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sábado, 25 de maio de 2013

Scarlett Johansson #4 - O intemporal smokey escuro com lábios nude


Para terminar o mês inspirado na Scarlett Johansson, voltei a um smokey fantástico, imagem de marca da actriz, que tem sempre looks muito bonitos, com um ar natural, como se não fossem minimamente trabalhados. Devo dizer que gostei imenso de experimentar estas maquilhagens, que não têm a rigidez de outras, extremamente carregadas e que parecem impossíveis para a comum das amadoras, sem o kit e experiência das profissionais.

Não sei de quando é esta foto, que pressuponho que seja de um anúncio ou de uma simples sessão fotográfica, mas decidi inspirar-me nela mesmo assim. É, sem dúvida, algo que eu usaria para sair à noite, com um top ou um vestido preto (eu, que sou incondicionalmente fã da petite robe noire). Fica bem em qualquer estação do ano e, a menos que se tenha olhos pequeninos (e daí é evitar os smokeys alongados para não os reduzir mais), pode ser usada por qualquer pessoa. É o estilo que nunca sai de moda e tem sempre um ar mais trabalhado, "arranjadinho". 

Eu adaptei-a às minhas preferências, eis como:

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Quem quer pão?

por Carol Vannier

Eu tenho há muito tempo essa vontade de fazer pão. Eu adoro pão, e quem mora no Brasil sabe como a oferta é limitada, o que me deixa muito triste. Há pouca variedade de texturas, e os pães são em geral classificados mais por seu formato do que por seus ingredientes ou forma de preparo. E até o pãozinho francês nosso de cada dia, que pode ser delicioso, tem caído muito de qualidade por conta do processo de "otimização" das padarias, que compram agora misturas prontas que rendem pães sem personalidade e sem gosto.

Minha resposta a esse tipo de problema sempre foi arregaçar as mangas e fazer eu mesma o que não encontro pra vender, mas isso pode não ser a tarefa mais fácil quando se trata de pães. Isso porque a farinha comum encontrada nos supermercados brasileiros tem um teor de glúten muito baixo. Ela é adequada para bolos, mas é fraca demais para pães. Só que com a glúten-fobia recém instaurada pelos modistas da dieta, fica cada dia mais difícil ver uma farinha pra vender que tenha bastante glúten. Ninguém quer seu produto associado a esse "vilão"...

Por outro lado, acho que motivados pela ida cada vez mais frequente de brasileiros ao exterior, alguns empreendedores estão investindo em padarias inspiradas nas padarias européias. Elas ainda são raras, mesmo no Rio e em São Paulo, mas felizmente Niterói agora conta com a sua própria 'Boulangerie' =)
É a Boulangerie 403, no nº 403 da Mariz e Barros. (Provavelmente inspirada pela Boulangerie 140, que fica no 140, rue de Belleville...). Eu ainda não provei toda a variedade de produtos deles, mas a vitrine é de encher os olhos, e a baguette, a ciabatta e o croissant, já experimentados, são excelentes!

Mas como não moro no Jardim Icaraí, e no fim das contas gosto de botar a mão na massa, continuo querendo desenvolver minha veia padeira em casa. E assim chego numa receita fantástica, já explorada em muitos blogs justamente por ser simples e aparentemente quase infalível: o pão sem sova de Jim Lahey.

A receita básica está no link, mas existem diversas adaptações. Lendo na internet as dicas de quem já fez, resolvi trocar um terço da farinha branca por farinha integral de espelta, só porque tinha em casa um pacote que trouxe da França, mas na falta dela usaria outras farinhas integrais mais acessíveis, como a de trigo integral, centeio, ou outra que se tenha acesso. Essa substituição tem o objetivo de dar um sabor mais complexo para o pão.

A minha receita, já a seguir.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Nova Colaboração - Na Cozinha às Sextas com a Carolina

A Salinha vai ter, a partir de amanhã, uma nova colaboração. Todas as sextas-feiras, a Carolina, do blogue Fouet, vai trazer-nos um apontamento gastronómico para o fim de semana. Seja uma receita, curiosidade, dica ou novidade do mundo da cozinha, podemos contar com ela para enriquecer este espaço e o nosso livrinho de culinária.

Damos assim mais um passo no crescimento deste blogue que abraça a nossa língua, com textos nas variantes de Portugal e do Brasil. Verão que temos muito em comum, mais do que alguns pensam, e trabalharemos para que a união do mundo lusófono e a partilha entre os seus membros sejam cada vez maiores. Afinal, é em português que todos nós nos entendemos. 



Bem-vinda, Carolina! (Mal posso esperar para ver o post de amanhã. :)  )


Lancôme - Verniz In Love no tom Corail in Love 105M

Assim que vi a colecção In Love da Lancômesobre a qual já escrevi anteriormente, apaixonei-me. Entre os vários produtos da linha, a marca concebeu vernizes com tons lindíssimos, que complementam na perfeição os bâtons In Love (ambos à venda na Feelunique com envio internacional gratuito), fazendo pares com o mesmo nome. Para não haver dúvidas.

Sendo actualmente uma fã de corais, que acho ideais para uma pele bronzeada, decidi experimentar o verniz Corail in Love, 105M. É um coral rosado, que mistura perfeitamente uns tons pêssego. Não é um tom garrido, nem exuberante, suavizando, aliás, ao longo do tempo de utilização. Quem quiser um laranja mais carregado pode sempre optar pelo Peach Melodie, um dos  lançamentos mais recentes. Contudo, apesar de ser uma cor muito bonita e ter uma duração aceitável, tem alguns senãos importantes, para ser honesta.

Começando pelo lado positivo, a aplicação é extremamente fácil. O pincel é largo e espalmadinho o que, para mim, ajuda imenso a espalhar o verniz nas unhas. Para uma cor homogénea e intensa, será sempre necessário passar duas camadas. A consistência, apesar de não ser das mais fluídas,  não é espessa ao ponto de bastar uma camada ou de dar aquele aspecto mais pesado ao fim de duas. Além disso, não se vai lascando e deixando a unha sem pedaços de verniz, como acontece com outras fórmulas de pior qualidade, mas desvanece nas pontas. Com um top coat bom, podem estar descansadas por, pelo menos, cinco dias. Sem uma protecção, o tom começa a esbater-se passados dois dias.


Agora, para o preço, o frasco poderia ser maior. Mesmo comprando em promoção, fica mais caro do que outros, especialmente quando tem cerca de metade do produto (apenas 6 ml, ao contrário dos 11 ml da KIKO ou os 15 ml da Essie). É preciso querer mesmo estas cores, e não mudar diariamente de verniz, para valer a compra dos vernizes in Love. 

Como eu ainda não encontrei esta cor específica, que eu adorei, noutras marcas, não me arrependo de o ter comprado. Durar-me-á o Verão todo e, como eu gosto de ir mudando a cor das unhas apenas de duas a duas semanas (agora que descobri a piada do processo), é suficiente.

Avaliação:
Qualidade - 8,5/10
Pigmentação - 9/10
Textura - 9/10
Duração - 8/10
Aplicação - 10/10

NOTA FINAL: A-



O que acham da onda coral para o calor?


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Crêperie no 96 da Boulevard du Montparnasse, Paris


Ir a Paris e não comer um crepe é algo impensável. A capital francesa tem imensos locais onde se pode provar esta iguaria recheada com vários sabores, desde os tradicionais doces, com açúcar ou nutella, e os salgados, quase sempre com queijo. Mas nem todos valem a pena.

Depois de conhecermos alguns locais muito bons e outros que mais valia nem termos gasto o dinheiro (que são normalmente os que já têm os crepes feitos e apenas os aquecem na hora), descobrimos uma creperia bem simples, tipo café, sem decoração especial, que tem os melhores crepes salgados que provámos. E não são caros (entre 2 a 5 euros).

Fica na boulevard du Montparnasse, no número 96. Não se deixem enganar pelo lado menos glamouroso ou chique do cafézinho. Afinal, estão ali para provar um crepe, não para visitar um espaço turístico. Normalmente, nós fazemos o pedido no guichet de venda para levar e comemos enquanto caminhamos pela avenida ou pela Rue de Rennes (ambas boas para ver montras).  A quantidade de olhares gulosos a cobiçar os crepes nas nossas mãos comprova a atractividade dos mesmos. De facto, é difícil encontrar um crepe tão bem servido e com aquele ar maravilhoso.

Os segredos? O senhor que os faz, especialmente se forem à tarde, usa uma massa diferente para doces ou salgados, o que não é de todo incomum, não fosse esta das melhores que provámos. Para os primeiros é um creme mais amarelado, feito com açúcar e farinha de trigo normal, branca, e, para os segundos, usa uma mistura com farinha de sarraceno, mais escura. Além disso, dobra a massa numa meia lua e coloca o queijo ou o ovo à volta da extremidade, deixando-o com uma camada crocante deliciosa (e esta é a verdadeira razão da cobiça alheia :) ). 




Nas fotos podem ver como fica um crepe de queijo, frango e cogumelos com natas. Bom aspecto, não? :) 



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