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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Le Blush Crème de Chanel, no tom 63 Révélation

Agora que estou a descobrir as maravilhas de um bom blush, bem aplicado, e perdi o medo de parecer uma daquelas bonecas chinesas com as maçãs do rosto vermelhinhas, decidi desafiar a minha perícia com um blush em creme. Aproveitando as cores fantásticas que a Chanel lançou para este Outono, na colecção Superstition, deixei-me seduzir pelo 63 Révélation.


A casa francesa garante que a fórmula inovadora pó-creme oferece uma  nova forma atraente de aplicar o blush, discreta, mas ao mesmo tempo com pigmentos vibrantes para dar uma luminosidade instantânea. A textura sedosa oferece um acabamento acetinado de longa duração -- suave e confortável para todos os tipos de pele -- e é facilmente aplicado com os dedos ou com um pincel.

Com a minha pele mista e sensível, tenho sempre algum receio com os produtos que aplico. Não quero que surjam erupções estranhas de alergias, nem que a façam brilhar como se estivesse completamente suada. Este blush, apesar de ser creme, cumpre todos os meus requisitos nessa matéria; tem um acabamento mate e uma textura extremamente confortável. Em contacto com a pele, tenho a sensação que se transforma num pó de longa duração, que não esfarela, não migra pelo rosto, nem sai passado pouco tempo. Quando o coloco, se não me visse ao espelho, nem diria que estava com blush.

O Révélation é um rosa suave para peles warm/quentes (ver aqui como descobrir o undertone), o que eu achei fabuloso. A maioria dos rosas que tenho visto não servem o meu tom, por serem principalmente para quem tem undertones mais frios, o que o torna muito acinzentado em contacto com a minha pele e eu pareço uma vampira acabadinha de se alimentar. Por isso é que me fico quase sempre pelos corais ou alaranjados. Chanel, obrigada pela alternativa!


A versatilidade do produto é algo que também me agrada muito. Para uma maquilhagem mais intensa, podemos aplicá-lo com os dedos e deixar as maçãs do rosto com uma corzinha mais viva. Fica muito bonito. Mas, para aquele ar saudável e natural do dia a dia, a ajuda de um pincel faz maravilhas. Eu uso o Stippling Brush da Real Techniques e, como já vos mostrei no Instagram e no Facebook, já não os consigo separar. São perfeitos um para o outro.


Confesso que o bâton que faz conjunto com o Revelation também influenciou a minha escolha. O Rouge Coco Shine 85 Secret está na minha lista de desejos desde que o vi. Lindíssimo. Escusado será dizer que estou maravilhada com a nova colecção da Chanel. Esmerou-se.

A nova colecção da Chanel já está disponível nas Perfumes & Companhia e no site americano da marca.  Quem esbarrar por aí com ela, diga-nos onde encontrou e o preço. Pode dar jeito a quem tenha ficado aliciad@. Obrigada. :)


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Santini, uma gelataria que alia a experiência à qualidade

Gosto de gelados. No Verão, no Inverno, em qualquer estação do ano, quando são de qualidade, sou uma perdida. Acho que só as minhas bolachas favoritas, especialmente as caseiras, lhes ficam a ganhar na minha lista de gulodices irresistíveis. Por isso, quando me disseram que havia uma gelataria com os melhores gelados do Mundo em Cascais, obviamente que eu fiquei extremamente curiosa e, assim que consegui, fui lá experimentar.


Em 1949, Attilio Santini abriu a primeira gelataria e, desde então, a fama da qualidade dos seus sabores foi crescendo e atraindo clientes de todos os países, incluindo personalidades de renome internacional. No site da casa, podem encontrar toda a história e ficarem a conhecer melhor a Santini. Eu falar-vos-ei da minha experiência.

Como eterna indecisa, quando encontro uma lista enorme de opções para escolher, e esta gelataria tem um leque variadíssimo de sabores de fruta, cada um mais atractivo do que o outro, demoro imenso para escolher a combinação dos dois sabores que queria. A saída mais simples foi escolher aqueles que não encontraria de forma alguma noutra loja, o Marabunta e o Uva Preta "Vale da Rosa". Uma junção que, à partida, fez torcer os narizes mais tradicionais, mas que eu descobri ser fantástica. O primeiro é uma espécie de Stracciatella, um gelado de natas com lascas de chocolate que é, efectivamente dos melhores que já comi; leve e de uma qualidade incrível. O segundo,  alia a doçura da fruta alentejana com a arte e experiência da Santini. Muito bom.


E uma boa gelataria define-se, para mim, numa combinação perfeita de gelados saborosos e uma bolachinha deliciosa. Muitas vezes, o cone oferecido é tão fraquinho, que me tira de imediato a vontade de provar mesmo os sabores mais interessantes. Na Santini, a exigência pela qualidade nota-se igualmente numa bolacha estaladiça, que tem o sabor e o ar artesanal de um produto de anos de experiência e aperfeiçoamento. A assinatura da casa dá-lhe um toque único e esteticamente belo. O cone perfeito.

Pelo preço normal de um gelado deste género, vale a pena visitar. Podem encontrar a Santini em Cascais, Carcavelos, no Chiado e Estoril. Infelizmente, ainda não há gelatarias na zona centro, mas pode ser que abram brevemente. Porque, afinal, aqui também há gulosinhas, residentes e turistas, que adoram gelados de qualidade (como eu! :) ).


Falando de gelados, tenho de partilhar convosco um episódio que nos aconteceu, nestes anos entre  Brasil e Portugal. Um dia, pelas terras lusas, decidimos comer uma sobremesa no Macdonalds. Para não estacionar, parei e ele foi buscar os gelados e demorou, demorou, o que eu achei estranhíssimo. Quando chegou ao carro, explicou a situação: Cheguei lá e pedi um "sorvete na casquinha", várias vezes, e o empregado não percebeu. Tive de explicar exactamente o que queria, descrevendo tudo.  Passados uns minutos: Ah! Quer um gelado no cone!  Fartei-me de rir.  De facto, apesar de falarmos a mesma língua, há expressões que não têm nada a ver. :)

domingo, 8 de setembro de 2013

Colecções Outono 2013 - L'Absolut Désir, da Lancôme


Paris é a grande inspiração da colecção de Outono da Lancôme. Pelas suas ruas, encontramos mulheres bonitas, elegantes, nesse ar de "saí assim da cama". O chique "sem esforço" parisiense que encontramos entre as rosas do Parque Monceau ou as luzes da Torre Eiffel é a essência da Absolu Désir.

A Lancôme junta o clássico ao moderno, com embalagens únicas e cheias de glamour, a preto e dourado, com os ícones de Paris em linhas distintas, para criar batôns de cores vibrantes, um blush com um design fabuloso e vernizes  sumptuosos. Os olhos sedutores e os lábios ricos e avermelhados, acompanhados de  umas maçãs do rosto femininas e uma manicure perfeita, tão característicos das mulheres da cidade da luz e do romance, estão agora disponíveis para todas. Sem esforço.  

Felizmente encontrei uma foto com a colecção europeia completa. Os preços são para o mercado alemão, mas aqui não devem ser muito diferentes. 

foto: fabforties.de  
O pormenor das embalagens dos bâtons, que acho lindíssimas:
Apesar de alguns produtos já estarem à venda na feelunique, ainda não a vi em nenhuma loja, para testar a qualidade das texturas e fórmulas. Alguém já a encontrou?

Que produto mais vos atrai desta colecção? Gostam deste ar parisience de lábios carregados com olhos discretos? 



sábado, 7 de setembro de 2013

Look Vilã/o #1 - Catwoman, por Sam, das Pixiwoo

O Outono aproxima-se e, com ele, chegam os aniversários de várias pessoas da minha família, incluindo o meu. Este ano, atinjo a barreira dos "intas" e, como não faço uma festa há cinco anos, decidi que não ia perder esta oportunidade para organizar algo simples, caseirinho e com o seu twist de divertido, ao meu estilo. 

Depois de pensar sobre o assunto, lembrei-me que seria engraçado que cada um dos convidados vestisse o lado vilão que há em si; pensasse em como se caracterizaria se fosse o/a malvado/a de uma história e, por um dia, vestir essa pele. Eu já sei como será a minha vilã, pelo menos já a idealizei. Tenho pouco tempo, mas espero conseguir vesti-la como imagino.  Vamos ver como corre. :) 

Por isso, achei que seria interessante dedicar os looks de sábado aos de vilãs/vilãos famosos. Além da maquilhagem ser sempre mais interessante do que a das heroínas ou boazinhas, pode ser que inspire alguém. Começo pela Catwoman, interpretada pela Michelle Pfeiffer, na qual se baseou Sam, das Pixiwoo, para uma maquilhagem intensa e que pode muito bem ser usada numa saída à noite, mesmo que não seja para uma festa de Halloween:


Qual é a/o vossa/o Vilã/o favorita/a de todos os tempos?

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Massa folheada

por Carol Vannier

Uma das minhas perdições culinárias, como boa viciada em carboidratos e amante fervorosa de manteiga é a massa folheada. Acho que é uma sorte que seja algo tão difícil de fazer, porque assim fico limitada a comprar pronta, o que nunca sai muito barato, ainda mais se escolhermos marcas de qualidade. Costumo comprar da Arosa, que vende rolos grandes, que acabam tendo um custo benefício melhor, e duram bastante no freezer. Pena que não se vende aqui massas como as pur beurre (massas só com farinha e manteiga sem nenhuma gordura hidrogenada) que eu comprava por uns dois eurinhos (olha o perigo!) nos supermercados franceses.

Antigamente eu fazia tortas fechadas, como se fosse um strudel, só que com recheios salgados. Até que vi por aí a idéia de fazer simplesmente a massa aberta, como uma pizza, só que muito melhor. Acho que a torta fica até mais bonita assim aberta, e usa menos massa, então o fígado agradece ;)

Os "recheios" podem ser variados. Se for botar queijo, não convém colocar muito, porque ao contrário da massa de pizza, a folheada já vem com sua dose de gordura. Então qualquer queijo deve entrar apenas como mais uma camada de sabor. Eu já fiz de tomate e queijo de cabra e ficou espetacular.

Na torta da foto abaixo usei um pouco de muçarela (escrita brasileira como o queijo em si, que não era nenhuma mozzarella) e berinjelas em cubinhos refogadas na frigideira antes de ir pro forno. (Use uma frigideira ou panela de fundo grosso, senão vai precisar de muito óleo para que as berinjelas não queimem antes de cozinhar um pouco.) O tempo de forno é até a massa dourar, o que é rápido, coisa de 20 minutos, por isso mesmo a berinjela já entrou cozida.

foto e torta improvisados 
Na falta de alguma erva seca ou fresca para dar um tempero especial, apelei para um Ras el hanout, que é um mix de temperos em pó do norte da África. Numa situação normal acho que usaria pimenta calabresa e tomilho seco, ou manjericão fresco depois de assar. Mas aí cada um sabe os perfumes que gosta :)

E claro que a sobremesa foi um mini strudel de maçã feito com a sobrinha da massa. Desse nem foto sobrou, mas caso alguém nunca tenha feito e queira uma dica, eu coloco, além das maçãs picadas (enquanto pico vou pingando limão para elas não escurecerem e também para realçar o azedinho que eu gosto), açúcar e canela sem exageros e uma pitada (literalmente, é só um pouquinho mesmo) de farinha ou maizena, que serve para "engrossar" o caldinho que sai da maçã, ou de qualquer fruta que você asse dentro de uma massa.

Para terminar, um lembrete (ou uma desculpinha) de que o equilíbrio não precisa estar em cada refeição, mas sim na sucessão de tudo que comemos, certo? Ou seja, próximo post é sopa!

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