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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Patê caseiro

por Carol Vannier

Depois de comprar ou fazer o seu pãozinho, o que você mais gosta de colocar em cima?
Se ele estiver ainda quentinho, a manteiga vem imediatamente à mente, mas a verdade é que um bom pão pode virar uma refeição completa, acompanhando os ingredientes mais variados. Uma pasta feita com sobrinhas de frango, um queijo de qualidade, uma geléia por cima, vegetais assados regados por azeite, um ovo com a gema mole, um molho pesto... tantas opções!

E uma das minhas favoritas é um bom patê de fígado de frango. Eu digo frango mesmo, porque é o que mais comemos no Brasil, seja comprado pronto, de marcas boas, seja feito em casa. O fígado de pato ou ganso, tão famoso, é muito bom, mas também um bocado caro. E o mais impressionante no 'foie gras' acho que não é nem tanto o sabor do produto final, mas o fato de que, depois do processo de engorda da ave, o fígado já sai dela como se fosse um grande bloco de patê pronto, é impressionante! Para fazer o patê nesse caso, basta tirar as veias finíssimas do fígado, temperar com sal e pimenta, e cozinhar muito levemente em banho maria por exemplo. E por favor, não me dêem discurso de crueldade com os animais, porque o aprisionamento dos frangos de granja que todo mundo come é muito mais doloroso e cruel para as aves do que o excesso de comida que dão aos patos e gansos. Ao que parece, os patos e gansos já têm um mecanismo natural de acumular muita gordura para ter de onde tirar depois, então eles não estão doentes só porque o fígado está imenso.

No caso dos fígados de frango, bem mais proteicos do que gordurosos, adicionamos gordura extra para fazer o patê, normalmente manteiga. E como boa receita imersa na culinária francesa, não leva pouca manteiga... Eu adaptei e mamãe preparou pra uma festa aqui em casa uma receita do David Lebovitz que na verdade usava schmaltz (gordura da pele do frango clarificada) como gordura extra. Ainda estou tomando coragem pra experimentar o schmaltz, mas enquanto isso, a mesma receita usando manteiga é muito boa!

Patê de fígado de frango

Ingredientes

  • 180g de manteiga
  • 1 cebola picada
  • 500g de fígado de frango
  • 1 colher de chá de sal
  • pimenta do reino a gosto
  • 3 ovos cozidos
  • 2 colheres de chá de um bom vinagre (pode ser claro, escuro, até balsâmico)
  • 1 colher de sopa de alguma bebida forte, tipo whiskey, vinho do Porto ou vodka.

Preparo:

Usando metade da manteiga, doure bem a cebola picada, até que ela caramelize um pouco (pegue uma corzinha marrom). Retire-as com uma escumadeira e reserve para depois.

Na mesma frigideira, frite os fígados de frango, temperando com sal e pimenta a gosto. Frite-os em fogo alto, para dourar bem por fora mas manter o interior rosa, ainda mal passado. (É isso que garante que o patê fique rosado e não todo marrom). Quando perceber que estão bons, tire logo da frigideira para não passar demais. Derreta o resto da manteiga na mesma frigideira da fritura do fígado.

Coloque os ovos cozidos num processador e pulse algumas vezes (deu certo num liquidificador também, com algumas ajudinhas de uma colher de pau). Depois adicione os fígados já fritos, a cebola, a manteiga da frigideira, o vinagre e a bebida que escolheu, e bata até ficar cremoso. Prove para ver se precisa de mais sal ou pimenta.

Despeje o patê em potinhos já adequados para servir, cubra com filme e deixe na geladeira por algumas horas até firmar. Eu achei que o sabor dele melhora com 1 dia de espera.


Olha o que sobrou depois da festa... tinham três potinhos iguais a esse cheios!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

As coisas que me divertem #1

As irmãs do canal Pixiwoo maquilham o Jamie Oliver para comemorar um milhão de subscritores do canal. Além de chef, com receitas maravilhosas, das quais somos fãs cá em casa, Jamie fica uma Madonna giríssima. Vejam o vídeo:


(quem quiser apenas ver o resultado, pode passar directamente para o minuto 9:50)

Espero que gostem. :) 

MBnet, a forma mais segura de fazer compras online



As lojas online têm produtos e promoções fantásticas que são uma pena desperdiçar. Muitas vezes, a desconfiança que temos em dar o nosso número do cartão de crédito, afasta-nos de todos os sites no qual este seja a única forma de pagamento. Mas há como contornar isso.

Além do sistema Paypal, que é aceite na maioria dos sites e é seguro (pelo menos eu uso o meu há anos e nunca me aconteceu nada), em Portugal -- e se houver noutros países partilhem nos comentários, por favor --, podemos usar o MBnet, a forma mais segura de fazer pagamentos pela internet.  Como se processa?

Temos de ir ao nosso banco (ou fazer a operação em casa, na nossa página bancária pessoal) e criar uma conta MBnet, com o plafond mensal que acharmos relevante. Podemos dar um valor mais elevado à partida, pois cada cartão criado no MBnet terá um tecto específico, dado posteriormente. O banco dar-nos-á os dados, com os quais podemos aceder ao sistema.

Com o username e password na mão, devemos ir à página da MBnet, onde criaremos, para cada compra, um cartão de crédito virtual, válido só pelo tempo que quisermos.  Podemos optar por um cartão tradicional que seja válido por uma compra só, dando-lhe o valor que quisermos (por exemplo, se o produto custar 14,5€, podemos estabelecer um plafond com esse valor ou 15€), para essa compra específica. O cartão virtual criado será válido apenas uma vez e, se, por acaso, fecharmos a janela onde ele aparece, já não o poderemos recuperar.   

No caso de fazermos compras mais do que uma vez por ano no mesmo comerciante, o MBnet dá a possibilidade de termos um cartão multi-utilizações. É um cartão, válido por 12 meses, no qual poderemos pôr o valor que quisermos gastar naquele site durante um ano. Pode ser 10, 20 , 50 , 60 ou 1000 €, o que nós quisermos, sempre dentro do limite do plafond que demos à conta MBnet, claro. E podemos dividir o valor pelo número de compras que necessitarmos, pode ser uma única vez ou dez, ou vinte.

Eu gosto imenso de fazer compras online, onde encontro produtos e roupas interessantes a um preço excelente. Pode ser uma excelente solução para os pais que não querem que os filhos usem o cartão de crédito deles online, além de poderem, desta forma, definir especificamente qual o valor da prenda que lhes querem dar. Nem mais, nem menos.

Apoiem o comércio tradicional, especialmente o do pequeno comerciante. Mas, quando houver algo que só existir online, ou com um preço imbatível, o MBnet pode ser o vosso melhor amigo. :)


Costumam fazer compras online? Se sim, que tipo de produtos mais compram?   

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Ensaio Fotográfico "Nu Orgânico"

Projecto interessante. Mostra que a beleza natural, real, não é a que vemos nas revistas, muitas vezes demasiado retocadas em programas de edição de imagem. Não vale a pena, nem nos faz bem, querermos seguir um ideal que não é verdadeiro e nem sempre tem o mesmo estilo de corpo que nós. Sintamo-nos confiantes com as nossas curvas. :) 

Lip Crayon Folklore, da colecção de Verão da Laura Mercier

Quando andava pela net à procura das colecções de verão, a imagem da modelo que dá a cara à Folklore da Laura Mercier chamou-me imediatamente a atenção. Gostei imenso do ar moreno e quente, da colecção tribal e colorida, inspirada nos rituais Aztecas. Até então, só ouvira falar da marca em alguns vídeos, como os da Tanya Burr, que é uma fã incondicional dos seus soufflés hidratantes para o corpo.

Um dia, andava eu pelo Bon Marché à procura de um aroma da Jo Malone, que me disseram que só se encontrava por lá, quando descobri um balcãozinho, por trás da Guerlain, com uns frascos cujos rótulos eu já conhecia da internet. Os famosos soufflés, óleos e exfoliantes, de figo, baunilha, amêndoa, entre outros, da Laura Mercier! Do outro lado, a maquilhagem.

Num pequeno expositor, a colecção Folklore sobressaia dos outros produtos, pelo seu bronzer/blush (do qual falarei num outro post), as sombras metálicas e os lápis para lábios, grossos. Destes últimos, a cor que mais me atraiu foi o rosa rico, mas não choque ou néon, que é o segundo produto favorito da colecção, da qual vai buscar o nome, o rosa Folklore.

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