UA-40840920-1

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Compras | Brinquedos para os próximos dias # 1

Há dias assim, que nos engolem e nos quais não nos resta mais nada a não ser sermos levadas pelo rol de coisas a fazer. Nesses dias, um post sai à noite, a que horas for, mas sempre tardio. Por isso desculpem-me, desde já, mas só agora consegui aqui vir (e assim de visitinha). 

Como ontem fui buscar umas comprinhas que fiz pela net, decidi começar a partilhar convosco as fotos, mesmo antes de as experimentar, apesar de, como curiosa que sou, já lhes ter posto o dedo (em tudo!). Não o farei semanalmente, ou até farei, não sei, dependerá da semana, dependerá daquilo que tiver encontrado (ou melhor, comprado) e posto a mão nos dias anteriores. Um post à semelhança do que faz o blog Coisas e Cenas (se ainda não subscreveram, façam-no e sigam de pertinho), que eu gosto tanto de ver e me deixa super curiosa para conhecer as opiniões que se seguirão, sobre os produtos mostrados.  


Esta semana, recebi os meus primeiros produtos NARS, umas comprinhas da Sephora francesa para aproveitar uma boa promoção e descobri os mais recentes "obrigatórios" na minha prateleira gulosa dos aconchegos gastronómicos, do SuperCor. Aqui estão eles, todos fechadinhos na foto anterior e já bem coloridos em baixo (excepto os dois últimos, por razões óbvias).


NARS Palette de blushes Killing me Softly 
NARS Palette de sombras Ride up to the Moon
NARS Mini iluminador Orgasm (oferta) 


Bobbi Brown Long-Wear Gel Eyeliner em Dark Chocolate
Smashbox Photo Finish Primer 


Vertmont Maple Syrup (para as panquecas do fim de semana)
Cafe-Tasse Chocolate em pó com aroma de caramelo 

E, nas próximas semanas, serão estes alguns dos produtos que andarei a testar. Se alguém tiver alguma dúvida, coloque-a já para que eu a tenha em consideração ao longo das minhas experiências. :) 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Banho | Clã dos Geles de Banho 1.0

Para quê ter apenas um gel de banho a uso, quando podemos ter vários? Esse é o lema que sigo e partilho com todos os que olham para o parapeito da minha banheira e se questionam sobre o estaminé de produtos que por lá vão parando e que, ao olhar mais desatento, podem parecer iguais, mas, desenganem-se, não são. Apesar de pertencerem à mesma categoria, todos têm o seu fim, bem distinto (ou, pelo menos, é o que me convenço no meu ritual de banho rodeado de produtos coloridos).

Os ajuntamentos que vou tendo são sazonais, dependem do meu humor, vontade e dos produtos que vou conhecendo, num determinado período de tempo. Agora são estes, que vos vou mostrar, no Natal, provavelmente, outros, e na Primavera e Verão aí trocam eles, embora um apenas se mantenha firme no seu posto. Comecemos, então, por apresentar o primeiro clã dos geles (ou géis, mas ambas palavras feias) de banho do momento.


Rituals Happy Buddha - Este gel de banho veio com uma revista, já não me lembro qual, por mais um euro e decidi experimentá-lo. Entretanto, comprei para uma viagem um, do mesmo género, mas com outro aroma, na Rituals, e a opinião é consensual para toda esta linha. É um gel que se vai tornando uma espuma de banho em contacto com a água.  O Happy Buddha, especificamente, tem um aroma revigorante (enquanto que o outro era relaxante), a mandarina orgânica e Yuzu, que nos dá um boost de energia de manhã. Os citrinos são perfeitos para abrirmos os olhos e enfrentarmos, vencedoras, o dia. Isso comprovo. Agora, não sei se acontece a toda a gente, mas tanto um quanto o outro ardem um bocadinho nas zonas mais "sensíveis", como, por exemplo, em contacto com pele mais irritada e seca, o que não é suposto acontecer num produto de banho. Embora seja algo momentâneo e leve, é uma característica desagradável que me leva a não voltar a comprar esta linha, em qualquer que seja o aroma.  

Dove Deeply Nourishing - O meu creme de banho por excelência. Quando a minha pele está mais desidratada aí pego eu nele durante uns dias, massajando-o bem na pele enquanto tomo banho, e noto logo uma diferença. Tem um aroma bastante suave, que desaparece passado pouco tempo, sendo perfeito para quem não gosta de cheiros nos produtos deste género. Não conflitua com qualquer perfume que se queira aplicar depois.  Há anos que é obrigatório na minha banheira ou duche.

Yves Rocher Cacau e Framboesa - Não sou grande fã da maquilhagem ou de outros cremes da YR, mas aprecio os produtos de banho. Tem sempre aromas divertidos e doces, como eu gosto, que têm uma persistência na pele fora de série, numa fórmula que faz alguma espuma e tem alguma hidratação.  Naqueles dias em que vou ficar em casa, sem pôr perfume, e quero sentir um aroma aconchegante nos dias mais frios, de roupa fofinha, mantas polares e chocolate quente daquele mais espesso, recorro logo a este de Cacau e Framboesa. Ao fim do dia, o aroma ainda está impregnado na roupa e a cheirar a conforto (para mim, que gosto de coisas adocicadas no Inverno). Tanto gosto dele que já encomendei mais um, para ter sempre esta opção nos dias em que um aconchego é mais preciso.

The Body Shop colecção Brazilian Nut - Já vos falei, num vídeo, do meu amado exfoliante da TBS, hidratante e com um aroma fabuloso a castanha do pará. Escusado será dizer que, uma vez que gosto tanto dele, nos dias em que faço exfoliação, só poderia usar o gel de banho, com o mesmo cheirinho. Mais uma vez, a minha aversão por aromas que se sobrepõem e anulam o que os torna diferentes, faz com que este seja mais um produto que terá lugar neste grupo enquanto o meu amor pelo exfoliante se mantiver. Uso-os juntos. Não o acho mais hidratante do que outros, nem faz tanta espuma quando eu gostaria (que, para mim, um bom gel de banho é também o que me envolve), mas, pelas razões que referi, comprá-lo-ei, com certeza, mais do que uma vez. 

Quais são os vossos cremes/geles de banho ou sabões favoritos? Pode ser que descubra algum para clãs futuros. 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Lojas | Noiv'art, vestidos de noiva e de festa únicos

Diz-se que o vestido de noiva nos escolhe; que, tal-qual alma gémea, existe um para cada uma de nós e, quando o vestimos, saberemos que é esse, mais nenhum. Quando o encontramos à primeira, é uma sorte; quando balançamos entre vários é porque, provavelmente, ainda não encontrámos o tal. Se, por um lado, podemos ser as pessoas mais indecisas do mundo, por outro, talvez ainda não tenhamos encontrado a loja ideal, cujo estilo se identifica connosco. Eu encontrei a minha por acaso e ainda bem que o fiz.

A escolha do meu vestido de noiva foi extremamente fácil, embora tenha ido, mais por descargo de consciência (do comité de busca de vestido do que propriamente da minha), a várias lojas e experimentado modelos com os mais variados cortes.  Passei horas nos provadores e entrei em alguns vestidos a pedidos do comité que me apagavam completamente. Este meu metro e meio de sexyness não fica bem com qualquer coisa. E eu sempre o soube.

De qualquer forma, voltando ao início, mesmo antes de começar a ver lojas, fui escolhendo alguns vestidos na internet que achava bonitos. A tarefa mostrou-se proveitosa apenas por um motivo: descobri a loja onde encontrei o meu vestido e que vos trago aqui (em boa hora, que este post já vai longo e eu sem chegar a ela), a Noiv'art. O vestido favorito pela net, esse, convenhamos, foi excluído no primeiro apertar dos fechos e nunca mais foi pensado. Ficava-me terrível.

Como era em Coimbra decidi lá ir, apenas com a minha mãe, porque experiências outras ensinaram-me que, antes de se levar a comitiva, se deve ir apenas com uma pessoa na qual se confia imenso e que é sincera na hora de ver o que nos fica melhor. Sendo a minha mãe a minha maior crítica e, apesar de termos gostos diferentes, me conhece melhor, aí fomos nós, antes de um lanchinho no Moinho Velho (melhor padaria/pastelaria de Coimbra, hands down.), mesmo em frente.

A dona da loja, Anabela (sempre a tratei por Ângela), extremamente simpática e com um olho bestial para nos analisar e ver o que nos assenta que nem uma luva, conduziu-nos pelo processo com uma mestria única. Deu-me, em primeiro lugar, o vestido que tinha visto pela net, e com o qual parecia um monte de chantilly (literalmente, o modelo ficava bem a metro e setentas para cima, não a mim), e depois seguiu para os que eu tinha posto olho na loja. O segundo, com uma gola imperial, inspiração nas vilãs de banda desenhada (pelo menos para mim), liso, simples, todo em seda e com um laço em origami, tinha sido feito para mim. Tanto que mais nenhum me chamou a atenção ou se sobrepôs. A qualidade do tecido, o corte perfeito, as linhas originais e o tom de uma seda natural eram incomparáveis a outros, de outras lojas. De outros preços também, mas, pelo que vi, estes estão na média dos bons vestidos de noiva.  Vi-os a metade do preço, com tecidos sintéticos e toque diferente, mas também os vi pelo dobro, sem me encherem as medidas.

Quando lá voltei com a comitiva da noiva (madrinhas, mãe e avó), apesar de não ser consensual (entre elas) que aquele seria o vestido mais bonito que experimentei (que foram vários),  foi unânime que era, efectivamente, o tal, o meu vestido. Um Jesus Peiro lindo. Os meus olhos brilhavam quando estava dentro dele e, quem me conhecia bem, sabia à partida que não vestiria nada diferente. Aliás, no dia do casamento, houve pessoas (de uma sinceridade e honestidade que eu prezo) que me disseram que, de facto, quando pensavam em mim como noiva era assim que me viam, nunca de outra forma. Como dizia a minha madrinha a quem lhe perguntava como era, antes do casamento, com "o vestido que a Branca de Neve escolheria, se se casasse" (Eu sempre pensei mais na Regina/ Rainha má, mas ambas as definições se adequam).  

Não comprei o véu nesse dia, porque não havia algum que me agradasse. Eu queria um toque ibérico, com uma renda elegante à volta, e um toque de tule de seda, suave, leve, que mais nenhum tule tem. Depois de palmilhar lojas à procura do ideal passámos, outra vez antes ou depois de um lanche no Moinho Velho, pela Noiv'art, na esperança de que algo novo tivesse chegado. A Ângela mostrou-nos um Rosa Clará exactamente como tinha imaginado. O tempo de indecisão foi pouco e saí de lá toda contente; tinha o vestido e o véu perfeitos.

Tudo graças à elegância, originalidade e qualidade dos vestidos da Noiv'art, e ao savoir-faire da Anabela, sem os quais não teria encontrado este imediatamente e teria virado meio mundo até ser meu. E logo ali, em frente à minha padaria do costume, criadora dos meus bolos de aniversário desde que me lembro, do meu bolo de noivos, e de pães e docinhos que me lembram a minha casa. Na Rua Eng. Jorge Anjinho Lote 13, Loja 1, em Coimbra.

Descubram as colecções fantásticas de vestidos de noiva e de festa no site da loja, mas, se estiverem à procura de algo, não se esqueçam, nem deixem, de passar por lá. Nada como sentir os vestidos no corpo, olharmo-nos nos espelhos à nossa volta, para vermos se encontrámos, ou não, o tal. Boa sorte! :) 

Duas fotos, para verem o meu vestido e véu:
foto: Carlos Portugal photography
Com o termómetro nos 40 graus, muito se bebeu no dia. :) 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Objecto de desejo* # 8



Colour Portfolio Palette, da Estée Lauder, por £45 no Selfridges.


*só porque a semana começou pedinchona e, não fossem os portes de envio, esta palette seria com certeza minha. 

domingo, 17 de novembro de 2013

Verniz da Semana # 1

Os domingos cá por casa têm sido ou demasiado ocupados, ou de uma preguiça extrema (porque aqui valorizamos o equilíbrio dos dias frenéticos com outros, estes, em que se liga o botão no off e assim vai, até amanhã). Por isso, decidi que o melhor era domingo passar a ser o dia em que mostro o meu verniz da semana (anterior). Um único, porque não tenho, normalmente, paciência para mudar constantemente e, como tenho o hábito (a mania, vá) de usar vernizes melhores e com uma duração que me permite estar 5 a 7 dias descansada, fico com pena de removê-lo sem que se vejam sinais de desgaste.  Um único, para não ocupar muito tempo do domingo daquelas pessoas que, como eu, gostam de pipocas e filmes e também desligam do computador, às vezes. 

A primeira edição apresenta um In Love, da Lâncome, que veio cá para casa direitinho da Grécia, onde o encontrei a 50% de promoção. Ora, como conhecia a qualidade do outro, em coral, que tinha, achei que seria uma boa aposta. É o 532 Ginger Swing e foi lançado na colecção de Natal de 2012. Um dourado mais escuro, mais para o champagne, que tem partículas de brilho que lhe dão um toque especial, sem exagerar. A minha avaliação de cores meio daltónica insiste, desde o início, que tem umas nuances de caqui, mas, lá está, não foi informação corroborada por blogger ou site algum que falasse sobre ele. Podem tentar encontrá-las nas fotos e, quem concordar comigo, bata as palmas e abra um sorriso, porque fazemos parte de um grupo limitado de pessoas com uma sensibilidade cromática diferente (pelos vistos). 


A fórmula é fantástica; desliza bem, fica perfeita em duas camadas e aguenta, sem lascar, firmemente, durante dias a fio (melhor que o primo coral), incluindo lavagens de louça e esfregação da banheira (querem melhor?). O frasco vem com 6 ml, que duram muito tempo,  e um pincel achatado e largo, mesmo como eu gosto.

Apesar de ser da colecção de Natal passado, julgo que poderão encontrá-lo ainda nas perfumarias, especialmente se pedirem às vendedoras que procurem no sistema especificamente pelo número do verniz. Eu consegui encontrar o Poudre Signée assim, não têm nada a perder. Os In Love custam cerca de 17/ 18 €, mas em promoção conseguem chegar aos 12/ 10. Estejam atent@s, que se conseguem preços fantásticos (Nem vos digo quanto este foi. ;) ).
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...