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domingo, 3 de novembro de 2013

Colecções Holiday 2013 - Golden Winter, da Dior


A colecção da Dior do Natal passado só me traz boas lembranças. A palette Fairy Golds foi a escolhida para a maquilhagem do meu casamento civil e acho-a lindíssima para uma festa de Inverno. Mas, este ano, a Dior não ficou atrás e lançou mais dois quintetos maravilhosos e vernizes que acho que serão a minha perdição (pelo menos um deles).

Inspirada em Versalhes em pleno Inverno, a colecção Golden Winter coloca a tónica nos dourados (típicos das festividades de final de ano) e no rosa, um tom emblemático da casa Dior, fugindo aos vermelhos da quadra natalícia. Os frascos dos vernizes e dos batons Diorific são absolutamente divinais e gritam elegância. O esplendor do palácio e dos seus jardins, cobertos de neve, serviram de mote para a criação de mais uma colecção realmente luxuosa e, se mantiver o padrão da Dior, com qualidade.  

Eis algumas fotografias, do site Temptalia (fantástico para vos pôr a par das novidades, sigam-no. :) ) :







fotos: temptalia.com

O que mais vos atrai desta colecção? Alguém já a viu à venda?

sábado, 2 de novembro de 2013

Look Outono # 3 - Esfumado dourado, por Vic Ceridono

O dia já está já no final, mas tenho de partilhar convosco um tutorial de um look que eu faço frequentemente. Adoro a mistura de preto com dourado e acho que fica sempre bem em qualquer evento. É o equivalente em maquilhagem à minha "petite robe noir", elegante e que nunca passa de moda. Se bem feito, claro... E Vic Ceridono fá-lo com glamour e elegância. O que acham?
 

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Pão de queijo

por Carol Vannier

Essa receita vem mais a calhar para quem não mora no Brasil, porque fica mais fácil levar alguns pacotes de polvilho na mala do que pão de queijo congelado, que é a forma mais comum de consumir pão de queijo nas casas brasileiras. Aliás, o pão de queijo figurou nessa lista do BuzzFeed de comidas brasileiras. Eu achei a lista ótima, e talvez me inspire a colocar as minhas versões de algumas dessas receitas.

Há quem diga que essa receitinha de pão de queijo é mais gostosa do que pão de queijo comprado pronto... Só que confesso que dá um bom trabalho, porque a massa é grudenta e tem que ter disposição pra sovar. Mas no fim você é recompensado com um estoque de pão de queijo para alimentar um batalhão!

Para quem quiser se aventurar, é importante saber que o passo crucial é jogar os líquidos realmente ferventes sobre o polvilho. É esse processo que faz o polvilho dar liga. Se o líquido já estiver morno, a massa fica mole e vai ser impossível fazer bolinhas (mas acho que daria pra salvar usando forma de mini-muffin ou algo parecido).

Para quem não conhece o polvilho, ele é o amido da mandioca. Não sei explicar o processo que transforma o polvilho doce no azedo, mas com certeza é o azedo que tem mais sabor, então se for mudar a receita, pode fazer com 100% do azedo, mas se usar só o doce fica meio sem graça. Usando meio a meio eu acho que fica um equilíbrio bom entre sabor e o efeito "puxa".

Não fique com medo de fazer uma batelada grande: é só fazer as bolinhas e congelar separadamente. Depois que estiverem duras, coloque num saquinho e guarde esse tesouro no seu congelador para uma hora de necessidade ;)



PÃO DE QUEIJO

Ingredientes:

5 ovos
250 g de parmesão ralado em tiras 
(pode aumentar a gosto, ou usar do ralado fino)
100 ml óleo
200ml de água
300ml de leite
250g de polvilho azedo
250g de polvilho doce
1 colher de chá cheia de sal



Preparo:
  • Coloque para ferver o óleo, o leite e a água.
  • Quando ferver (cuidado pra não derramar porque o leite sobe!), adicione a uma tigela grande onde esteja o polvilho, para escaldá-lo. (ou adicione o polvilho à panela, se ela for bem grande).
  • Espere esfriar um pouco e coloque os ovos, 1 a 1, sovando sempre.
  • Acrescente o queijo e o sal e sove mais.
  • Faça bolinhas (para não grudar na mão, unte-a com óleo) e disponha num tabuleiro.
  • Asse em forno bem quente até dourar.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Disfarçar quem somos ou Valorizar o que temos de melhor?

Hoje li num blog, que eu sigo e até gosto, não me interpretem mal, mais um post de como disfarçar o corpo que se tem, como se de uma coisa tenebrosa se tratasse e fiquei, mais uma vez, arroxeada de raiva. Não totalmente roxa porque, definitivamente, não é algo que mereça assim tanto a minha atenção, mas, talvez por causa da sequência de lamúrias constantes ou atentados à saúde alheios que me têm rodeado, decidi partilhar convosco o que penso sobre o assunto.

Depois de anos e anos subjugados a uma cultura da magreza total, de Kate Moss para ainda menos pesadas, de mulheres direitíssimas e com um ar pouco saudável, foi com bastante alegria que vi emergirem como os mais bonitos e sexys do mundo corpos curvilíneos, delineados, com brilho. As campanhas Dove e tantas outras seguiram a onda dos corpos naturais, que sentem orgulho da estrutura que têm e a abraçam todos os dias. Mulheres com sorrisos na cara e segurança no caminhar. Mulheres que se querem valorizar.

Não estou com isto a dizer que devemos descurar o equilíbrio e engordar indefinidamente, porque devemos gostar de nós independentemente de tudo. Nada disso. Mas sim que a alimentação saudável e o exercício devem fazer da nossa rotina de bem-estar, de corpo e mente, e não serem os capatazes cruéis de uma dieta louca que fazemos para emagrecer x quilos e que, cumprida a meta, esquecemos. E aí engordamos tudo de novo, ficamos frustradas e lá vamos nós transformar o corpo num io-io maluco, que um dia se revoltará contra nós. A saúde deve sempre estar em primeiro lugar.

Cuidando da alimentação diariamente e fazendo exercício (que pode ser meia hora a dançar na vossa sala, sozinhas, não precisa de ser uma corrida todos os dias. Quem me conhece sabe que sou mais dancer -- o que eu salto ao som dos The Killers --  do que runner e temos de fazer o que nos dá prazer), os passos mais importantes estão dados para a aceitação do corpo que se tem e que muitas pessoas, a não ser por cirurgia estética (da qual também não sou propriamente fã, na maioria dos casos), não irão conseguir mudar.

Portanto a palavra de ordem não deveria nunca ser "disfarçar" mas sim "valorizar", "tirar proveito", "engrandecer" o que temos de melhor. Uma sublimação sensata. Do nosso corpo, da nossa felicidade, da nossa confiança e segurança. Chega de mulheres que vivem os dias frustradas porque não emagrecem independentemente do que comem, ou porque têm mais curvas que outras que comem muito mais. Porque os maridos/namorados as querem diferentes (nem vou começar por aqui, porque daria todo um post separado). Ou porque engordaram um quilo na barriga (que ninguém vê), mesmo tendo IMC 18 ou menor. Cada uma tem o seu metabolismo e não somos todas iguais. E ainda bem! Que triste seria o mundo se assim fosse.

Tendo dito isto, eu sou baixinha e em formato de pêra. Passei a minha adolescência a ouvir que bonitas são as altas e magras, ao mesmo tempo que as vendedoras das lojas me tentavam vender vestidos/saias/calças que me "disfarçassem"  ou retirassem tudo o que era curva do corpo (como se tal fosse possível!). A ouvir que o meu "problema" estava atrás, no rabiosque, que, antes de Beyoncé, Alicia Keys, Tais Araújo, Leandra Leal, Jennifer Lopez e tantas outras, era uma afronta à beleza. Era frustrante? Pois claro que era, mas felizmente cresci. Hoje vou a uma loja, visto um vestido justo (com uma cueca da Tezenis, que não marca, porque gosto de curvas bem definidas) e gosto de me ver ao espelho. Tento equilibrar o que como, mas como de tudo. Se abuso durante uns dias, compenso com mais sopas, frutas e legumes nos outros. Bebo muitos chás, dos bons, que não precisam de açúcar. Tento ter uma alimentação equilibrada, com tudo o que o meu corpo precisa. E não deixo que uns quilos a mais sejam, de todo, motivo de ansiedade, revolta ou infelicidade. Se não os perco em uma semana, num mês, perco em mais.

Sejamos então altas, baixas, direitas ou com curvas, tenhamos o cabelo encaracolado ou liso, um tom de pele mais claro ou mais escuro, valorizemos o que temos, todos os dias. Sejamos saudáveis, equilibradas e felizes porque, se há coisas que até podemos mudar temporariamente, há traços e formas que nos fazem ser quem somos, diferentes e com heranças genéticas que mais ninguém tem. Cuidemo-nos e aceitemo-nos. Acreditem, isso vale muito.Valorizemo-nos! 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

LUSH | Balística de Natal Cinders

Já vos falei aqui da minha paixão pelos banhos de espuma da Lush. Também vos mostrei no vídeo das prendas dos trinta os meus novos produtos da Lush, entre os quais uma balística, a Cinders. Escusado será dizer que a tentação para a experimentar num banho relaxante foi muita e eis que vos conto tudo, tudinho.  


Trouxe a Cinders num rol de produtos de Natal, que me transportassem para aquele lugar aconchegante e que me relaxa imenso. O meu espaço seguro, que manda embora, nem que seja pelo tempo enquanto dura, as preocupações e stresses diários. Todos nós devíamos ter um espaço destes, tome ele a forma que tomar.

O aroma é fantástico, numa mistura de óleo de amêndoa, laranja, canela e especiarias, típico dos bolos natalícios. Quando se mistura com a água, a balística transforma-a num óleo amarelado que acaricia a nossa pele que fica, sem sombra de dúvidas, mais hidratada. Ao passar a mão no corpo, podemos sentir como a deixa macia e sedosa. Ao sair do banho o aroma permanece na pele durante largas horas, o que prolonga o efeito aconchegante e relaxante. Assim, simplesmente fenomenal.


Agora, trouxe-a, em vez de outra, porque me garantiram que crepitava e simulava uma lareira acesa, à frente da qual se descansa com uma bebida quente (que, como tão bem aprendeu o Sheldon, anima até as almas mais tristonhas). Não sei se tive azar com a minha, ou se fiz alguma coisa errada (o que é estranho, porque largar uma balística numa banheira com um terço de água quente não me parece difícil), mas, que me tivesse apercebido, não crepitou nem um pouquinho. Talvez o tivesse feito logo no início, quando a água ainda estava a correr e eu estava distraída, mas é certo que, depois, não ouvi nem um estalinho. Estou até tentada a experimentar outra, mas sou impedida pelo meu bichinho sensato que me diz frequentemente que à segunda só cai quem é tolo!.

De qualquer forma, apesar deste senão, confesso que as balísticas da LUSH me convencem pelo que se propõem a fazer e não são caras. Os 3,95€ que dei pela Cinders não me parece excessivo para a satisfação que me proporciona. As outras custam mais ou menos o mesmo. 

Relaxam-me, o que é importante e, quando estou a precisar de um bocadinho de hidratação a mais, e de sentir aquele conforto de um óleo na água, é a elas que recorrerei. Só tenho pena de não abrir uma LUSH em Coimbra. Tenho a certeza que seria muito requisitada.  
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