável. Há primers matificantes; há protectores solares aquosos, leves; há blotting papers; há sombras, blushes, e tudo mais de todas as formas e feitios; há tantos produtos para tantos tipos de pele que, tendo uma tela cuidada, o resto é só bónus para o embelezamento de uma tez já bonita.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Bourjois | Liner Feutre, tono 13 Noir Violine


Cuando comencé a gustar de usar delineador de ojos más cargado, negro, opté por una solución más simple, en formato de bolígrafo, de Bourjois. Ya no sé cómo o cuándo llegué al primero, pero, desde entonces, ya tuve varios productos del género, que uso cuando quiero una línea más definida y fina que la del lápiz, simple, que se haga en dos minutos.

Recientemente, encontré en la página de Bourjois en promoción, el Liner Feutre (la nueva generación de aquel primer negro que compré hace años), tono 13 Noir Violine que es, en realidad, un berenjena bonito. Sabiendo que sería siempre un tono que quedaría bien en los ojos castaños o avellanas, lo compré sin probarlo, sin verlo en la tienda. ¡Y tuve suerte!


Con una punta de fieltro más larga que la anterior, si no me engaño, este delineador de ojos es perfecto para que no se lleva bien con pinceles o productos en gel o líquidos. Parece un bolígrafo normal, con una punta fina, con el que dibujamos una línea de forma más práctica y eficiente, especialmente si tenemos una mano poco precisa y firme. Creo que es, un poco más difícil de trabajar que los otros con los cuales ya estaba habituada, más cortos, pero asumí que debería ser falta de práctica con esta nueva versión, más preparada para la definición de una línea fina de lo que otra.


La línea, después de definirla, permanece por largas horas, sin moverse, saliendo apenas con un desmaquillante. Yo tuve que usar un bifásico, para productos a prueba de agua, que mi piel es una posesiva vanidosa y no le gusta nada perder los colores que le voy dando. El clima está seco por aquí, lo que puede contribuir para esta performance, pero en Abril lo probaré con un clima más húmedo y caliente y luego os diré como se porta.


Ahora, el lado menos interesante. Por ser un delineador de ojos en fieltro (y como acontece con tantos productos de maquillaje), con forma de bolígrafo, a veces nos descuidamos y lo dejamos abierto o de cabeza para arriba. Seca rápidamente. Es importante que lo guarden de cabeza para abajo, con la tapadera bien cerrada, para evitar que dure poco tiempo. Ya tuve tres Liner Feutres de Bourjois y hubo uno de ellos que, en las idas y venidas de viajes, acabó secándose y poco uso le dí. Supongo que este, de la misma línea, necesite del mismo cuidado y atención.

Bourjois es una marca que se encuentra facilmente en Portugal y España, en las perfumerías o hasta en algunos supermercados, y es accesible en el mercado brasileño, a buenos precios, en la Dufry. Para mí, los Liners Feutre son un producto bueno, bonito y más accesibles que otros delineadores. En la página de Bourjois en Francia cuestan en precio normal, 12,60€ y yo compraba los míos en Balvera, con 30% de descuento para clientes. No llegaba a los 10€. En la Dufry brasileña están a la venta por 17 dólares (cerca de 41 reais), lo mismo que la página fancesa de la marca.

trad.- Mayte Rodríguez Moro

Mexidinha de Couve-Flor

 por Carol Vannier

Melhor do que receber uma dica boa é passar essa dica adiante, né? Então lá vai: sabe um jeito fácil e gostoso de usar uma couve-flor inteirinha, sem muita complicação, e ainda de quebra substituir um bocado dos carboidratos do seu prato? Tritura e refoga ela!

Você pode fazer isso com a couve-flor e também com o brócolis americano, que tem uma estrutura bem parecida, mas o brócolis ainda não experimentei. É só usar um processador, jogar as florzinhas ali e triturar com a lâmina dupla. A aparência final é de uma farofa grossa, e por conta de estar assim tão picadinha, o cozimento fica bem mais rápido. Olha a vantagem!



Talvez você seja daqueles que não gosta de couve-flor, talvez você associe a pobrezinha àquele cheirinho de pum... mas saiba que esse cheiro só costuma aparecer quando ela é cozida na água ou no vapor. Eu já tinha percebido que assando no forno ou na churrasqueira o cheiro não aparecia, e nesse método picadinho também não aparece. Mais vantagem!

Então se quiser fazer uma guarnição simples, pode triturar a couve-flor (ou o brócolis americano, ou os dois), aquecer uma frigideira com azeite, começar refogando um pouco de alho picadinho*, e depois adicionar a couve-flor, mexendo de vez em quando pra não deixar agarrar, por no máximo 5 minutos pra não ficar molenga. Sal e pimentinha do reino e tá pronto. Ou você pode fazer disso o início de uma mexidinha, que é o meu jeito favorito de comer um monte de vegetais e ainda assim me sentir almoçada.

A idéia da mexidinha é colocar o que tiver na geladeira. Eu começo fritando cebola ou alho, ou ambos, coloco qualquer coisa que exija algum cozimento mais longo, tipo talos de couve, pedaços grandes de cenoura (se for ralada é bem mais rápido) etc, e vou rumo às coisas que cozinham mais rápido, ou que eu só quero dar uma aquecida. Eu coloco algum grão que já esteja cozido antes (arroz integral, cevadinha, quinoa...) para dar uma sustância, e pronto.

Nessa última mexidinha eu usei meia couve-flor triturada, todas as folhas não amareladas da couve-flor, incluindo os talos (entraram separados das folhas), 3 rabanetes picados em cubinhos e as poucas folhas de rabanete que eu consegui salvar (a maioria já estava muito murcha), uns 6 dentes de alho e arroz Ráris 7 Cereais Integrais. Para temperar, sal, pimenta calabresa, pimenta do reino e um fiozinho de azeite já no prato. Rendeu para 3 ou 4 pessoas. Meu método foi meio experimental, mas foi basicamente assim:

  • Comecei com azeite na frigideira, depois metade do alho picado, depois os talos da couve flor picados, depois a couve-flor triturada, sal e pimenta, depois o arroz já cozido e os rabanetes, esses dois últimos só pra aquecer. 
  • Em outra frigideira foi a outra metade do alho e depois as folhas fatiadas fininho e sal. Eu refoguei as folhas separadas do resto porque fiquei com medo de não acertar o ponto delas se misturasse com tudo. 
  • Depois foi só misturar tudo, acertar o tempero e preparar um queijo coalho grelhado em cubos para acompanhar (totalmente opcional! a mexidinha tinha interesse o suficiente pra ser comida sozinha, mas tinha esse queijinho sobrando na geladeira...)




* Uma das maiores vantagens de ter uma faca boa, com curvatura (faca de chef), é poder fazer esse movimento de vai e vem pra picar coisas bem fininho, e o alho é das coisas que mais se beneficia. Quando você espreme no espremedor, ele já solta o "caldinho" dele, e na firigideira logo o caldinho evapora e o resto queima muito fácil. Já picadinho na faca ele mantém o caldinho e aguenta ser refogado muito melhor. Sem contar que é bem mais gostoso que aquele comprado já picado no pote.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Bourjois | Liner Feutre, tom 13 Noir Violine


Quando comecei a gostar de usar um eyeliner mais carregado, preto, optei por uma solução mais simples, em formato de caneta, da Bourjois. Já não sei como ou quando cheguei ao meu primeiro, mas, desde então, já tive vários produtos do género, que uso quando quero um risco mais definido e fino que o lápis, simples, que se faça em dois minutos.


Recentemente, encontrei no site da Bourjois em promoção, o Liner Feutre (a nova geração daquele primeirinho preto que comprei há anos), no tom 13 Noir Violine que é, na realidade, um beringela lindo. Sabendo que seria sempre um tom que ficaria bem em olhos castanhos ou avelãs, como os meus, comprei-o sem testar, sem nem o ver na loja. E tive sorte!


Com uma ponta de feltro mais comprida que o anterior, se não me engano, este eyeliner é perfeito para quem não se ajeita com pincéis ou produtos em gel ou líquidos. Parece uma caneta normal, com uma ponta fina, com a qual desenhamos um traço de forma mais prática e eficiente, especialmente se temos uma mão menos precisa e assertiva. Achei-o, contudo, um bocadinho mais difícil de trabalhar do que outros com os quais já estava habituada, mais curtinhos, mas assumi que deveria ser falta de prática com esta nova versão, mais preparada para a definição de uma linha fina do que a outra.


O traço, depois de definido, permanece por longas horas, sem se mexer, saindo apenas com um desmaquilhante. Eu tive de usar um bifásico, para produtos à prova d’água, que a minha pele é uma possessiva vaidosa e não gosta nada de perder as cores que eu lhe vou dando.  O clima está seco por aqui, o que pode contribuir para esta performance, mas em Abril testá-lo-ei com um clima mais húmido e quente e logo vos direi como se porta.

Agora, o lado menos interessante. Por ser um eyeliner em feltro (e como acontece com tantos produtos de maquilhagem), com formato de caneta, às vezes descuidamo-nos e deixamo-lo aberto ou de cabeça para cima. Ele seca rapidamente. É importante que o guardem de cabeça para baixo, com a tampa bem fechada, para evitar que ele dure pouco tempo. Já tive três Liner Feutres da Bourjois e houve um que, nas idas e vindas de viagens, acabou por secar e pouco uso lhe dei. Presumo que este, da mesma linha, necessite do mesmo cuidado e atenção.

A Bourjois é uma marca que se encontra facilmente em Portugal, nas perfumarias ou até em alguns supermercados, e está acessível ao mercado brasileiro, a bons preços, na Dufry. Para mim, os Liners Feutre são um produto bom, bonito e bem mais acessível do que outros delineadores. No site da Bourjois em França custam, em preço normal, 12,60€ e eu costumava comprar os meus na Balvera, com 30% de desconto para clientes. Não chegava aos 10 euros. Na Dufry brasileira estão à venda por 17 dólares (cerca de 41 reais), o mesmo que no site francês da marca. 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...