UA-40840920-1

domingo, 19 de janeiro de 2014

Objecto de desejo* #12

Shimmer Bloc, Golden Mosaic, da Laura Mercier, 37 €

Quando uma pessoa queria algo tipo o Shimmer Brick da Bobbi Brown, mas algo a impede sempre de comprá-lo, e depois descobre este pó da Laurinha, percebe perfeitamente que eram os astros a tentar mostrar-lhe que este sim seria, efectivamente, o seu amorzinho. 

* que um dia há-de ser meu.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Trucos que ayudan #3

Después del truco de los ojos, el vídeo de Wayne Goss para ayudar a reconocer el tipo de rostro ha sido, para mí, uno de los más útiles como basis para todo lo que se refiere a los rasgos faciales, utilización de bronceador y crema iluminadora. En los puntos clave, el maquillaje puede dar, de hecho, la ilusión de cambiar la forma de nuestro rostro, camuflando lo que queremos esconder y poniendo de relieve lo que tenemos de mejor.

Por eso, os dejo tres videos interesantes: el primero, del maquillador británico y los otros de la estupenda Lisa Eldridge, sobre cómo modelar e iluminar la cara. Para mí, son de visionado obligatorio por tod@s los que pretendan aprender un poco más de maquillaje, sin errores y natural.





trad. - Sílvia Cariano

Dicas que dão jeito #3

Depois da dica dos olhos, o vídeo de Wayne Goss para ajudar a reconhecer o tipo de rosto foi, para mim, um dos mais úteis como base para tudo o que diz respeito à modelação facial, uso de bronzer e iluminador. Nos pontos chave, a maquilhagem pode dar, efectivamente, a ilusão de alterar o formato do nosso rosto, camuflando o que queremos esconder e pondo em destaque o que temos de melhor.

Deixo-vos, por isso, três vídeos interessantes, o primeiro do maquilhador britânico e os seguintes da fantástica Lisa Eldridge, sobre modelar e iluminar a face. Para mim, são de visualização obrigatória por todos os que querem aprender um pouco mais sobre maquilhagem, sem erros e natural.  





Os vídeos da Lisa Eldridge têm, em vocês, o efeito relaxante que têm em mim? A voz dela acalma-me imenso.  :)

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Tsatsiki e Iogurte Caseiro

por Carol Vannier

Já deu pra reparar que nesse nosso blog ninguém é muito dado a ficar fixo num só canto do mundo né? E pra mim viajar é sinônimo de comer coisas novas e absorver hábitos diferentes. Mas às vezes a gente pode experimentar pequenas viagens em casa mesmo, ainda mais depois que outros viajantes nos deixam com água na boca mandando notícias de suas andanças! Foi assim que resolvi dar um pulinho imaginário na Grécia e fazer esse Tsatsiki.

O empurrão final foi encontrar uma receita (não que não se encontre milhares de outras na internet) no Wild Fermentation, um livro fascinante para quem tem curiosidade sobre os alimentos fermentados. Ainda não pude ler muito porque dei de presente pro meu mestre cervejeiro favorito, então tenho que esperar ele terminar, enquanto vou dando espiadinhas ocasionais.

A receita do livro pede simplesmente por iogurte, então eu fiz com meu iogurte caseiro que tinha ficado meio líquido, mas achei que ficaria melhor com um iogurte firme, tipo o grego ou talvez aqueles naturais que vêm em copinhos altos, sem o soro. Para quem quiser fazer iogurte em casa, no calor em que eu vivo, não precisa nem de iogurteira! Coloco abaixo o passo-a-passo com dicas para quem vive em lugares mais frios, e o truque da minha mãe para engrossar o iogurte.

Sobre os usos do Tsatsiki, sou tão iniciante quanto se pode ser. Pelo que vejo e leio por aí, come-se como uma pastinha sobre pão pita (um pão achatado e grosso que nunca vi no Brasil), ou como acompanhamento de carnes, como molho dentro de sanduíches... ou seja, de muitos jeitos. Acho que ele feito assim mais líquido como eu fiz pode virar até uma entradinha fresca, como uma sopa fria. Não torçam o nariz, a idéia é expandir os horizontes! ;)

Por enquanto comi exatamente como mostra minha foto, mergulhando cenourinhas e mini-kaftas no potinho, e adorei! A cenourinha, por não ser rugosa como a kafta, segurou pouco molho, e nesse caso se ele fosse mais espesso seria melhor. Mas para a kafta nem fez tanta diferença e ficou uma delícia!



IOGURTE CASEIRO
dicas de Sandor Ellix Katz e mamãe

Para cada litro de leite, usar 1 c. sopa (15ml) de iogurte para ser a cultura inicial.
É importante que o iogurte inicial seja fresco, então procure no mercado o que tenha a data de fabricação mais recente. Nós gostamos muito do que vende no Hortifruti, acho que é Verde Campo. 
Outra coisa importante é a qualidade do leite. Tem muito leite de caixinha por aí cheio de conservantes, que estragam o paladar de qualquer derivado que você tente fazer. A gente sempre usa aquele leite de saquinho que ainda se encontra pra vender em algumas padarias.

Preparo:
  • Se você mora num lugar frio, você pode usar um ambiente isolado termicamente (um isopor ou bagfreezer ou aquelas geladeirinhas portáteis), e pré-aquecer tanto o pote onde vai fazer o iogurte quanto esse isolante externo, enchendo os dois, se possível, com água quente antes de tudo.
  • Aqueça o leite até as primeiras bolhas se formarem (aprox. 82°C) e depois desligue o fogo. Você pode ir mexendo para evitar queimar o fundo. Aquecer o leite até esse ponto não é essencial, mas ajuda a engrossar o iogurte.
  • Deixe o leite esfriar até ficar morno, de jeito que você consiga deixar o dedo (limpo!) dentro dele por uns 10 segundos sem se queimar (aprox. 43°C). Você pode acelerar o resfriamento colocando a vasilha do leite dentro um banho de água fria. Só não deixe esfriar demais porque os lactobacilos gostam de temperaturas mais altas que a do corpo. 
  • Misture o leite com o iogurte "semente". Não exagere no iogurte achando que vai aumentar suas chances de sucesso. Como sempre em processos de fermentação, cada micro-organismo tem suas idiossincrasias, e no caso do iogurte uma população grande demais resulta em um iogurte mais aguado e azedo. Se eles estiverem se sentindo menos sufocados, vão render um iogurte mais cremoso e suave. 
  • Para fazer um iogurte ainda mais cremoso, adicione algumas colheradas de leite em pó a essa mistura (aprox. 3 colheres para cada litro).
  • Feche o pote e coloque-o dentro do isolante que você escolheu. Se ainda tiver muito espaço livre, você pode encher garrafas de água quente (não tão quente que possa te queimar) e colocar junto lá dentro, ou ainda usar toalhas molhadas. Feche tudo e deixe num canto quieto, porque o iogurte não gosta de ser sacudido.
  • Após 8h a 12h veja o resultado. Se ainda não estiver espesso, coloque mais um pouco de iogurte pronto, aqueça novamente a mistura colocando água quente no recipiente e espere de 4h a 8h. Você pode ir deixando mais se quiser, mas ele tende a ficar mais azedo, porque mais lactose é convertida em ácido lático (pode ser interessante para quem tem intolerância a lactose).
  • Guarde o iogurte pronto na geladeira, onde ele pode durar semanas, mas o sabor vai evoluindo... Lembre de guardar um pouquinho para a próxima leva ;)


TSATSIKI
do livro Wild Fermentation, de Sandor Ellix Katz

Ingredientes:
1 pepino grande
500ml de iogurte (de preferência um tipo mais firme como o grego, ou iogurte drenado)
4 dentes de alho picados bem fininho ou passados no espremedor (fica bem picante, quem tiver medo de alho cru, é melhor ir adicionando aos poucos, e talvez parar antes)
1 c. sopa (15ml) de suco de limão (aprox. meio limão)
2 c. sopa (30ml) de azeite
1/4 de xícara (60ml) de hortelã ou salsa, ou uma mistura dos dois, picadinhas
Sal e pimenta do reino branca a gosto

Preparo:

  • Rale o pepino no ralador ou processador, coloque numa peneira com um pouco de sal e deixe escorrer a água por 1 hora.
  • Misture todos os ingredientes. Prove para acertar o tempero, pois a maior parte do sal no pepino vai embora com a água.
  • Deixe na geladeira até a hora de servir.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

EVE LOM | El recién descubrimiento de los bálsamos de limpieza facial

Después de un mes de uso casi ininterrumpido (puedo haber faltado un o otro fin de semana) del bálsamo de limpieza de Eve Lom puedo finalmente decir: ¿Sabía lo que era irradiar antes de él? ¡No, no lo sabía! Vivía bien en la ignorancia, atención, con mi gel de limpieza Effaclar que será, probablemente, el compañero de verano, pero, ahora que descubrí el mundo de los bálsamos de limpieza, creo que no voy a querer otra cosa. Especialmente en un clima frío y seco, cuando la piel está más sensible y propensa a todo lo que son rarezas. 
foto: lookfantastic.com
Pero comencemos por el inicio, que el tiempo es poco y la historia tiene tendencia siempre a alargarse. Al hacer mis compras de Navidad en Space.nk, el día 20 de Noviembre, tuve derecho a un saquito lleno de cositas, entre las cuales estaba un botecito pequeño de este bálsamo, perfecto para viajes. Como sabía que en Diciembre y Enero se preveían movimientos constantes entre ciudades, lo guardé. y se tornó un esencial en mi bolsita de productos de cuidados faciales que me acompañan desde hace un mes. 

Confieso que mi primera reacción a un producto que parece un bálsamo granuloso, se transforma en un aceite que masajeamos en la piel seca, con un ritual lento que no siempre se adapta a las mañanas en las que tengo prisa, no fue de las mejores. El olor a pesto (eso, la salsa, porque es lo que me recuerda, aunque no sea una característica consensuada) no ayudó mucho, a pesar de no ser intolerable como con otros, de rosa o miel. Pero estaba, de todos modos, decidida a darle un debido destaque y un periodo de experiencia adecuado. Si fuese para dejarlo de lado, sería con total consciencia de lo que estaría descartando. 

Antes de continuar, déjenme que les recuerde, que mi piel es mixta y, creanme, tiene (¡o tenía!) alturas de deshidratación que me hacen responder con más, y más, producción de sebum (una palabra horrorosa, pero cumplen a quien la inventó), volviéndola mucho más grasa. ¿Qué hacía? Utilizaba todo lo que eran productos para matificar y retirar esa grasa, sin saber que lo que la piel precisaba eran productos hidratantes, para no sentirse tan atacada. Resultado: burbujas constantes, especialmente en la zona de la barbilla y piel brillante a lo largo de todo el día. 

Hace unos meses que la trato con dignidad por lo que, cuando este bálsamo vino a parar en mis manos, fue con algún recelo pero aún más curiosa y decidí separarme por un tiempo del gel de limpieza y entrar en el mundo de estos productos con aceites naturales. ¡Y bien que hice! 

Pasemos entonces al cleanser de Eve Lom que es para eso que abrimos este post y aquí estoy contando mis aventuras por este mundo. Después de una semana de uso, el aspecto de mi piel mudó completamente. Habiendo continuado con el mismo ritual en términos de uso de los restantes productos y será, por eso, de confianza afirmar que este fue el responsable por la visible mejoría. Más suave al tacto, más homogénea y calma, ahora brilla de otra forma, que nunca había visto antes. No es grasa, es resplandeciente. Hubo días en los que ni salía con base, corrector, polvos o cualquier otro producto para camuflar imperfecciones, puesto que la piel tenía un aire saludable y luminosa, con el grano mucho más afinado y un aspecto regenerado. Como si hubiese pasado una semana en un spa de tratamientos, con noches bien dormidas y días relajados. 

Parece mentira, ¿verdad? Pero creanme que, a la vuelta, elogiarán mi piel y preguntarán lo que estaba haciendo. Esto en días sin base. Los pequeños granos exfolian, sin ser demasiados agresivos, mientras que los aceites tratan y acarician la piel. Maravilloso. Quien diría que sólo una piel seca adoraría este producto, puede desengañarse. La mía no lo es y reacciona muy bien. 

Pero, no todo son rosas con el bálsamo de Eve Lom. Para trabajar la piel como debe ser, tiene un ritual lento, como dije antes, precisando de masajear con cuidado y después retirarlo con un paño que viene con él, en primer lugar dentro de agua caliente. para abrir los poros y hacer una limpieza profunda, y después con agua fría. Por la mañana, puede ser un producto muy poco práctico. Por la noche, con todo, sabe muy bien. 

También contiene parabenos, cuyos efectos negativos aún no son testados, aunque muchos estén totalmente en contra. Ante la duda, siempre opto por producto sin parabenos, aunque no sea rígida en este punto. Para las conocedoras en la materia (que aquí sólo soy amateur, preparada para compartir los efectos de los productos en la piel, pero que deja a las especialistas los comentarios científicos), coloco aquí los ingredientes, para compartir con vosotras, de vuestra justicia, si quieren, o lo que piensan de ellos (si son malos, diganmelo por favor, que paro de usarlo :) ):

 PARAFFINUM LIQUIDUM (MINERAL OIL), PEG-30 LANOLIN, CETEARYL ALCOHOL, BIS-DIGLYCERYL POLYACYLADIPATE-2, ALUMINUM STEARATE, THEOBROMA CACAO (COCOA) SEED BUTTER, PEG-75 LANOLIN, CHAMOMILLA RECUTITA (MATRICARIA) FLOWER OIL, EUGENIA CARYOPHYLLUS (CLOVE) LEAF OIL, EUCALYPTUS GLOBULUS LEAF OIL, HUMULUS LUPULUS (HOPS) CONE OIL, PHENOXYETHANOL, METHYLPARABEN, BHT, BUTYLPARABEN, ETHYLPARABEN, PROPYLPARABEN, ISOBUTYLPARABEN 

Pasado un mes, el bote pequeño, de 30ml, aún está medio, usandolo por la mañana y por la noche, por lo que creo que los mayores, de 200 ml, servirán perfectamente para un año entero. Compensará, de cierta forma, el valor elevado de este bálsamo de limpieza de Eve Lom, que pueden encontrar en la feelunique (envío gratis), en Space.nk (envío gratuito a partir de 100 libras), en CultBeauty (envío gratis a partir de 50 libras) por ejemplo.

Estoy realmente satisfecha con este producto y ya tengo tengo en mi lista de test futuros otros, quizá aún mejores. Que en estas cosas, la busca de productos ideales es constante y dinámica, y no se agota en apenas una experiencia.

trad. - Mayte Rodriguez Moro
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...