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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Objecto(s) de desejo* # 5

foto: Nordstrom.com
Palette Twilight Pink, da Bobbi Brown, a 62,03 € (mais portes), na Nordstrom 
foto: Nordstrom.com
Palette Twilight Pink, da Bobbi Brown, a 58,15 € (mais portes), na Nordstrom 

Porque um dia ainda hei-de comprar uma palette Bobbi Brown (pelo menos) e experimentar a qualidade (tão afamada) das suas sombras. As cores destas duas, para já, captaram logo o meu olhar. :)

* dos quais vou ver se escolho algum (ou não, que talvez seja o mais provável)

Vernizes/ Esmaltes para o Outono - Os meus Essie

Da mesma forma que adoro tons vivos e alegres nas unhas no Verão e rosas na Primavera (cliché, eu sei, mas sou assim), mudo, no Outono, para cores mais secas e escuras. Não que esta estação me deprima, pelo contrário, mas, na mesma medida que me apraz, e muito, a mudança de clima, o ciclo da natureza, e tudo mais, também gosto de variar o meu próprio estilo e adaptá-lo ao que me rodeia. Tipo camaleão, se bem me entendem.   

Este ano, decidi confiar na Essie para o meu ajuntamento outonal de vernizes/ esmaltes de unhas. Aproveitando a promoção da Boots "Leve um, pague apenas 50% do segundo" e da Balvera "Leve 3, pague 2", tenho, agora, cinco vernizes que farão as minhas delícias nos próximos meses (não que a estes não se juntem outros, de outras marcas, mas essa é toda uma outra história).

Tenho, então, aqui comigo, estes cinco senhores:


  1. Vested Interest - Um verde azeitona acinzentado (mas mais claro do que o comum), que tem um acabamento brilhante q.b. . Lindo.
  2. Cashmere Bathrobe - Um cinzento  escuro com purpurinas prateadas, mas não daquelas grossas e menos bonitas. É um verniz lindo para uma saída à noite, por exemplo.
  3. Merino Cool - Um taupe-mais-taupe-não-há. Um dos meus tons de eleição para o Outono, que fica a matar com o eyeliner da Inglot que comprei e mostrei no último vídeo.
  4. Wicked - Trouxe-o mais porque me faz lembrar a minha querida Theodora, do Oz. É um vermelho-sangue-bordeaux bem escuro, que fica sempre bem. É eterno.
  5. Mesmerized - Uma vez que não consegui encontrar o After School Boy Blazer , que eu acho muto bonito, comprei um azul real para usar nos dias de ganga. É mais claro, mas dá um toque diferente de cor às minhas unhas, que eu gosto. 
Contente que estou, com estas minhas escolhas. Todos têm o pincel parecido com o da Dior, o largo que é, sem dúvida, o meu favorito, ficam opacos em duas camadas e secam rápido. Até agora, tenho tido sorte com a marca e, por cerca de 4,6 € cada (com a promoção), julgo ser uma óptima compra. 

domingo, 20 de outubro de 2013

Colecções Holiday 2013 - A Nuit Infinie, da Chanel

foto: Chanel.com
A Chanel convida-nos a dar um tom encantado ao Natal, com uma colecção que expressa a magia e mistério de uma noite eternamente festiva, a Nuit Infinie. Todos já devem ter percebido que eu adoro esta época do ano e, uma vez que já passou o meu aniversário, já estou pronta para me preparar totalmente para a quadra natalícia. Algo que reflecte esse lado místico do Natal será sempre, para mim, muito bem-vindo.

De todas as colecções de maquilhagem para as festas de 2013, ainda não consegui decidir qual a que gosto mais. Há fortes candidatos com opções de palettes, sombras, blushes, batons, etc., lindíssimos, com tons vibrantes e o toque quente que eu adoro. Os novos Illusion d'ombre da Chanel (dos quais sou fã recente), por exemplo, atraem magneticamente o meu lado mais vaidoso. É uma marca que tem, por isso, fortes possibilidades de ser eleita a minha favorita.

Assim que a encontrar nas perfumarias, testo a pigmentação e texturas das fórmulas oferecidas. Mas, enquanto isso não acontece, fico-me pelas fotos, aliciantes, que a marca já lançou e que encontrei pela internet (créditos nas legendas):

Foto: chicprofile.com 
Foto: chicprofile.com

Que tal? Algo vos chama a atenção? 

sábado, 19 de outubro de 2013

Look Outono # 1 - O smokey perfeito para olhos castanhos

Um projecto decidiu juntar bloggers/youtubers britânicos e criar um canal onde cada um apresentaria o seu programa, sobre diversas áreas e temáticas. O Dailymix tornou-se, por isso, um espaço de partilha, como eu gosto, que sigo diariamente. Nele, as irmãs do Pixiwoo (das quais já vos falei imensas vezes), ensinam técnicas e dão dicas sobre maquilhagem, extremamente úteis para aquelas que, como eu, são amantes recentes e têm imenso a aprender. 

Neste vídeo, Nicola mostra como fazer o "Ultimate Smokey Eye". Além de ser a técnica que gosto mais de me fazer, por achar que salienta o meu olhar, posso usar o meu paint pot da MAC, o Constructivist (amanhã sai post sobre ele), que eu adoro. Ela criou-o para o Verão, mas este é, sei dúvida, o meu look de Outono favorito. Hoje vou recriá-lo para uma festa. :)


O que acham? É assim que fazem?

Sobre o valor das coisas (que não é o seu custo)

Se alguma vez derem por mim com um olhar de autismo momentâneo, despertado por uma incredulidade de quem não sabe onde se veio meter, é porque estou, muito provavelmente, no meio de uma conversa sobre qualquer assunto que desperta o meu alter ego que cedeu ao cansaço da luta. Não é frequente, as pessoas ainda me vêem como a idealista revoltada que quer mudar o mundo (salvo seja), mas acontece. E com algumas pessoas mais vezes do que com outras. As conversas sobre dinheiro são, consistentemente, um gatilho comum.  

Na realidade , não é propriamente "falar sobre dinheiro", sobre a economia do país, ou sobre o capital em si. Mas sim a listagem vazia e autocomplacente de tudo o que se gastou, do dinheiro que se deu, ou sobre o custo de uma prenda que, "generosamente", foi oferecida. Não vejo no dinheiro em si a razão de todos os males, nem acredito que o mundo seria melhor ou pior sem ele. Não sou de todo uma purista que não gosta de gastar e que trata tudo o que é material como se do satanás se tratasse. Mas faz-me confusão a promiscuidade com que, muitas pessoas, associam o custo de algo com o seu valor.

Valor e custo de algo não são, nem nunca serão, a mesma coisa. Parece introdução à gestão ou ao marketing, algo básico, mas que muitas pessoas não sabem. Queiramos ou não. Não me interessa, portanto, quantos euros fulano ou sicrano deu por determinada coisa, mas sim o grau de satisfação que tal coisa proporciona a todos a quem afecta.  Não me interessa quem tem mais, mas sim quem sabe e quer ser mais, o que luta por ser melhor, por tentar ir além e tornar a sua vida mais do que um percurso vazio num cimento sequíssimo, que não deixa pegadas. Não me interessa quanto se tem no banco, se não se sabe dar, nem reconhecer como se ganhou (O que nem sempre depende de si mesmo, mas de outros, que passam despercebidos).

Daí o meu silêncio desistente quando, passados alguns argumentos, ainda ouço que o "dinheiro faz amigos", e que, quem não o tem, nada é. Quando, depois de me oferecerem algo que queria há muito, ouço "um pedaço de plástico tão caro" (mas, para mim, de valor incalculável). Quando gozam com alguém que reclama de 2,5€ que se pagou num café (mau), como se a pessoa fosse uma desgraçada pobretanas.

Tudo porque, quem o diz, não entende que as coisas, as acções, a vida, têm valor, que não é directamente relacionada com o custo delas, nem é igual para todos. Eu não valorizo nem um pouco algumas "extravagâncias" de outras pessoas, nem os seus carros, nem os seus telemóveis. Gosto das minhas coisas, e, quem me conhece, sabe que tão depressa me entusiasmo com algo mais caro, quanto com um quadro natural, artesanal, simples, dado com o carinho daqueles que querem, com ele, transmitir todo o amor do mundo.  Ou com a "mera" presença de alguém que vem de longe só para nos abraçar. Assim, sem preço. Mas com imenso valor.

Eu reclamaria por 2,5 € num mau café, mas não por 150 euros (ou quantos fosse, se pudesse) dados à companhia aérea que me permitiu fazer uma surpresa à minha avó nos 80 anos dela. Inesquecível. Porque tudo tem o seu valor, e há coisas que valem, e muito mais, o seu preço, independentemente de qual seja, e outras que são completamente escusadas, mesmo que custem um euro. E o dinheiro não nos vale de nada se não soubermos distingui-las. 

Por isso, se me virem no meio de uma conversa, no final de uma refeição, ou noutro momento, alienada do mundo, é porque, muito provavelmente, o valor da pessoa que há em mim se cansou de mostrar que não se interessa pelo preço que está na etiqueta com que algumas, outras, insistem em marcar a sua vida. Temos pena (ou não), mas sou assim. 
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