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domingo, 15 de dezembro de 2013

Objecto de desejo* # 10



Mala Alma BB da Louis Vuitton, 1000 €, na Louis Vuitton francesa


*que não passa disso mesmo, já que nunca teria coragem de a comprar. :) 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Look Fiesta # 1 - Smokey dorado con la Naked, por Miss Maven

Para mí, pasar de un año para otro, galas, fiestas más formales por la noche son sinónimo de glamour y elegancia, que, en mi guarda ropa, se materializan, en la mayor parte de las veces, en “vestidos negros”. Independientemente del modelo. Aun así, en algunos casos, el vestido da lugar a una falda, o raramente, a unos pantalones, lo cierto es que el negro se mantiene como el rey de la fiesta, siendo siempre el maquillaje de los ojos el smokeys intensos.

Hasta descubrir que tenía sub-tonos calientes, usaba siempre collares plateados, los cuales me gustan mucho más. Con todo eso, ahora que descubrí que puedo hacer brillar mucho más mi piel con dorados, ya ando incorporando colores a mi ropa, accesorios y maquillaje. Debo decir que estoy adorando. Por eso, decidí que negro y dorado serían los tonos de mi noche del 31, noche vieja, aunque la pasa en casa. Porque, al final, me pongo bonita para mí, donde quiera que esté, y no apenas para que los otros me vean.  J

Ayer, mientras procuraba looks de fiesta en esos tonos, para usar este año, descubrí este tutorial, da Teni do Miss Maven, que, curiosamente, creó algo parecido con mi smokey común de fiestas con la palette Naked. No podía dejar de compartirlo con vosotros. No solo por mi adoración a Naked, la primera, de la cual ya hablé en otros posts, pero también porque adoro este tipo de maquillaje en todas las personas con la piel caliente, como la mía. ¿Os gusta? 


Look Festa # 1 - Smokey dourado com a Naked, por Miss Maven

Para mim, passagem de ano, galas, festas mais formais à noite são sinónimos de glamour e elegância, que, no meu guarda roupa, se materializam, na maior parte das vezes, em "vestidinhos pretos". Independentemente do modelo. Mesmo que, em alguns casos, o vestidinho dê lugar a uma saia, ou, raramente, a umas calças, o certo é que o preto se mantém como rei da festa, sendo a maquilhagem de olhos sempre smokeys intensos. 

Até descobrir que tinha subtons quentes, usava sempre colares prateados, dos quais gosto mais. Contudo, agora que descobri que posso fazer brilhar muito mais a minha pele com dourados, já ando a incorporar o tom na minha roupa, acessórios e maquilhagem. Devo dizer que estou a adorar. Por isso, decidi que preto e dourado serão os tons da minha noite de 31, mesmo que o passe em casa. Porque, afinal, ponho-me bonita para mim, onde quer que esteja, e não apenas para os outros verem. :)  

Ontem, enquanto procurava looks de festa nesses tons, para usar este ano, decobri este tutorial, da Teni do Miss Maven, que, curiosamente, criou algo parecido com o meu smokey comum de festa com a palette Naked. Não podia deixar de partilhar convosco. Não apenas pela minha adoração à Naked, a um, a primeira, da qual já falei noutros posts, mas também porque adoro este tipo de maquilhagem em todas as pessoas com pele quente, como a minha. Gostam?

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Vainilla

Por Carol Vannier

Por mucho tempo viví sin saber que existía vainilla sin ser aquel frasco de esencia que se compra en el mercado, ni imaginada de donde venía tal aroma. Continúo sin ser una gran conocedora, pero desde que la probé por primera vez, ¡aprendía a valorizar bastante la vaina de la orquídea!


Incluso después de esa pequeña revelación, no tengo nada en contra de la esencia industrializada, pero no hay como negar la superioridad de la vainilla verdadera. Sólo que esta calidad tiene su precio y no es muy barato, debido a la dificultad del cultivo de la orquídea. Por eso guardo mis vainas para recetas bien escogidas, o servidas en una ocasión especial, o en recetas donde ella va a brillar sin ser tapada por otros sabores más fuertes. Y mismo así, después de raspar bien la vaina, pongo la cáscara en el azucarero para,  con el tiempo, tener un azúcar con sabor levemente a vainilla.

Pero recientemente desenvolví una solución a medio plazo entre sacar la preciosa vaina del armario y usar la esencia industrializada: una esencia casera. Vi en algunos blogs que las personas hacían su propia esencia, simplemente abriendo la vaina para exponer las semillas, y metiéndolas en un vidrio con alguna bebida fuerte, como vodka, ron o whisky. El vidrio tiene que ser guardado y agitado de ven en cuando, y en más o menos 2 meses el líquido estará oscuro, listo para usar. Si se hace con un ron oscuro o whisky no sé si será difícil apreciar la transición. En mi caso usé vodka, era bien claro, literalmente. :)

Puede ir completando el vidrio a medida que se vacía, y sacudiéndolo siempre (más o menos dos veces por mes, pero sin neura) para soltar y disolver las semillas. Llegará un momento en el que se quede flojo… y ahí es cuando tuve una buena idea: después de usar una vaina en una receta, en lugar de ponerla en el azucarero, la puse en el vidrio, y allí las semillas que insisten en estar pegadas, son bien aprovechadas. Pensé en una mejor salida que el azúcar, que tiene un aroma demasiado suave. ¡Ya en el vidrio de esencia que estaba medio vacío dio un rejuvenecimiento! :)

Para quien quiera comenzar con su esencia en casa, puede hacerlo con una vaina entera, o media, dependiendo del tamaño del vidrio, y después ir añadiendo esas vainas usadas. Yo utilizo botellitas de bebida en miniatura, que son bien pequeñas, por lo que media vaina ya sirve para comenzar. Cuando fui a reformar una de ellas, usé un líquido que ya estaba claro, de una más antigua, ¡para no desperdiciar nada!

Al final de cuenta, se trata de un proyecto que tarda un poco para dar fruto, pero da casi nada de trabajo, y ¡el producto final es óptimo!
  

                                            El reformado y el que ya finalizó sus servicios. :)

trad. - Mayte Rodríguez Moro

Baunilha

por Carol Vannier

Por muito tempo eu vivi sem saber que existia baunilha sem ser aquele frasquinho de essência que se compra no mercado, nem desconfiava de onde vinha o tal aroma. Continuo não sendo nenhuma grande conhecedora, mas desde que provei pela primeira vez, aprendi a valorizar bastante a fava dessa orquídea!



Mesmo depois dessa pequena revelação, não tenho nada contra a essência industrializada, mas não há como negar a superioridade da baunilha verdadeira. Só que essa qualidade vem a um preço não muito barato, devido à dificuldade de cultivo da orquídea. Por isso guardo minhas favas para receitas bem escolhidas, ou servidas numa ocasião especial, ou em receitas onde ela vai brilhar sem ser ofuscada por outros sabores mais fortes. E mesmo assim, depois que raspo bem a fava, jogo a "casquinha" no açucareiro para, com o tempo, ter ali um açúcar levemente baunilhado.

Mas recentemente desenvolvi uma solução a meio termo ente sacar a preciosa fava do armário e usar a essência industrializada: uma essência caseira. Vi em alguns blogs que as pessoas faziam sua própria essência simplesmente abrindo a fava para expor as sementinhas, e mergulhando num vidro com alguma bebida forte, como vodka, rum ou whisky. O vidrinho tem que ser guardado e agitado de vez em quando, e em mais ou menos 2 meses o líquido estará escurinho, pronto pra usar. Se começar com rum escuro ou whisky não sei se a transição vai ser difícil de ver. No meu caso usei vodka, então era bem claro, literalmente ;)

Você pode ir completando o vidro a medida que ele vai esvaziando, e sacudindo sempre (mais ou menos duas vezes por mês, mas sem neura) para soltar e dissolver as sementinhas. Só que uma hora ele vai ficar fraquinho... E aí que eu tive uma idéia boa: depois de usar uma fava numa receita, em vez de jogar no açucareiro, jogo no vidrinho, e ali as sementinhas que insistem em ficar grudadas vão sendo muito bem aproveitadas. Achei uma saída melhor que o açúcar, que fica com o aroma suave demais. Já o vidrinho de essência que estava esvaecido deu uma remoçada e tanto! :)

Então para quem quiser começar a sua essência em casa, pode dar um ponta pé inicial com uma fava inteira, ou metade, dependendo do tamanho do vidrinho, e depois ir adicionando essas favas usadas. Eu uso garrafinhas de bebida em miniatura, que são bem pequenas, então meia fava já dá pra começar. Quando fui reformar uma delas, usei o líquido que já estava clarinho de uma mais antiga, pra não desperdiçar nada! 

No fim das contas é um projeto que demora um pouco a dar frutos, mas não é trabalho quase nenhum, e o produto final é ótimo!

O reformado e o que já encerrou seus serviços :)

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