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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Chanel | Rouge Coco Shine, no tom 85 Secret


Aqui há uns tempos mostrei-vos a minha nova adoração pelo blush em creme da Chanel, o 63 Revelation. Ora, uma das grandes novidades da marca para o Outono foi o lançamento de combinações, duos, de face e lábios, correspondendo um baton a cada blush. Pareceu-me, então, compreensível a inquietação do meu querido Revelation enquanto esteve sozinho e, no meu aniversário, eis que recebi o tão esperado 85 Secret. Parelha completa e eu radiante.


O Secret é um Rouge Coco Shine, um baton hidratante, que não se pretende nem opaco, nem baço (sim, os dois, porque opaco não é antónimo de brilhante, como tantas vezes ouço e leio, mas sim de transparente), pelo que, quem não gostar de tons subtis e que dão apenas um toque de cor ao lábio, não vai gostar desta versão e terá, à sua disposição tantos outras opções, dentro dos Rouge da Chanel ou mesmo outros. O Secret é para quem aprecia uns lábios simples, discretos, com o brilho de quem acordou radiante e decidiu só passar um bálsamo nos lábios para sair. Como diz a marca, um chique sem esforço (muito gosto eu deste quesito).


A Chanel ainda garante que o Hydratendre Complex suaviza e estimula os lábios para uma aparência saudável e mais carnuda. Sempre que o usei recebi elogios, mas não sei se, olhando ao espelho, os meus lábios parecem os da Angelina Jolie. Ficam bonitos, isso é certo. E, se aumenta o volume, não o faz com aquela sensação de comichão provocada por outros, como o da Dior, que já experimentei.

Não liguem ao estado lastimável dos meus lábios. Estão a precisar de uma boa exfoliação.

Ao contrário de outros batons, e talvez por ser mais hidratante e neutro do que um vibrante que altere completamente o tom dos lábios, é necessário retocá-lo mais vezes. Apesar da sensação de hidratação se manter durante algum tempo, parece-me que o tonzinho se desvanece passadas umas duas horas (sem comer, beber ou coisa que tal). Pode ser uma grande desvantagem para quem precisar de algo que não mexa durante um bom tempo mas, para os dias normais, especialmente no Inverno, será o único baton residente na minha bolsinha de maquilhagem (um dia destes faço um post com os produtos que me acompanham diariamente na carteira, para os dias mais frios). 

Apesar de não ter as melhores condições de luz, poderão ver a combinação de blush e Rouge Coco Shine no último vídeo da Salinha, sobre as minhas prendas dos trinta.  Quem não viu, poderá ir lá dar uma olhadela. Quer um, quer outro me parecem perceptíveis, apesar de suaves.  

Julgo que poderão encontrar este duo em qualquer perfumaria. Uma vez que já saiu há algum tempo, parece-me seguro afirmar que já terá chegado a todas. Ainda não encontrei site europeu que enviasse Chanel para Portugal ou para qualquer outro país do mundo lusófono. Se encontrarem, por favor, partilhem nos comentários. Obrigada. :) 

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

DUCRAY | Squanorm, "O" champô anti-caspa

O stress, a ansiedade, a água e outros factores, diversos, e com causas variadíssimas, podem fazer com que tenhamos caspa. Pode ser crónica ou não, mas a verdade é que, mesmo pontual, é algo que nos incomoda imenso e abala a confiança e segurança. Afinal, ninguém gosta de sentir o couro cabeludo com comichões ou ver "nevar" nos ombros.

Felizmente, eu não sou muito afectada pela caspa, já me basta o couro cabeludo sensível e cabelo misto complicado. Mas há homens que me rodeiam que sofrem constantemente desse problema e, como devem entender, no mês que antecedeu ao casamento, fiz minha a luta de encontrar um produto que evitasse que os fatos desse dia especial estivessem salpicados de inestéticos flocos brancos. Valeu-me uma farmacêutica simpática e muito entendida na matéria.

Sem saber o que ia comprar, mas já preparada para recorrer a exfoliantes  e máscaras de couro cabeludo, pedido que muito admirou a menina que me atendeu, lá procurei eu por um tratamento anti-caspa, dos bons e eficazes. Custasse o que custasse (nos limites do equacionável, claro).  Depois de explicado o tipo de caspa, e passada a admiração, porque não é comum alguém saber da existência de exfoliantes capilares, a farmacêutica aconselhou o Squanorm, da Ducray, para caspa seca.

Este champô promete eliminar a caspa e limpar e hidratar o couro cabeludo. Embora esta última promessa não me tenha convencido,  nas duas primeiras é bastante eficiente. Com uma fórmula sem parabenos, podemos escolher entre caspa seca, da que cai, ou oleosa, que fica agarrada ao couro cabeludo. Quando comprei, veio ainda com uma amostra de loção de limpeza do couro cabeludo irritado, que estou a guardar para momentos mais problemáticos. Até agora, apenas o uso do champô foi suficiente.

É cremoso, faz espuma e é agradável, apesar de ter um aroma de produto de tratamento anti-caspa, mais próximo ao de um remédio do que um Aussie (se é que entendem a ideia). Não é um produto de uso frequente, basta usar duas vezes por semana e até deixar de haver caspa ou por 6 semanas consecutivas. Se esta voltar, repete-se o processo. Se usado continuamente pode secar o cabelo, desde a raíz, pelo que, por experiência, o melhor será alternar o Squanorm com um hidratante, para equilibrar cabelo e couro cabeludo.  

Resumindo, se é milagroso ou não, não sei. Tal conceito só poderia ser usado, para mim, se tivesse o mesmo efeito maravilhoso em toda a gente. O que não consigo afirmar peremptoriamente. Contudo, garanto-vos que, cá em casa, resultou  com uma rapidez nunca experienciada e continua a ser o salvador nas horas de maior desespero capilar. 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

MAC | Paint Pot, no tom Constructivist

Já está mais do que na altura de partilhar convosco o meu sincero apreço por aquele que foi o meu primeiro produto de sempre da MAC, oferecido pela minha tia. Dizem que não há amor igual e, de facto, ainda não encontrei na marca outro que me agradasse mais. Estou a falar do meu paint pot no tom Constructivist.


Os paint pots da MAC são conhecidíssimos e, da mesma forma que há quem os adore, há quem os ache difíceis de trabalhar. Eu estou no grupo dos primeiros, pelo menos com este meu tom, por agora filho único, mas a quem espero arranjar brevemente companhia. Comprei-o para o primeiro evento em que não teria ninguém para me maquilhar, num país quente e húmido, no qual as minhas pálpebras suariam feito loucas, e foi o meu melhor amiguinho.


O Constructivist é perfeito para um smokey mais neutro, com base acastanhada ou cobre. É um tom acetinado que assenta com um brilho suave. Pode ser usado sozinho, quando se tem menos tempo para a maquilhagem e serve perfeitamente como base para sombras, assegurando que estas não saiam do sítio ao longo do dia. No fim de semana passado fiz um smokey simples, usando este paint pot e duas sombras da Naked da Urban Decay e, passadas algumas horas, vi apenas uma ligeiríssima aglomeração de cor na zona côncava, que, na realidade, associei mais às sombras do que à base, uma vez que com as da Guerlain, tal não acontece. Foi mesmo algo leve, que o meu olhar perfeccionista percebeu com muita atenção a um espelho, mas que seria com certeza imperceptível a qualquer terceiro, com preocupações outras, com quem conversasse.


A textura é cremosa mas, atenção, ela fixa-se na pálpebra rapidamente. Por isso, é necessário manuseá-la com destreza e, de preferência, com um pincel de esfumar em riste para um acabamento mais bonito e perfeitinho nos limites da cor. Mesmo que eu passe sombras por cima, tenho a obsessão de esfumar, esfumar, esfumar para que não haja uma linha indesejadamente definida. Eu aplico-o em camadas com um pincel ou dedo e vou trabalhando a cor em cada camada. Se o deixarem secar este é, sem dúvida, um processo mais complicado.

Embora os 24H On and On Bronze e o Taupe da Maybelline  andem ali a rondar o mesmo tom, não são iguais, não têm o mesmo acabamento, nem me merecem o mesmo grau de confiança. Sem os desmerecer, foram meus fiéis companheiros no Verão. Não estou a ver o Constructivist a acabar tão depressa, dado que se tem mostrado resistente, mas, assim que chegar ao fundo, é um daqueles produtos que eu sei que vou imediatamente repor.

Podem vê-lo em acção no Ultimate Smokey que a Nicola das Pixiwoo criou para o Daily Mix, que já partilhei convosco, ou no primeiro tutorial de maquilhagem que segui alguma vez, o look de Hayden Panettiere, por TiffanyD.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Objecto(s) de desejo* # 5

foto: Nordstrom.com
Palette Twilight Pink, da Bobbi Brown, a 62,03 € (mais portes), na Nordstrom 
foto: Nordstrom.com
Palette Twilight Pink, da Bobbi Brown, a 58,15 € (mais portes), na Nordstrom 

Porque um dia ainda hei-de comprar uma palette Bobbi Brown (pelo menos) e experimentar a qualidade (tão afamada) das suas sombras. As cores destas duas, para já, captaram logo o meu olhar. :)

* dos quais vou ver se escolho algum (ou não, que talvez seja o mais provável)

Vernizes/ Esmaltes para o Outono - Os meus Essie

Da mesma forma que adoro tons vivos e alegres nas unhas no Verão e rosas na Primavera (cliché, eu sei, mas sou assim), mudo, no Outono, para cores mais secas e escuras. Não que esta estação me deprima, pelo contrário, mas, na mesma medida que me apraz, e muito, a mudança de clima, o ciclo da natureza, e tudo mais, também gosto de variar o meu próprio estilo e adaptá-lo ao que me rodeia. Tipo camaleão, se bem me entendem.   

Este ano, decidi confiar na Essie para o meu ajuntamento outonal de vernizes/ esmaltes de unhas. Aproveitando a promoção da Boots "Leve um, pague apenas 50% do segundo" e da Balvera "Leve 3, pague 2", tenho, agora, cinco vernizes que farão as minhas delícias nos próximos meses (não que a estes não se juntem outros, de outras marcas, mas essa é toda uma outra história).

Tenho, então, aqui comigo, estes cinco senhores:


  1. Vested Interest - Um verde azeitona acinzentado (mas mais claro do que o comum), que tem um acabamento brilhante q.b. . Lindo.
  2. Cashmere Bathrobe - Um cinzento  escuro com purpurinas prateadas, mas não daquelas grossas e menos bonitas. É um verniz lindo para uma saída à noite, por exemplo.
  3. Merino Cool - Um taupe-mais-taupe-não-há. Um dos meus tons de eleição para o Outono, que fica a matar com o eyeliner da Inglot que comprei e mostrei no último vídeo.
  4. Wicked - Trouxe-o mais porque me faz lembrar a minha querida Theodora, do Oz. É um vermelho-sangue-bordeaux bem escuro, que fica sempre bem. É eterno.
  5. Mesmerized - Uma vez que não consegui encontrar o After School Boy Blazer , que eu acho muto bonito, comprei um azul real para usar nos dias de ganga. É mais claro, mas dá um toque diferente de cor às minhas unhas, que eu gosto. 
Contente que estou, com estas minhas escolhas. Todos têm o pincel parecido com o da Dior, o largo que é, sem dúvida, o meu favorito, ficam opacos em duas camadas e secam rápido. Até agora, tenho tido sorte com a marca e, por cerca de 4,6 € cada (com a promoção), julgo ser uma óptima compra. 

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