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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A minha experiência com a Morais Eventos - Melhor é impossível

(Aviso: Este post é longo. Quem quiser, pegue numa chávena de chá e umas bolachas e sente-se numa cadeira ou sofá confortáveis, enquanto lê. :) )

Quando andei à procura, há um ano atrás, de informações na internet sobre serviços e empresas de catering que ia conhecendo, fiquei frustrada. Muitos ainda não têm um site ou uma página de facebook completa o suficiente para que possamos ficar totalmente esclarecidos e as informações dos fóruns nem sempre vão ao encontro do que procuramos, sobre algum serviço. Isso aconteceu com a empresa que acabámos por escolher, a Morais Eventos.

Conhecemos a Morais por ser uma das empresas de catering que trabalhava com a quinta que escolhemos, a Quinta das Abertas. Como é um serviço relativamente novo, não era tema de muitos tópicos dos sites sobre casamentos. Havia uma ou outra referência boa, mas nada de extraordinário. Mas era a opção que nos agradava mais em termos de preço e oferta, entre todas as que trabalhavam com o nosso local de eleição e, por isso, decidimos arriscar.

O primeiro contacto é sempre feito com a Paula Morais, o que é uma mais-valia enorme para a empresa. É uma pessoa fantástica, extremamente simpática e que deixa os noivos à vontade para personalizarem o casamento como imaginaram. Quem precisa de sentir mais segurança na pessoa com quem está a falar, provavelmente terá alguns problemas com a forma de trabalhar da Paula, que pode parecer, às vezes, distraída. Mas desenganem-se. Passado um ano, ela lembrava-se de quase tudo o que tínhamos combinado e, nas semanas antes do nosso casamento, quando ela estava mais concentrada nesse do que nos outros, ela cumpre as funções a 100%.

Decoração:
Claro que, e tenho de frisar, eu sou uma pessoa com o seu quê de "control-freak" e, com anos de experiência profissional em organização de eventos, não deixei que o meu casamento ficasse totalmente nas mãos de uma empresa. A Morais foi perfeita para uma pessoa como eu. A decoração, da qual vos tenho falado, foi completamente idealizada e elaborada por nós, num esforço conjunto de vários membros da família, e todo o programa e locais das várias etapas do casamento foram escolhidos por nós, sempre em acordo com a Morais.  

Decidi ficar responsável por toda a parte estética do casamento, desde os centros de mesa, à decoração exterior e aos livros de marcação de mesas. Como já vos disse, não queria nada que fosse igual a outros casamentos e, como o tema era literatura, a ideia de flores, pássaros, borboletas e outras dobragens em papel pareceu-me mais interessante. As ideias das pérolas e outros pormenores, como os coelhinhos ou os princepezinhos nos guardanapos, foram surgindo com pesquisas e discussões sobre o que ficaria melhor. Muito brainstorming, que resultou no final muitíssimo bem. Comprámos tudo, mas a Morais deu-nos algumas contrapartidas, não ficámos a perder.

Mas, independentemente ter feito praticamente tudo, no dia, foi essencial uma decoradora com jeito e competência para montar a decoração como tinha visualizado na minha cabeça. A Andrea, que trabalha nessa área com a Paula, fez perfeitamente o seu trabalho, havendo pormenores, como os pés da mesa dos noivos, uma pequena gaiola e a mesa das lembranças que ficaram giríssimos. Se tiverem algo já definido na vossa cabeça, ou mesmo que não saibam minimamente o que querem, arrisco-me a dizer para confiarem nela. Se forem claros com o que desejam e, principalmente, lhe disserem o que não gostam de todo, ela idealizará algo que vos vai agradar, quase de certeza.

Comida:
A nossa ementa
Na comida, a Morais esmerou-se imenso. Houve vários convidados que nos disseram que tinha sido dos melhores casamentos em termos de almoço e buffet (e animação, mas esse é todo um post separado). As nossas escolhas foram muito boas e houve coisas que acrescentámos ao buffet nocturno como contrapartida pela decoração feita por nós. Estava tudo com qualidade e bem apresentado.

Na recepção, havia imensas espetadinhas e shots de fruta, exactamente como tínhamos pedido. Apesar de eu não ter comido muito (é sempre a altura das fotos com os noivos), os convidados ficaram bastante contentes com a oferta, desde os tradicionais enchidos, aos cocktails no copo mais modernos, com combinações fantásticas, como uma de mel e requeijão, que eu provei.

Nós escolhemos para o almoço os pratos que achámos diferentes e com os quais mais nos identificámos. Desde a entrada à sobremesa, estava tudo muito bem confeccionado e empratado.  Para prato de peixe, quisemos seguir a tradição do bacalhau, dando-lhe um ar diferente, com a especialidade do Chef, que o coloca sobre broa e o acompanha com uma migas, que estavam tão boas que várias pessoas nos perguntaram o que era e pediram a receita.  A carne foi uma escolha mais difícil, mas, ao perceber que não estávamos totalmente satisfeitos com as opções existentes, a Paula prontamente pediu ao Chef para, com algumas orientações nossas, elaborar algo que agradasse o nosso paladar. E conseguiu. Pegando no prato do veado, que é oferecido, mas cuja carne pode ser controversa, criaram um Magret de Pato fantástico, super saboroso e com acompanhamentos deliciosos. De se lhe tirar o chapéu. 

A sobremesa gerou algumas reticências antes do casamento mas, como era algo típico, fomos desafiados até ao fim pelo Pastel de Tentúgal e gelado com coulis de framboesa. O facto de a Paula nos ter garantido que seria da Pousadinha aliviou-nos imenso e, no dia 10, cada prato veio com um pastel fresquinho, que se notava que tinha saído do forno e trazido imediatamente para a quinta. A Paula no seu melhor, mais uma vez.  

O copo d'água/pôr do sol/ buffet nocturno manteve o alto nível da refeição anterior. Ofereceram tudo o que tínhamos pedido, incluindo uma mesa de doces conventuais da Pousadinha, que nos foi dada em contrapartida pelo Bolo, que foi pago por nós, e vários docinhos brasileiros, para agradar à família do noivo e dar a conhecer um pouquinho do Brasil aos convidados portugueses. Mais uma vez, eu não provei quase nada, mas as reacções foram muito, muito boas.

Na ceia, para os mais resistentes, demos ainda caldo verde e bifanas. Gostei muito do ar e sabor bem caseiros que tinham, terminando com chave de ouro o banquete de casamento.

Chefe de Sala e Funcionários:
A minha veia perfeccionista é, às vezes, tão vincada, que tinha de ter alguém ao meu lado em quem identificasse assertividade sem vergar, como eu, na gestão de todo o dia. A Paula escolheu o Sr. Jorge para ficar connosco e, hoje, digo: foi uma excelente escolha. Estava sempre pronto a satisfazer os nossos pedidos, com um sorriso nos lábios (mas sem exagerar, porque antes de alguém simpático, eu queria alguém eficaz e que mandasse como ninguém na equipa de funcionários que nos serviam).  Ele acompanhou-nos ao longo do dia e das actividades com competência e o tão francês savoir-faire.  Se forem control-freak como eu e privilegiarem um pulso firme, escolham o Sr. Jorge.

Nos cocktails e bebidas, tínhamos o José, que é fantástico. Soube preparar muito bem até os pedidos mais específicos dos noivos e ainda se preocupou em levar pessoalmente umas caipirinhas com fruta fresca para provarmos. Vocação, experiência e dedicação, é o que tenho a dizer dele. Peçam para ficarem com o José na vossa equipa, se optarem pela Morais.

Os restantes funcionários foram todos muito simpáticos e prestáveis. Não entrei em contacto directo com nenhum especificamente, mas os convidados gostaram deles. Não tive queixa alguma. 

Resumindo, eu voltaria a confiar na Morais Eventos para o meu casamento, sem pestanejar. É um excelente sinal da minha parte, já que qualquer falha na organização de um evento normalmente me corrói durante um tempo.

Contudo, sinto que preciso de referir, mais uma vez, que cada casamento é um casamento e cada um sabe aquilo que gosta e que tipo de convidados tem. Nós sempre nos preocupámos em aliar aquilo que gostávamos, àquilo que achávamos que a maioria iria gostar e, pelas reacções directas e indirectas (porque essas também acabam por nos chegar), fizemo-lo na perfeição. Espero que a vossa experiência seja tão boa, ou ainda melhor, que a minha. 

Se tiverem mais alguma dúvida, questão ou experiência com a Morais para partilhar connosco, escrevam nos comentários. É especialmente importante para as pessoas que andam à procura de informação sobre o serviço, para o seu dia especial, onde tudo deve correr às mil maravilhas. :) 

domingo, 1 de setembro de 2013

Colecções Outono 2013 - Yves Saint Laurent


Além do meu querido Rouge pur Couture Glossy Stain, do qual já falei anteriormente, e do famoso Touche Éclat, assumo que, até hoje, as colecções da Yves Saint Laurent nunca me atraíram o suficiente para eu me perder por elas. Queria experimentar algo, um dia, mas nada que fosse um desejo imediato. Ou pelo preço, que é, normalmente, acima do que posso comprar, ou por ignorância minha do valor dos produtos, a verdade é que a YSL andava à margem do meu radar curioso. Mas a colecção de Outono tem, efectivamente, uma palette que despertou o meu bichinho vaidoso.

A nova colecção, inspirada nas antigas cidades europeias, oferece tons clássicos, mais neutros, e algo mais moderno com elegantes tons azuis e verdes. O facto de as colecções da YSL serem sempre mais irreverentes e coloridas, faz-me pensar que nunca conseguirei usar nenhuma palette. A Arty segue essa mesma linha, mas a Classy é, de facto, algo que eu usaria. Vista ao vivo ainda é mais interessante.

Para o Outono, a YSL lançou duas palettes de olhos, delineador, rímel, batons e lápis para os lábios, blushes  e vernizes com tons lindíssimos. Vejam as fotos:

Palettes de sombras Pure Chromatics: Arty e Classy
Blush Radiance: Poppy Coral e Pepper Rose 
Rouge Pur Couture: Rouge Neon, Corail Urbain,  Beige Promenade e Prune Avenue
Eyeliner Baby Doll, Lip liner Mocha e Sepia e rímel Volume Effet Faux Cils Shocking


 Fotos: Chicprofile.com


Já encontrei a colecção na Perfumes & Companhia, mas não é nada barata. Assim que a avistarem noutro lado, partilhem connosco, por favor. Obrigada. :)

O que acham desta colecção?

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Salada de Cevadinha

por Carol Vannier

A cevadinha foi uma descoberta que eu gostei muito de fazer, e fiz graças ao blog La Cucinetta. O curioso é que na época eu estava morando na França, mas descobrindo receitas de um blog brasileiro. Não que as receitas fossem tão brasileiras assim. Por exemplo, aprendi a fazer risotto e couscous marroquino com esse mesmo blog. 

No início, quando via um ou outro ingrediente ainda desconhecido pra mim, confiava que iria encontrá-los quando voltasse ao Brasil, afinal, se a autora que estava em São Paulo encontrava... Mas São Paulo e Rio são universos culinários bem diferentes, e muitas vezes eu peno pra comprar coisas por um preço razoável e sem ter que rodar meio mundo até achar.


Mas cada vez menos posso reclamar, porque se a situação não é ideal, pelo menos tem mudado rapidamente. Outro dia no MultiMix no centro de Petrópolis encontrei tanto tipo de arroz pra risotto diferente que fiquei pasma. E o que escolhi estava com um preço muito bom comparado a tudo que eu já vi por aqui. Em Niterói acho que só o Pão de Açúcar se equipara com esse nível de importados, mas os preços raramente são camaradas. Tem também a Casa Pedro que sempre salva a pátria, só que infelizmente só tem no Rio. Algumas lojas de produtos naturais acabam servindo pra achar ingredientes difíceis, mesmo que nem tão naturebas assim, e também pra comprar coisas a granel de qualidade. A Irmãos da Terra em Icaraí por exemplo é ótima.


A cevadinha pra essa salada foi comprada no Irmãos da Terra, e é do tipo integral. Essa salada substancial era um dos meus pratos favoritos quando morava sozinha, pra fazer uma quantidade que desse pro jantar e pro almoço do dia seguinte, levando num pirex com tampa pra esquentar no microondas do laboratório. 

A idéia geral é cozinhar a cevadinha como se cozinha arroz, e depois usá-la como ingrediente da salada, que é na verdade quente, feita misturando os ingredientes na frigideira como um grande refogado, mas sem muito azeite. Mas comer fria depois também é ótimo ;)

A original usava berinjela refogada, grão de bico, azeitona preta e um vinagrete com cebola crua, além de alguns temperinhos a mais, como alho e ervas. 

Nessa versão da foto eu mantive as azeitonas pretas e o vinagrete, mas usei cubinhos de berinjela assados antes e folhas de rabanete refogadas na hora. Pra fazer o vinagrete é só picar um pouco de cebola roxa, colocar num potinho com uma pitada de sal, uma colher de chá de açúcar o vinagre que você preferir e deixar descansar uns 15 minutos. O azeite vai no refogado e depois mais um pouco se você quiser por cima. E eu sempre gosto de colocar uma pimentinha calabresa na frigideira, e assim nem sinto que estou "só" comendo salada... 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Faça você mesm@ #2 - Convites - Carta de Jane Austen

Hoje, quando regressava para casa de carro, momento propício à organização mental, apercebi-me que comecei a categoria "Faça você mesm@" já com a decoração do casamento e esqueci-me do nosso convite, que também foi caseirinho.

Aliando o tema ao lado mais económico, decidimos comprar um papel amarelado, para simular o antigo, e enviar a todos aquelas a que chamámos cartas de Jane Austen. A inspiração buscámo-la nas correspondência recebida e enviada principalmente por Elizabeth Bennet, personagem feminina da obra que virá depois a ser o tema da nossa mesa, Orgulho e Preconceito. Porque, afinal, tod@s queríamos um Mr. Darcy ( ;) ).  

Além da dobragem, mandámos fazer um selo com as nossas iniciais, para lacrarmos as cartas a vermelho. O teste correu super bem mas, infelizmente, comprei o lacre já em França (em vez de usar o stick da Cisne, que encontrei em Portugal - tola!) e não era tão quebradiço, nem tão bom. No final, optei mesmo por fazer alguns sem lacre para evitar as dificuldades que alguns convidados menos pacientes tiveram a abrir a cartinha. De qualquer forma, julgo que a intenção passou e, como diz a minha mãe, o convite não é de todo o mais importante num casamento (e não foi!).

Num envelope, distribuímos a cartinha, à qual anexámos o programa do casamento, com horas e locais, incluindo todas as coordenadas GPS (essenciais, hoje em dia). Por razões mais fortes tivemos de mudar a programação depois de entregue, mas, com alguma preocupação na divulgação, para que ninguém se perdesse, correu tudo bem.

Foi uma forma diferente e mais económica de fazer os convites, que nos ficaram bem baratos. Guardámos o valor poupado para a decoração das mesas, porque o dia é o mais importante. Aqui vai o vídeo que seguimos:   


Algum convidado tirou uma foto ao convite e programa? Esqueci-me completamente de tirar antes de os enviar. :)

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Verniz/ Esmalte da Essie - Status Symbol

Há uns dias publiquei no Facebook e no Instagram a fotografia das minhas unhas do dia. O verniz/esmalte  era o Status Symbol, da Essie, um rosa vivo, mas nada Néon, do qual tenho vindo a gostar cada vez mais. E tem uma qualidade acima da média.  

De facto, o meu amor pelos vernizes da Essie é recente. Como eram bem mais caros do que os da Risqué, os da Andreia, ou mesmo os da KIKO (descoberta mais recente), acabei sempre por achar que não valeria a pena experimentar, porque não deveriam ser assim tão melhores. Ainda não fiz uma comparação directa com as marcas que usava antes (um dia escolherei tons semelhantes e fá-la-ei), mas que todos os Essie que eu tenho são muito bons, são.

Este Status Symbol foi escolhido para aproveitar a promoção de pague dois leve três da Essie. Como comprei na Balvera, tive ainda os 30% de desconto,  o que fez com que cada um ficasse a cerca de 4 euros. Afinal, não muito mais caro do que os restantes, a preço normal. Está dentro do meu orçamento para esta minha incursão por unhas bonitas e coloridas.


O Status Symbol é um rosa vivo, mas que não é néon, nem é demasiado espalhafatoso (se é que me entendem). É efectivamente um dos tons de rosa, para o Verão e Primavera, mais bonitos que eu já vi. Mas o que o que me faz querer usá-lo mais ainda é a durabilidade, a rapidez com que seca, e o acabamento perfeito, homogéneo e brilhante q.b.. O pincel larguinho como eu gosto é um ponto fortíssimo a seu favor. A fotografia com o verniz foi tirada, sem exagero, uma semana depois de aplicar o verniz/esmalte e ainda está bom, apenas com uns leves sinais de desgaste. Nada que não aguentasse mais uns dias, se não vier a minha vontade súbita de mudar de cor.

Só tenho maravilhas a falar dos vernizes que tenho da Essie, mas continuarei a partilhar convosco todas as minhas experiências de outros tons que compre (pode ser que não sejam todos assim). Tenho pena de não chegarem às lojas todos os tons lindos de estação que vejo pela internet, se não aproveitá-los-ia bem melhor.   

Já experimentaram algum verniz/esmalte desta marca? Qual?
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