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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Bourjois | Liner Feutre, tono 13 Noir Violine


Cuando comencé a gustar de usar delineador de ojos más cargado, negro, opté por una solución más simple, en formato de bolígrafo, de Bourjois. Ya no sé cómo o cuándo llegué al primero, pero, desde entonces, ya tuve varios productos del género, que uso cuando quiero una línea más definida y fina que la del lápiz, simple, que se haga en dos minutos.

Recientemente, encontré en la página de Bourjois en promoción, el Liner Feutre (la nueva generación de aquel primer negro que compré hace años), tono 13 Noir Violine que es, en realidad, un berenjena bonito. Sabiendo que sería siempre un tono que quedaría bien en los ojos castaños o avellanas, lo compré sin probarlo, sin verlo en la tienda. ¡Y tuve suerte!


Con una punta de fieltro más larga que la anterior, si no me engaño, este delineador de ojos es perfecto para que no se lleva bien con pinceles o productos en gel o líquidos. Parece un bolígrafo normal, con una punta fina, con el que dibujamos una línea de forma más práctica y eficiente, especialmente si tenemos una mano poco precisa y firme. Creo que es, un poco más difícil de trabajar que los otros con los cuales ya estaba habituada, más cortos, pero asumí que debería ser falta de práctica con esta nueva versión, más preparada para la definición de una línea fina de lo que otra.


La línea, después de definirla, permanece por largas horas, sin moverse, saliendo apenas con un desmaquillante. Yo tuve que usar un bifásico, para productos a prueba de agua, que mi piel es una posesiva vanidosa y no le gusta nada perder los colores que le voy dando. El clima está seco por aquí, lo que puede contribuir para esta performance, pero en Abril lo probaré con un clima más húmedo y caliente y luego os diré como se porta.


Ahora, el lado menos interesante. Por ser un delineador de ojos en fieltro (y como acontece con tantos productos de maquillaje), con forma de bolígrafo, a veces nos descuidamos y lo dejamos abierto o de cabeza para arriba. Seca rápidamente. Es importante que lo guarden de cabeza para abajo, con la tapadera bien cerrada, para evitar que dure poco tiempo. Ya tuve tres Liner Feutres de Bourjois y hubo uno de ellos que, en las idas y venidas de viajes, acabó secándose y poco uso le dí. Supongo que este, de la misma línea, necesite del mismo cuidado y atención.

Bourjois es una marca que se encuentra facilmente en Portugal y España, en las perfumerías o hasta en algunos supermercados, y es accesible en el mercado brasileño, a buenos precios, en la Dufry. Para mí, los Liners Feutre son un producto bueno, bonito y más accesibles que otros delineadores. En la página de Bourjois en Francia cuestan en precio normal, 12,60€ y yo compraba los míos en Balvera, con 30% de descuento para clientes. No llegaba a los 10€. En la Dufry brasileña están a la venta por 17 dólares (cerca de 41 reais), lo mismo que la página fancesa de la marca.

trad.- Mayte Rodríguez Moro

Mexidinha de Couve-Flor

 por Carol Vannier

Melhor do que receber uma dica boa é passar essa dica adiante, né? Então lá vai: sabe um jeito fácil e gostoso de usar uma couve-flor inteirinha, sem muita complicação, e ainda de quebra substituir um bocado dos carboidratos do seu prato? Tritura e refoga ela!

Você pode fazer isso com a couve-flor e também com o brócolis americano, que tem uma estrutura bem parecida, mas o brócolis ainda não experimentei. É só usar um processador, jogar as florzinhas ali e triturar com a lâmina dupla. A aparência final é de uma farofa grossa, e por conta de estar assim tão picadinha, o cozimento fica bem mais rápido. Olha a vantagem!



Talvez você seja daqueles que não gosta de couve-flor, talvez você associe a pobrezinha àquele cheirinho de pum... mas saiba que esse cheiro só costuma aparecer quando ela é cozida na água ou no vapor. Eu já tinha percebido que assando no forno ou na churrasqueira o cheiro não aparecia, e nesse método picadinho também não aparece. Mais vantagem!

Então se quiser fazer uma guarnição simples, pode triturar a couve-flor (ou o brócolis americano, ou os dois), aquecer uma frigideira com azeite, começar refogando um pouco de alho picadinho*, e depois adicionar a couve-flor, mexendo de vez em quando pra não deixar agarrar, por no máximo 5 minutos pra não ficar molenga. Sal e pimentinha do reino e tá pronto. Ou você pode fazer disso o início de uma mexidinha, que é o meu jeito favorito de comer um monte de vegetais e ainda assim me sentir almoçada.

A idéia da mexidinha é colocar o que tiver na geladeira. Eu começo fritando cebola ou alho, ou ambos, coloco qualquer coisa que exija algum cozimento mais longo, tipo talos de couve, pedaços grandes de cenoura (se for ralada é bem mais rápido) etc, e vou rumo às coisas que cozinham mais rápido, ou que eu só quero dar uma aquecida. Eu coloco algum grão que já esteja cozido antes (arroz integral, cevadinha, quinoa...) para dar uma sustância, e pronto.

Nessa última mexidinha eu usei meia couve-flor triturada, todas as folhas não amareladas da couve-flor, incluindo os talos (entraram separados das folhas), 3 rabanetes picados em cubinhos e as poucas folhas de rabanete que eu consegui salvar (a maioria já estava muito murcha), uns 6 dentes de alho e arroz Ráris 7 Cereais Integrais. Para temperar, sal, pimenta calabresa, pimenta do reino e um fiozinho de azeite já no prato. Rendeu para 3 ou 4 pessoas. Meu método foi meio experimental, mas foi basicamente assim:

  • Comecei com azeite na frigideira, depois metade do alho picado, depois os talos da couve flor picados, depois a couve-flor triturada, sal e pimenta, depois o arroz já cozido e os rabanetes, esses dois últimos só pra aquecer. 
  • Em outra frigideira foi a outra metade do alho e depois as folhas fatiadas fininho e sal. Eu refoguei as folhas separadas do resto porque fiquei com medo de não acertar o ponto delas se misturasse com tudo. 
  • Depois foi só misturar tudo, acertar o tempero e preparar um queijo coalho grelhado em cubos para acompanhar (totalmente opcional! a mexidinha tinha interesse o suficiente pra ser comida sozinha, mas tinha esse queijinho sobrando na geladeira...)




* Uma das maiores vantagens de ter uma faca boa, com curvatura (faca de chef), é poder fazer esse movimento de vai e vem pra picar coisas bem fininho, e o alho é das coisas que mais se beneficia. Quando você espreme no espremedor, ele já solta o "caldinho" dele, e na firigideira logo o caldinho evapora e o resto queima muito fácil. Já picadinho na faca ele mantém o caldinho e aguenta ser refogado muito melhor. Sem contar que é bem mais gostoso que aquele comprado já picado no pote.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Bourjois | Liner Feutre, tom 13 Noir Violine


Quando comecei a gostar de usar um eyeliner mais carregado, preto, optei por uma solução mais simples, em formato de caneta, da Bourjois. Já não sei como ou quando cheguei ao meu primeiro, mas, desde então, já tive vários produtos do género, que uso quando quero um risco mais definido e fino que o lápis, simples, que se faça em dois minutos.


Recentemente, encontrei no site da Bourjois em promoção, o Liner Feutre (a nova geração daquele primeirinho preto que comprei há anos), no tom 13 Noir Violine que é, na realidade, um beringela lindo. Sabendo que seria sempre um tom que ficaria bem em olhos castanhos ou avelãs, como os meus, comprei-o sem testar, sem nem o ver na loja. E tive sorte!


Com uma ponta de feltro mais comprida que o anterior, se não me engano, este eyeliner é perfeito para quem não se ajeita com pincéis ou produtos em gel ou líquidos. Parece uma caneta normal, com uma ponta fina, com a qual desenhamos um traço de forma mais prática e eficiente, especialmente se temos uma mão menos precisa e assertiva. Achei-o, contudo, um bocadinho mais difícil de trabalhar do que outros com os quais já estava habituada, mais curtinhos, mas assumi que deveria ser falta de prática com esta nova versão, mais preparada para a definição de uma linha fina do que a outra.


O traço, depois de definido, permanece por longas horas, sem se mexer, saindo apenas com um desmaquilhante. Eu tive de usar um bifásico, para produtos à prova d’água, que a minha pele é uma possessiva vaidosa e não gosta nada de perder as cores que eu lhe vou dando.  O clima está seco por aqui, o que pode contribuir para esta performance, mas em Abril testá-lo-ei com um clima mais húmido e quente e logo vos direi como se porta.

Agora, o lado menos interessante. Por ser um eyeliner em feltro (e como acontece com tantos produtos de maquilhagem), com formato de caneta, às vezes descuidamo-nos e deixamo-lo aberto ou de cabeça para cima. Ele seca rapidamente. É importante que o guardem de cabeça para baixo, com a tampa bem fechada, para evitar que ele dure pouco tempo. Já tive três Liner Feutres da Bourjois e houve um que, nas idas e vindas de viagens, acabou por secar e pouco uso lhe dei. Presumo que este, da mesma linha, necessite do mesmo cuidado e atenção.

A Bourjois é uma marca que se encontra facilmente em Portugal, nas perfumarias ou até em alguns supermercados, e está acessível ao mercado brasileiro, a bons preços, na Dufry. Para mim, os Liners Feutre são um produto bom, bonito e bem mais acessível do que outros delineadores. No site da Bourjois em França custam, em preço normal, 12,60€ e eu costumava comprar os meus na Balvera, com 30% de desconto para clientes. Não chegava aos 10 euros. Na Dufry brasileira estão à venda por 17 dólares (cerca de 41 reais), o mesmo que no site francês da marca. 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Too Faced | Chocolate Bar


Desde que a Too Faced espalhou que viria por aí uma paleta de olhos com sombras à base de cacau natural 100%, com cheirinho a chocolate, não foi preciso muito para perceber que essa seria uma excelente oportunidade para testar a marca. Já tinha lido e ouvido maravilhas às sombras, portanto, mesmo sem tester, decidi trazer a Chocolate Bar assim que a vi no balcão da Sephora (com 20% de desconto feito por um caixeiro brasileiro que descobri este mês e que se tornou rapidamente o meu favorito).

A embalagem, que é nela que se fixam os olhos em primeiro lugar, é um estojo em metal, castanho, como se fosse uma barra de chocolate. Fecha com um íman, que segura o suficiente para não abrir quando está de cabeça para baixo, mas não tanto quando os da Inglot, podendo ceder com alguma facilidade e comprometer as sombras em viagem, por exemplo. Parece-me daqueles estojos rígidos, do género, que tínhamos (ou eu tinha, pelo menos) na escola primária que, no final do ano, já nem fechava de tão desengonçado que estava. Atrás vem a descrição da colecção de 16 sombras, inspirada num dos best-sellers da Too Faced, o Chocolat Soleil Bronzer (que alguém ficou logo curiosa de experimentar), que complementa, supostamente, qualquer tom de pele.


Abrindo a caixinha, que é o que mais nos interessa, sentimos imediatamente o cheirinho a chocolate. Não é nada enjoativo, nem a chocolate de leite. É aquele aroma a cacau em pó que usamos nos bolos. Tem um espelho largo, na parte interior da tampa, que servirá perfeitamente para nos maquilharmos, caso não tenhamos outro à mão. Na parte de baixo encontramos as delícias da paleta, 14 sombras com 0,95 g e duas com 2,8 g. A maioria não é muito grande, especialmente quando comparadas com outras paletas, de outras marcas, mas, convenhamos, acabar sombras destas demora sempre imenso tempo.

A diversidade de cores e acabamentos chama logo a atenção. Além dos dois iluminadores, maiores, um mate e outro acetinado, temos uma variedade de tons castanhos, neutros, rosas, e ameixas, arroxeados ou a fugir para o vinho. Algumas sombras são totalmente mate, outras com um acabamento mais brilhante e amanteigado e três com purpurinas grandes. Vemos que temos paleta para dia, noite, maquilhagem neutra ou dramática, sempre em tons mais quentes, o que a torna excelente para quem tem, naturalmente, um tom mais dourado o ano inteiro, ou só no Verão. Caso fiquem pálidas e acinzentadas no Inverno (como eu estou agora), não ficará provavelmente tão bem. Bronzeadas? Lindo!


Passo então às fotos, bem mais eloquentes do que qualquer descrição minha no que toca a cores e acabamentos. Os nomes das sombras são todos bem docinhos, como poderão ver, o que é algo bastante original.


Na primeira fila temos cinco tons:

Gilded Chocolate –Um castanho escuro com purpurinas douradas, que, como os semelhantes, esfarela um bocadinho, embora seja pigmentado ao ponto de não precisarmos de grande trabalho. Cuidado na aplicação porque cai para as bochechas.

White Chocolate – Claramente um iluminador, matte, que pode parecer pouco pigmentado pela semelhança ao meu tom de pele mas é mais macio do que o anterior e cumpre a sua função dignamente. É um beige clarinho, quente/amarelado.

Milk Chocolate – Um castanho claro mate , macio, que em duas camadas fica bom, embora não se destaque logo à primeira vista ou aplicação.

Black Forest Truffle – É um ameixa com purpurinas prateadas e avermelhadas, que também esfarela, podendo cair para as bochechas quando aplicado. É daquelas que precisam de cuidado e de um bom primer.

Triple Fudge – Castanho escuro mate, que deixa a desejar em termos de pigmentação. Tem se ser bem trabalhado na pálpebra. Não é dos piores mates que já vi, atenção, mas especialmente quando comparado com outras sombras, na paleta, morre na praia, servindo para escurecer um canto externo do olho ou a zona do côncavo, por cima de outra, mas muito tímido se usado sozinho.


A segunda fila tem seis tons:

Salted Caramel – um castanho caramelo, mais alaranjado, também mate, mas francamente melhor do que os anteriores. Pigmentado e cremoso q.b. para uma sombra com este acabamento. Surpreendeu-me.

Marzipan – Foi a primeira das sombras que me fez  abrir um sorriso grande de satisfação. De acabamento acetinado, é amanteigada e pigmentada, aplicando-se sem grande esforço ou necessidade de pincel-maravilha. É um rosa velho, com laivos de champagne quando aplicado.

Semi-Sweet – Um castanho médio, mate, de subtom quente, que se porta muito bem. Não fica opaco na primeira passagem, mas pode ser trabalhado, quase sem esfarelar, obtendo um tom castanho muito bonito e versátil.

Strawberry Bon Bon – É um rosa barbie que, depois de aplicado, fica bastante claro. É macia e pigmentada, embora tenha uma aparência poeirenta, se mal esbatida. Aplicá-la em camadas e “limpando-a” a cada passagem, ajuda a ficar bem.

Candied Violet – Um roxo de subtom frio/azulado com purpurinas prateadas e rosa choque. Estava à espera de algo de pior qualidade, pelo acabamento, mas, apesar de esfarelar, à semelhança do Black Forest Truffle, é mais pigmentada e macia (embora nem se compare às acetinadas).

Amaretto – Um cobre avermelhado, que puxa para o vinho (mais na paleta do que na pálpebra. É acetinada, pigmentada e amanteigada. Daquelas que quase se aplicam sozinhas.


A terceira fila continua com os neutros:

Halzenut – Um castanho médio acobreado, avermelhado, numa sombra acetinada e com algumas purpurinas muito fininhas. É bem pigmentada e cremosa, das de se levantar o chapéu.

Crème Brulée – É um dourado discreto, acetinado. Uma sombra de acabamento metálico, mas não é excessivamente brilhante, e é bem pigmentada e amanteigada. Com a pele bronzeada, deve ficar fantástica (bem conjugada com outro tom).

Haute Chocolate – Castanho mais escuro e acetinado, ligeiramente menos pigmentado que as anteriores, e menos macio ao toque, mas igualmente bonito.

Cherry Cordial – Parece-me um beringela com subtom vermelho, mate e com purpurinas. É, talvez, dos mates mais pigmentados da paleta, não se assemelhando, contudo, às vizinhas acetinadas. Esfarela um bocadinho, pelo que é mais uma que requer atenção. Gosto especialmente deste tom para uma festa no Inverno, dado que estou no meu pico de palidez.

Champagne Truffle – Mais um iluminador, acetinado, num tom champagne rosado. Na pálpebra fica mais pérola do que rosa, para ser mais precisa. É macia e bem pigmentada.

As melhores sombras em termos de duração são, sem dúvida, as acetinadas, devendo as mate, pelos testes no braço, desaparecer com muito mais facilidade. A opacidade depende bastante do acabamento, também, sendo as mate as menos densas. Ontem usei uma combinação de duas sombras, uma de cada acabamento, e a mais baça e menos pigmentada, como seria de esperar, desapareceu ao fim de algumas horas, mesmo com uma boa base por baixo. A acetinada manteve-se firme até ser removida com o desmaquilhante da Clarins.

No geral, para quem anda à procura de uma paleta de neutros mais mate, não me parece que o consiga com a Chocolate Bar. Para isso, terão a Naked Basics. Quem ainda não tem paletas neutras e quer boas sombras quentes, acetinadas, com as quais possam criar um olho mais discreto, para o dia, e uma maquilhagem com mais brilho e intensa, à noite ou ocasiões festivas, julgo que poderá ser um bom investimento. Complementa muito bem um tom quente, dourado e bronzeado.

Para primeira incursão na Too Faced, confesso que fiquei bastante satisfeita. No global, as sombras fazem jus ao que tenho ouvido da marca. Fiquei curiosa com os restantes produtos, nomeadamente o pó bronzeador, que, pelo que tenho lido, é o “holy grail” de muitas utilizadoras.

A paleta, da coleção de Primavera da Too Faced, marca americana, está à venda na Sephora e ronda os 45 euros, sensivelmente 2,8 € por sombra. 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Delineadores | El castaño para días menos dramáticos


Cuando quiero delinear mis ojos, color avellana, con un tono no tan oscuro como el negro y más neutro que el azul, recorro siempre al lápiz castaño. Da aquel toque maquillado sin el lado dramático e intenso que el primero, y conjuga bien con mis ojos, cabello y piel de brunette convicta y asumida.

Por eso, y sin más demoras que este será un post comparativo, normalmente más largo, os muestro los lápices de ojos que uso para este fin, unos más oscuros que otros, algunos mate, otros con glitter.


1. Urban Decay 24/7 tono Corrupt - Este lápiz da UD viene en el kit que mi primo más joven me regaló en Navidad y que estoy adorando. En un tono más cobre que el castaño, rojizo, es un lápiz aceitnado, cremoso como los restantes lápices de la marca, y con purpurinas. No es, con todo eso, demasiado brillante cuando es aplicado, dando apenas algún destaque de luz en los ojos, que, aún con eso, para quien aprecia productos más discretos y mate, no será el más indicado. En términos de duración, curiosamente, estando en la línea de los que se portan mejor a lo largo del día, no tiene la misma prestación que sus primos Sabbath o Perversion. Está más cerca del Zero, pero es un poco peor.

2. Bourjois Khôl & Contour Shadow and Light 13 Brun & Caramel - Más una vez, Bourjois fue una de las primeras marcas que me acompañaron, desde esa época en la que solo utilizaba un lápiz y un rimel, transparente, y poco más que un bálsamo labial. Este tiene la ventaja de ser un dos en uno, con el iluminador dorado caramelo en la otra punta. El tono más oscuro es un castaño medio, caliente, bastante pigmentado y cremoso. Garantiza una buena prestación hasta 16 horas y confieso que aguanta bastante, casi sin moverse, aunque nunca lo he puesto a prueba a tal compromiso. Para dos tonos, queda con el sello de ser el mejor en términos de precio/calidad.

3. Body Shop Eye Definer 02: Brun Intense - Fue mi primer lápiz de ojos castaño (¡imagin los años que tiene!) y aún anda aquí, macio. Es muy parecido con el anterior, aunque más claro. Es confortable en la aplicación, cremoso y pigmentado. En los ojos dura menos que el de Bourjois, aunque sirve para aguantar algunas horas en la calle sin moverse mucho. Cuidado para no restregar los ojos porque se puede emborronar.

4. Sephora Khol et Contour Waterproof, 03 Keep Brown - De todos, es el más parecido con el primero, de Urban Decay, pudiendo ser una óptima alternativa, más barato. No es igual, veamos. Es un tono tirando más para bronce, con alguna purpurina, pero mucho más discreto que el de UD. Es cremoso y dura algunas horas, pudiendo difuminar un poco. El lápiz viene con una esponjita que puede ser usada para difuminar el trazo, cuando se quiere algo menos recto y suave. Tiene la gran desventaja de solo venderse en Sephora, inaccesible para mucha gente, aún.

5. L’Oreal Color Riche Le Kajal, 502 Brown - Este lápiz despertó mi curiosidad por afirmarse ser más intenso que los restantes y lo traje en una promoción de “lleve 3 pague 2” de la marca. Es, sin duda, el más oscuro del grupo, pudiendo llegar al casi negro si lo aplicamos intensamente. Ahora, es, igualmente, el que se va más rápido con cualquier gota de agua, sudor, o lo que sea.. Es de los más baratos y, en la Balvera, con las promociones normales, gana tal vez por ser el más accesible, pero no se olviden de llevar en el bolso para retoques, especialmente en el Verano o en días más emotivos.

6. Laura Mercier Longwear Crème Eyepencil, Espresso - ¿Si Laurita alguna vez me decepciono? Hasta ahora, ¡nunca! Este lápiz venía en la paleta de marca que Mamá Noel me dió y que me encanta. Es un lápiz super macio, en un tono castaño más frío e intenso que los primeros, mate y que no se mueve durante horas y horas. Confíen en él que no os dejará en mal lugar. Es el más caro, es verdad, y, de Portugal, sólo lo conseguirán encontrar online na Space.nk, pero, para quien pueda y/o quien viaje hasta un país que tenga mostradores de la marca, y un investimiento de satisfacción garantizada. Este es, sin duda el mejor lápiz castaño del grupo.

Después de los azules y de los negros, juzgué que los castaños merecían entrar en la orden del día con un post sólo para ellos. Seguidos de los coloridos, que no son tantos, pero que van desde el caqui normal, mate al morado intenso y brillante. Que aquí nos gusta variar. Y mucho.

¿Cuál es vuestro lápiz castaño favorito?
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